Brasil

Por Observador Diário, em 31/10/2012 às 10:43  

DILMA PLANEJA RECRIAR A PORTOBRAS

Tamanho da fonte: a-a+

Uma das principais novidades do governo federal no plano dos portos é a criação de uma autoridade portuária para centralizar, em Brasília, o planejamento estratégico do setor. Segundo a Veja.com, a nova estrutura, que pode ser uma empresa enxuta, será responsável pela modelagem dos contratos com as metas a serem cumpridas pelas Companhias Docas estaduais, e realizar investimentos emergenciais de infraestrutura nos terminais. Essa estrutura não é novidade no Brasil. Parece muito com a Portobras. Entre 1975 e 1993, esse trabalho de gestão dos postos era feito pela Empresa de Portos do Brasil S. A. (Portobrás). Criada no governo de Ernesto Geisel (1974-1979), a Portobrás foi abandonada no fim dos anos 1980, diante da crise de dívida do Brasil.

As definições finais sobre a nova Portobras serão fechadas na semana que vem entre a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e a presidente Dilma Rousseff. O pacote de “revolução” dos portos, como o assunto é tratado no Palácio do Planalto, deve ser anunciado até o início de dezembro.

 




4 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por Antonio Durão, em 31/10/2012 às 19:26

OU É ROUBALHEIRA OU É DEMÊNCIA GENERALIZADA!!! NÃO TEM DINHEIRO PARA OS AEROPORTOS, MAS TERÁ PARA OS PORTOS??? QUAIS ESTÁDIOS DA COPA DO MUNDO ELA VAI PARAR DE CONSTRUIR???

Por Sergio Zamprogno, em 31/10/2012 às 13:32

É impressionante como ela gosta de monopólios, burocracias e controle central. Essa organização será mais uma fábrica de formularios, carimbos e assinaturas. No fundo, isso de ser uma maneira de dar à mafia dos portos uma participação oficial no governo, em troca de suporte politico.

Por Jáder Ribeiro, em 31/10/2012 às 12:24

Mais uma entidade para lotar com companheiros!

Por augusto josé sá campello, em 31/10/2012 às 12:22

Boa tarde. O que entristece é que assim vai se criando um modelo centralizador e retomando as benditas estatais sem que se tenha uma real integração entre organizações posto que estão em níveis diferentes. Não adianta de muito criar estas organizações. Num futuro, o ministro da área resolve assado e...cumpra-se. Ou seja, fica-se à mercê de decisões com fortes tintas políticas. Já vivemos isto. E estamos vivendo a confusão, de novo, basta olhar quantas organizações estão envolvidas com energia elétrica. Ajsacmpello