Brasil

Por , em 14/11/2012 às 02:04  

Guerra civil brasileira

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Neste excelente artigo, Guerra civil ou epidemia | Instituto Millenium, Paulo Brossard comenta os efeitos da onda de crimes que assola o país como o que é: uma guerra. E eu acrescentaria terrorismo.
Enquanto covardes brincam com o vocabulário, o que se passa país é um ato de guerra. Para ele, socialistas apontam desculpas psicossociais e os libertários enxergam nas vítimas dos servidores de segurança, seus algozes imaginários. Tolos que se complementam e compartilham a mesma lente da ignorância. 
Ontem cidadãos de Florianópolis foram vítimas de uma onda de atentados na outrora pacífica cidade, cuja porção insular já recebera a alcunha de “ilha da magia”, que agora entra no panteão de nossos pesadelos urbanos.



35 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por roberto argento filho argento, em 21/11/2012 às 14:34

http://ebooksgratis.com.br/livros-ebooks-gratis/literatura-nacional/romance-trilogia-do-templo-ze-rodrix-completa/

Por roberto argento filho argento, em 21/11/2012 às 14:41

@argento: Convém ler ...

Por augusto josé sá campello, em 20/11/2012 às 19:03

Boa noite. Calma, gente! Guerra civil me soa um tanto ao exagêro. Temos uma comoção? Temos. Há mesmo quem avente a possibilidade de esta comoção estar sendo....manipulada. Possível? Sim. Violência é um vasto tema composto por um extenso rol de variáveis endógenas e exógenas a ela mesma e de manifestações as mais extranhas. Pessoalmente prefiro deixá-la a cargo de quem a estudou. Há mistura com a política? Há sim. Para o bem e para o mal. Mas é difícil tentar misturá-la com as antigas teorias de K Marx. Que devem ficar no seu contexto. Notadamente o Século XIX com suas iniquidades. Tão pouco se deve misturar a violência com algo meio aderente a teorias conspiratórias. É necessário dar uma boa lida em textos de História, produzidos por historiadores tão isentos quanto possível. Há muitas e boas leituras por aí, disponíveis. Interessantes são aquelas que estudam, analisam e registram as primeiras fases e desdobramentos da Revolução de Outubro. Com efeito, nestas primeiras etapas, nas quais havia um primado da internacionalização das idéias comunistas/bolcheviques, lá estão as "técnicas" de utilização da cizânia entre grupos de interesses e mesmo do lumpesinato - bandidagem. Mas, lá vem Stalin e a etapa de concentração de esforços, necessária para os fins da Revolução de Outubro nos problemas internos e externos (ascensão do fascismo e do nacional socialismo - Hitlerismo) de todo modo imediatos e conducentes a uma postura bem menos internacionalizante daquele movimento. Um abraço, Ajscampello

Por roberto argento filho argento, em 21/11/2012 às 14:46

@ajcampello: Como sei que é um apreciador da boa leitura, fica o LINK acima como sugestão - garanto, vai gostar. -Abs

Por Prisioneiro do OP, em 20/11/2012 às 14:41

Permita-me um texto de Olavo de Carvalho, que aborda o assunto de uma maneira interessante: Regra geral Olavo de Carvalho Diário do Comércio, 13 de novembro de 2012 Se vocês ainda não notaram, aproveitem o festival de homicídios em São Paulo como ocasião perfeita para notar esta regra geral nunca desmentida: com a mesma constância com que em qualquer nação agrária e atrasada as revoluções socialistas resultam imediatamente na instauração de ditaduras genocidas, em todo país mais ou menos próspero e democrático onde a esquerda se torne hegemônica as taxas de criminalidade sobem e não param mais de subir. O primeiro desses fenôme cnos observou-se na Rússia, na China, na Coreia do Norte, no Camboja, em Cuba etc. O segundo, na França, na Inglaterra, na Argentina, na Venezuela, nos EUA, no Brasil e um pouco por toda parte no Ocidente. Por quê? E existe alguma relação entre essas duas séries de fatos? Todo o esquema socialista baseia-se na ideia de Karl Marx de que o proletariado industrial é a classe revolucionária por excelência, separada da burguesia por uma contradição inconciliável entre seus interesses respectivos. Quando um partido revolucionário toma o poder numa nação atrasada, predominantemente agrária, como a Rússia de 1917 e a China de 1949, não encontra ali uma classe proletária suficientemente numerosa para poder servir de base à transformação da sociedade. O remédio é apelar à industrialização forçada, para criar um proletariado da noite para o dia e "desenvolver as forças produtivas" até o ponto de ruptura em que a burguesia se torne desnecessária e possa ser substituída por administradores proletários. Para isso é preciso instaurar uma ditadura totalitária que possa controlar e remanejar a força de trabalho a seu bel-prazer (Trotski chamava isso de "militarização do trabalho"). Daí a semelhança de métodos entre os regimes revolucionários socialistas e fascistas: ambos têm como prioridade a industrialização forçada, com a única diferença de que os fascistas a desejam por motivos nacionalistas e os socialistas pelo anseio da revolução mundial. Já quando a esquerda revolucionária sobe ao poder por via eleitoral numa nação mais ou menos democrática e desenvolvida, ela encontra um proletariado numeroso e às vezes até organizado. Mas é um proletariado que já não serve como classe revolucionária, porque a evolução do capitalismo, em vez de empobrecê-lo e marginalizá-lo como previa Marx, elevou seu padrão de vida formidavelmente e o integrou na sociedade como uma nova classe média, indiferente ou hostil à proposta de revoluções. Para não ficar socialmente isolados e politicamente ineficazes, os revolucionários têm de encontrar algum outro grupo social cujo conflito de interesses com o resto da sociedade possa ser explorado. Mas não existe nenhum que tenha com a burguesia um antagonismo econômico tão direto e claro, um potencial revolucionário tão patente quanto aquele que Karl Marx imaginou enxergar no proletariado. Não havendo nenhuma "classe revolucionária" pura e pronta, o remédio é tentar formar uma juntando grupos heterogêneos, movidos por insatisfações diversas. Daí por diante, quaisquer motivos de queixa, por mais subjetivos, doidos ou conflitantes entre si, passarão a ser aproveitados como fermentos do espírito revolucionário. Opreço é a dissolução completa da unidade teórica do movimento, obrigado a acolher em seu seio os interesses mais variados e mutuamente incompatíveis. Narcotraficantes sedentos de riqueza e poder, ladrões, assassinos e estelionatários revoltados contra o sistema penal, milionários ávidos de um prestígio político (ou até intelectual) à altura da sua conta bancária, professores medíocres ansiosos para tornar-se guias morais da multidão, donas de casa pequeno-burguesas insatisfeitas com a rotina doméstica, estudantes e pequenos intelectuais indignados com a sociedade que não recompensa os seus méritos imaginários, imigrantes recém-chegados que exigem seu quinhão de uma riqueza que não ajudaram a construir, pessoas inconformadas com o sexo em que nasceram – todos agora marcham lado a lado com lavradores expulsos de suas terras, pais de família desempregados e minorias raciais discriminadas, misturando numa pasta confusa e explosiva os danos reais e supostos, objetivos e subjetivos, que todos acreditam ter sofrido, e lançando as culpas num alvo tão onipresente quanto impalpável: o "sistema" ou "a sociedade injusta". Sendo obviamente impossível unificar todos esses interesses numa construção ideológica coerente e elegante como o marxismo clássico, a solução é apelar a algo como a "teoria crítica" da Escola de Frankfurt, que atribui ao intelectual revolucionário a missão única de tudo criticar, denunciar, corroer e destruir, concentrando-se no "trabalho do negativo", como o chamava Hegel, sem nunca se preocupar com o que vai ser posto no lugar dos males presentes. O sr. Lula nunca estudou a teoria crítica, mas fez eco ao falatório dos intelectuais ao seu redor quando, após vários anos na Presidência da República e duas décadas como líder absoluto do Foro de São Paulo, confessou: "Ainda não sabemos qual o tipo de socialismo que queremos." Não sabemos nem precisamos saber: só o que interessa é seguir em frente – forward, como no lema de campanha de Barack Hussein Obama –, acusando, inculpando e gerando cada vez mais confusão que em seguida será debitada, invariavelmente, na conta da "sociedade injusta". Se na esfera intelectual essa atitude chegou a produzir até a negação radical da lógica e da objetividade da linguagem e a condenar como autoritária a simples exigência de veracidade, como não poderia suscitar, no campo da moral social, o florescimento sem precedentes da amoralidade cínica e da criminalidade galopante?

Por roberto argento filho argento, em 18/11/2012 às 17:27

“Este ano (2003) entrará para a história. Pela primeira vez (na história deste país), uma nação civilizada possui controle total de suas armas. Nossas ruas estarão mais seguras e nossa polícia mais eficiente. O mundo seguirá nossa liderança rumo ao futuro.” Na guerra civil entre Estado e Crime Organizado quem "dança" é o Civil, sempre o primeiro.

Por acir carlos ochove, em 18/11/2012 às 10:01

Tenho notado que os Estados que não fazem parte da "base aliada" a violencia está aumentando. `Esses fatos em Floripa estão chamando atençao; parece desestabilização, em SP não há a menor duvida, faz parte da campanha para o governo do Estado. Não notamos nada de anormal do RS, PR, RJ; merece atençao e alerta ao povo brasileiro. abs

Por mario jota, em 16/11/2012 às 11:52

O absurdo do absurdo é a violência dominando o noticiário de norte a sul do país e autoridades responsáveis não se unindo para discutir como resolver estes problemas. Muito pelo contrário, se manifestam porque companheiros irão para a prisão. Os absurdos humanistas, dos direitos humanos, dos intelectuais que se acovardam e nada dizem. Quando falamos em prisão perpétua ou pena de morte, esses iluminados são os primeiros a se manifestarem contra tais medidas. E propoem alguma coisa de útil?? nada!! simplesmente se calam porque são uns inúteis.

Por erikssom patos, em 16/11/2012 às 12:17

@mario130852, de fato a maioria dos intelectuais e pessoas socialmente influentes contribuem para reforçar este status quo que aí está em termos de segurança publica, e como está não há nenhuma dúvida de que estamos em um estado de total insegurança e violência generalizada. O PT e os partidos que governam nas unidades da federação são os responsáveis diretos pelo estado de insegurança que que estamos vivendo no Brasil de uns vinte anos para cá, não tenha nenhuma duvida sobre isso.

Por lauro esteves, em 16/11/2012 às 01:39

O TJSP estuda a possibilidade de cancelar os inultos de final de ano para os presos ligados ao PCC. Alguém acredita que esta medida pode conter a violência? A meu entender, pelo andar da carruagem, vai haver mais represália por parte dos criminosos.

Por erikssom patos, em 16/11/2012 às 11:09

@capeto, não é nem a questão de acreditar se resolve ou não resolve, a questão é que os dirigentes e autoridades brasileiras tomam medidas mediáticas que nem mesmo sabem quais os efeitos terão. Agora imagina se vão tomar medidas de mudanças profundas de longo prazo?

Por erikssom patos, em 15/11/2012 às 02:40

O Brasil é mesmo um país de impunidade e de contrastes, tanto no campo politico, como no campo da sociedade civil. A começar pelo código penal que é mais antigo do que andar para a frente, bastar observar a quantidade enorme de criminosos de alta periculosidade que cumpriram pena e estão soltos por motivos de bom comportamento, ficaram presos apenas 1/6 de suas penas, que por sinal e segundo a dosimetria não ultrapassa os 30 anos (pode contar nos dedos da mão quem chegou a tal marca dentro de um presidio). O foco é o bandido e criminoso (seja pobre ou rico), enquanto que a vitima é simplesmente esquecida no processo, é a unica que perde. Chega ser desanimador a obsessiva ideia de recuperação de reiterados criminosos a custa de vidas de inocentes. O instituto da recuperação não é uma panaceia, deveria ser um recurso relativo e não absoluto como é no Brasil. A pena é para retirar de circulação todos aqueles que representam ameaças aos cidadãos de bem e não para recuperar alguém que não quer ser recuperado, isso já está mais do que provado. Penas curtas como são aplicadas no Brasil apenas encoraja quem tem tendencia para o crime. O sistema não aplica o principio da progressão de pena de reclusão para reincidentes contumazes. Existem delinquentes que já cometeram dezenas de assaltos a mão armada e muitos até homicídios (na faixa etária de idade dos 20 anos e desfrutam da redução de pena quando presos, isso é simplesmente um desrespeito aos cidadão de bem que custeia o estado para lhe dar segurança e recebe em troca uma lei burra e que incentiva o crime e a violência.

Por lauro esteves, em 16/11/2012 às 01:53

@patos O Brasil é um dos poucos países em que existe a chamada progressão de penas, senão o único, que no meu entender é um dos grandes problemas da legislação penal. Quando iniciamos (no meu tempo de acadêmico) o IED, e depois o direito penal, nos apaixonamos, mas no decorrer do curso, vemos que o código penal foi construído para "aliviar" o infrator ou criminoso. Acho um absurdo alguém condenado por exemplo a 8 anos de reclusão, estar novamente nas ruas após cumprimento de 16 meses (1/6) da pena.

Por erikssom patos, em 16/11/2012 às 10:58

@capeto, concordo que a progressão de pena seja aplicada em casos específicos e raros sob condições rigorosas que o apena terá que preencher, e mesmo assim uma quantidade de crimes não deveria dar direito a quem os comete de entrar neste instituto. Mas no Brasil, para esvaziar os presídios (abrir vagas para quem está na fila de espera) os parlamentares vem paulatinamente mexendo no código penal e dando mole cada vez mais para a bandidagem, dando um trabalho danado para a policia civil e militar, e aterrorizando a sociedade que cada vez mais se prendendo dentro de casa ou morrendo de graça nas ruas e no campo. O Brasil está perdendo a compostura de povo pacifico, somos um povo violento, porque ter 50 mil mortes por homicídios por ano só mesmo para um sexto lugar como ocupamos no ranque mundial.

Por erikssom patos, em 16/11/2012 às 10:43

@capeto, faço conjecturas de que esse mole do código penal para criminosos (tecido pelos legisladores no parlamento) existe porque o estado brasileiro (entre parenteses, os políticos que administram esse estado) não querem gastar ou fazer despesas com segurança publica, e a população (sociedade civil) idem. A população carceraria em 2011 estava estimada em 471 mil presos aproximadamente, mas esse contingente de presos ocupam o espaço previsto para menos de 300 mil vagas (295 mil precisamente)!! Enquanto que o ministério da justiça, tendo a sua frente o sr Cardoso, tem uma verba disponível em 2012 de R$ 312,4 milhões para promover melhorias e modernizações, além de expandir as vagas do sistema carcerário no país, mas ele (o ministério) liberou apenas R$ 63 milhões!! O governo quer ver o sistema humanizado como diz o representante do ministério?!! Nós brasileiros estamos cansados dessas retoricas politicas, de falacias intermináveis que só pioram as coisas, enquanto isso, os parlamentares dão cobertura ao governo sob o manto da bondade e do ideário dos direitos humanos, que de humanos tem nada, porque as vitimas são as únicas que perdem nesse jogo sujo em que o estado entrega nós, a população, a barbárie que cada vez mais se somalisa no país.

Por erikssom patos, em 15/11/2012 às 10:42

Eu volto a repetir, a violência está a aumentar em todo o país, de norte a sul, o que ocorre no Rio e São Paulo apenas chama a atenção da mídia e do governo porque são grandes centros, mas e nos grotões do país, não conta? É primeiramente no direito penal que se debela a violência montando um sistema conjunto de combate, desde a organização de forças inteligentes e integradas de investigação (policias civis), passando pelas forças extensivas bem treinadas e equipadas com equipamentos modernos (policias militares), passando pelo judiciário ágil e moderno que julga com leis pesadas que tiram de circulação todo e qualquer marginal deixando-o fora de circulação por vários anos segundo o crime (as penas deveriam ser aumentadas em pelo menos em 100% do que já é, e para isso o sistema carcerário deveria expandir na mesma proporção. Agora tudo isso custa dinheiro, e pergunte a sociedade ou ao estado se querem custear um sistema eficiente e custa cara como deste? O governo principalmente não quer fazer gastos com segurança, tanto é que o congresso vem paulatinamente reduzindo as penas dos criminosos com medidas a contra gota que no final é isso que estamos assistindo aí, praticamente ninguém fica preso, a não ser depois que mata um dez! Não importa se é crime organizado ou de bandido sem organização e emotivo, não importa qual a tática a ser empregada para identificar o criminoso, o que importa é saber que bandido é bandido, criminoso é criminoso, seja contra o estado ou contra o cidadão comum, o que importa saber é que quando pego pelo serviço de inteligencia da policia civil (não precisa de exercito para isso), a Caroba torce porque o julgamento do judiciário vai lhe botar por trás das grades por no minimo uns 40 anos sem direito de regime progressivo de pena, sem semi aberto, sem indulto de natal ou dia das mães, sem visita de advogado em cela, sem celular, sem regalia, e acima de tudo, vão trabalhar para se auto custear as suas despesas, e se tiver condições econômicas deve indenizar as vitimas ou seus familiares. A pena deve meter medo para quem pensa em praticá-la, esse é o sentido educativo da pena dura, e não esse marasmo que existe no país, em que se privilegia quem comete crimes os mais diversos e pune as vitimas. Se continuar com esse sistemas de código penal e todo esse processo que aí está não vai demorar muito e seremos o primeiro país no ranque de taxas de homicídios por cada 100 mil habitantes, porque o sexto já somos com uma média de 50 mil assassinatos por ano, isso mais do que qualquer guerra.

Por Anselmo Heidrich, em 15/11/2012 às 00:46

E tua observação sobre o Código de Processo Penal, no outro post também é apropriada. Normalmente, se lembram apenas do campo material do direito, esquecendo-se que é no processo que muitos criminosos são "livrados".

Por Paulo Ferreira, em 14/11/2012 às 12:00

Neste ponto o hsitoriador tem algo a orientar: Para efetivar uma guerra é preciso um exército, soldados, primeiro se faz o "exército" para depois partir para a guerra, ao que tudo indica quem andou recrutando soldados ? Obvio, estão utilizando o tal exército deles, e demora um tempo até haver reação pelo poder constituido (lembram da analise das águas dos esgotos de Brasília ? cheio de componentes usados na fabricação de cocaina), isso talvez explicaria a letargia de uma suposta parte do governo (alguém supostamente andou cheirando demais por lá), até os ratos de esgoto de Brasília estão anabolizados..

Por Paulo Ferreira, em 14/11/2012 às 11:26

Alternativas para acabar com a guerra civil brasileira: Opção 1: Armar os dois lados, como alguns querem. Opção 2: Negociar com os descontentes, que muitos não querem. Opção 3: O Estado enfrentar com rigor, mas dentro das atuais leis (em atividade). Opção 4: O Estado enfrentar com força desproporcional, mesmo com abusos, intolerância, truculência e subtração de direitos incluindo estado de sítio e forças armadas participando, o que todos temos medo. Opção 5: Comissões, congresso, sociedade civil, OAB, CNBB, sindicatos, entidades, se reunirem IMEDIATAMENTE para efetiva mudanças de leis, enfrentamento racional e extirpação do poder paralelo, coisa que não parece caminhar nesta direção. Qualquer que seja as decisões tomadas, exceto a opção 4, depende de mobilização, e precisa ter córum, mas a sociedade civil está apática, alguns detentores do poder estão meio que alienados imóveis e imutáveis, falta-lhes coragem para negociar ou faltam-lhes um chute no traseiro ? Olha o sapato voando, ou seriam as meias ?

Por Anselmo Heidrich, em 14/11/2012 às 12:53

@sphgf Discordo em parte, tanto a prevenção, quanto a repressão são de suma importância. "Truculência, abusos" etc. são adjetivos que muitas vezes, para não dizer na maioria dos casos, aplicados na retórica dos críticos servem para desestimular a segunda parte da dissuasão. Quanto à "armar os dois lados", sim, é disto mesmo que se trata e em regiões, estados ou países onde (isoladas outras variáveis importantes) se tem mais armas por habitantes, o índice de homicídios tende a ser menor.

Por Paulo Ferreira, em 14/11/2012 às 13:23

@anselmoheidrich , Armar a quem de direito é direito sim e eu concordo, mas a violência é gerada por variáveis que precisam ser tratadas imediatamente como foi feito com os programas assistenciais, lembra-se do caso de retirada do endereço no CRV para impedir que o criminoso tivesse acesso a casa da vitima ? Nesse sentido os deputados precisam se mobilizar, pra desarmar economicamente o crime, e outras atividades pertinentes ao legislativo que parecem estar engavetadas a decadas. A curto prazo a solução infelizmente é negociada sem ceder um milésimo, dentro da lei. Nesse sentido Brasília precisa se reunir, desengavetar o tal codigo, reunir juristas, tem-se 2 anos para negociar e fazer o nome pras proximas gerações, digo eleições.

Por roberto argento filho argento, em 14/11/2012 às 10:18

<form action="#" method="post" data-user-logged="true" > <textarea readonly="readonly" name="topic_title" class="countChar" data-max="140" data-target="countTitulo" > Guerra civil brasileira </textarea> <br> <textarea readonly="readonly" name="topic_text" data-target="countMsg"> Neste excelente artigo, Guerra civil ou epidemia | Instituto Millenium, Paulo Brossard comenta os efeitos da onda de crimes que assola o país como o que é: uma guerra. E eu acrescentaria terrorismo. Enquanto covardes brincam com o vocabulário, o que se passa país é um ato de guerra. Para ele, socialistas apontam desculpas psicossociais e os libertários enxergam nas vítimas dos servidores de segurança, seus algozes imaginários. Tolos que se complementam e compartilham a mesma lente da ignorância. Ontem cidadãos de Florianópolis foram vítimas de uma onda de atentados na outrora pacífica cidade, cuja porção insular já recebera a alcunha de “ilha da magia”, que agora entra no panteão de nossos pesadelos urbanos. (Por Anselmo Heidrich, em 14/11/2012 às 02:04. Guerra civil brasileira) </textarea> <br><input type="submit" name="submit_topic" class="btSendOk" value="Enviar"></form>

Por roberto argento filho argento, em 14/11/2012 às 10:00

"Guerra civil brasileira (...) Guerra civil ou epidemia | Instituto Millenium, Paulo Brossard comenta os efeitos da onda de crimes que assola o país como o que é: uma guerra. E eu acrescentaria terrorismo." - esqueceram um: "Controle Social" “Este ano (2003) entrará para a história. Pela primeira vez (na história deste país), uma nação civilizada possui controle total de suas armas. Nossas ruas estarão mais seguras e nossa polícia mais eficiente. O mundo seguirá nossa liderança rumo ao futuro.” Esta Afirmação poderia ter sido proferida por FHC (mãe do estatuto - gestou e pariu) ou Lula (pai do estatuto - quem assinou o "registro") … … poderia. Mas foi dada ao mundo por Adolf Hitler …

Por Anselmo Heidrich, em 14/11/2012 às 10:44

@argento Concordamos, o Estatuto do Desarmamento é um absurdo. Pior do que inócuo, pois na verdade torna a relação mais assimétrica, só que a favor do próprio crime. Coisa distinta (e adequada) seria intensificar a regulação para o porte de arma, fazendo cumprir a legislação vigente por exemplo, mas simplesmente impedir que cidadãos portem as suas é totalmente ingênuo, pateta mesmo, como se (a) fosse o portador legal de armas quem comete crimes; e (b) como se o criminoso contumaz tivesse, sequer, armas obtidas legalmente. Obrigado pelo pertinente comentário. OBS.: S

Por Anselmo Heidrich, em 14/11/2012 às 10:45

@anselmoheidrich OBS.: Se há algo que a militância do PSDB e outros partidos tem que fazer, urgentemente, é revisar sua postura errônea ao apoiar tal estatuto.

Por roberto argento filho argento, em 14/11/2012 às 09:41

Por Anselmo Heidrich, em 14/11/2012 às 02:04 / 4 opiniões. Guerra civil brasileira TAMANHO DA FONTE: A-A+ Neste excelente artigo, Guerra civil ou epidemia | Instituto Millenium, Paulo Brossard comenta os efeitos da onda de crimes que assola o país como o que é: uma guerra. E eu acrescentaria terrorismo. Enquanto covardes brincam com o vocabulário, o que se passa país é um ato de guerra. Para ele, socialistas apontam desculpas psicossociais e os libertários enxergam nas vítimas dos servidores de segurança, seus algozes imaginários. Tolos que se complementam e compartilham a mesma lente da ignorância. Ontem cidadãos de Florianópolis foram vítimas de uma onda de atentados na outrora pacífica cidade, cuja porção insular já recebera a alcunha de “ilha da magia”, que agora entra no panteão de nossos pesadelos urbanos.

Por fernando f., em 14/11/2012 às 09:28

vai piorar, com a crise economica, bolha imobiliária, os engravatados endividando o pais e o povo ficando com a conta, desigualdaqde e insatisfação social, revolta e por aí vai. Deixa passar a copa da alienação e a bomba estoura de vez. Pior q tudo faz parte de um plano do sistrema, vem muito mais por aí.

Por Paulo Ferreira, em 14/11/2012 às 11:33

@fuc123 , É preciso melhorar o pão e o circo, sugiro ocuparem o tempo dos jovens e adolescentes construindo mais "campinhos" de futebol nas comunidades, mais circo escola, mais capoeira, mais merenda escolar. Enfim mais do mesmo, pra que mudar o formato ? Basta alterar a intensidade, põe mais circo pro povo, retira as drogas dos desescolarizados e mais circo pra eles. Tem de levar o teatro pras comunidades, parece que as novelas não estão fazendo mais efeito. Outra coisa que precisa aumentar a intensidade é a carga trabalhista de 44 hrs para 12 hrs por dia, trabalhador ocupado não tem tempo de badernar, nem de pensar..

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