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Por José Antônio da Conceição, em 31/12/2012 às 17:22  

Abrindo a caixa preta do Nióbio

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Abrindo a caixa preta do Nióbio

Publicado em 29/12/2012 por
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Porque a mídia não se importa com este assunto. Nióbio

Adriano Benayon*

O nióbio, mineral estratégico inestimável, sai do País subfaturado e por vias clandestinas. É exemplo gritante da entrega dos recursos naturais às empresas transnacionais, que realizam ganhos no exterior na ordem dos trilhões de dólares, enquanto aqui ficam só buracos no subsolo.
Um trilhão é um milhão vezes um milhão. Escreve-se com doze zeros. 10 trilhões tem treze zeros. A produção bruta de todos os bens e serviços (PIB) do Brasil, nas contas oficiais, somou, em 2010, o equivalente a US$ 2 trilhões, e ainda seria menos, se o câmbio do real não estivesse sobrevalorizado.
Só com o nióbio o Brasil deixa de ganhar anualmente centenas de bilhões de dólares. Diretamente perde cerca de US$ 40 bilhões, com o descaminho e com a diferença entre o valor das ligas ferro-nióbio no exterior e seu preço oficial  de exportação, vezes a quantidade.
Por ter a economia brasileira sido desnacionalizada e desindustrializada, a perda total é um múltiplo, maior que dez, dessa quantia. De fato, os  bens finais em cuja produção o nióbio entra, atingem preços até 50 vezes maiores que os valores reais no exterior dos  insumos à base de nióbio.
Esses insumos – como os do tântalo, do titânio, do quartzo etc. -  são “vendidos” pelo Brasil por frações de seu valor no exterior. Já a China industrializa suas matérias-primas. Com isso o produto nacional bruto multiplicou-se por 20  nos últimos 30 anos, tornando-se a 2ª maior potência mundial.
Os insumos à base de nióbio são usados nas indústrias aeronáutica, aeroespacial e nuclear e em segmentos de tecnologia avançada em outros setores. Graças ao nióbio, a qualidade do aço e de outros metais é grandemente aumentada e o peso diminuído, bastando 0,1% de nióbio nas ligas.
Com ele se produzem bens de altíssimo valor agregado. Ora, 95% da produção mundial dele vêm do Brasil, onde estão 98% das jazidas. Se o Brasil exercesse sua soberania, poderia valer-se desses fatos para assumir, no nióbio, posição mais forte que a do conjunto dos países da OPEP em relação ao petróleo, de cuja produção mundial eles não respondem sequer por 50%.
A maior mina do País, em Araxá (MG), é controlada pela CBMM, cujo capital pertencia 50/50 (segundo declaravam), aos Moreira Salles, ligados ao grupo Rockefeller (EUA), e à Molybdenum Corp (EUA). A segunda mina é da Anglo-American (Inglaterra), em Catalão (GO).
A participação dos Moreira Salles na CBMM caiu, este ano, para 20% com a venda de 15% a japoneses e sul-coreanos, e de 15%, por US$ 2 bilhões,  a um grupo chinês.
Quatro herdeiros do grupo Moreira Salles estão entre os bilionários do mundo, da revista Forbes. Os quatro totalizam US$ 10,6 bilhões, mesmo antes de vender ações aos asiáticos. Se os laranjas acumularam fortunas desse porte, quanto terão abocanhado as corporações transnacionais que os empregam?
Os brasileiros precisam informar-se e reverter a lastimável situação de  saqueio dos recursos naturais do País, que está afundando no atraso e na pobreza, e paga os juros mais altos do mundo e impostos absurdos, embora seu território tenha a maior dotação de terras aproveitáveis, de água e de sol de todo o Planeta, além de subsolo riquíssimo em minerais preciosos e estratégicos.
(Este é o último texto do Nióbio, revisado por Adriano Benayon em 28/12/2011)
*Doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, ex-diplomata do Itamarati e autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”.
e-mail: abenayon.df@gmail.com



25 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por augusto josé sá campello, em 05/01/2013 às 18:36

Boa tarde. Em uma outra postagem recente sobre o Nióbio, coloquei uma "casca de banana". Falei em Grafeno. Não é minério. É um sintético, à base de carbono. Aos poucos a demanda por terras raras e/ou minérios estratégicos está sendo atendida por novos sintéticos. O mercado que restará será marginal. Como é o caso da Mica. Hoje muito pouco usada. Subindo um patamar na escala, componentes eletrônicos, hoje são considerados commodities. Pouco importam as pitadas de terras raras neles incluídas e em processo de substituição por sintéticos. Ou seja,, vivemos tempos difíceis. Quem correu chegou. Quem não correu, já está na rabeira. Ajscampello

Por erikssom patos, em 01/01/2013 às 18:03

Jose Antonio, Os links que você apresentou diz em alguns deles que a Folha não futrica com o caso do Nióbio, mas futrica sim, veja o que diz a Folha em Novembro de 2002 depois das eleições para presidência e que o Lula foi eleito: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0511200201.htm Viu ai a cutucada feia?!!

Por José Antônio da Conceição, em 01/01/2013 às 19:03

@patos A visita de Lula (hospedagem também) foi tratada nos outros posts sobre o assunto, aqui mesmo no OP. - O link que você indicou é um "bate papo" do UOL, não é a opinião da folha, assinada por um de seus jornalistas ou editores. - Não fui EU quem indicou os links! Reproduzi (na íntegra) um artigo, inclusive os links que o artigo trazia!

Por augusto josé sá campello, em 01/01/2013 às 15:34

Boa tarde. É, o Nióbio. Em minas Gerais o que está em lavra (extração) é ferro-nióbio. Há décadas. Catalão/Goiás, me parece mais recente. As ditas "terras raras", basta dar uma olhada na Tabela Periódica. Alguns destes minérios têm uns nomes muito esquisitos. Beneficiamento, refino. Exige técnicas apuradas e caras. Não há e nunca houve interêsse e muito menos incentivo para PD neste campo. As famosas reservas, me perdoem, são velhas conhecidas de quem está afeito à atividade da mineração por aqui. Inclusive o Governo Federal e muitos estaduais. O que falta e sempre faltou? Uma política, uma estratégia de longo prazo. Que não se limite à prospecção e lavra e sim a todas as cadeias produtivas envolvidas. E, não valem pruridos deste ou daquele jaez. O uso final, na maioria dos casos, fica muito além de qualquer capacidade existente por aqui. Melhor exportar o minério já refinado. Quando este minério voltar embutido em produtos de alto valor agregado, considere-se que o preço de produtos industrializados vem caindo. Ajscampello

Por erikssom patos, em 01/01/2013 às 14:05

Capitão Caverna e Froes: Para ilustrar o extrativismo de nosso país e que somos eternos exportadores de commodities sem nenhum valor agregado, o Brasil IMPORTOU em determinado ano aí, mais de 65 toneladas aproximadamente de TÂNTALO na forma de CONDENSADORES por um valor de aproximadamente US$ 23 milhões de dólares dos países de Hong Kong, Coréia do Sul, Taiwan, Estados Unidos e Suécia. Enquanto o Brasil importou esses condensadores a esse valor, no mesmo período os expertos brasileiros (esperto no sentido de malandragem e pratica de corsários piratas) EXPORTOU mais de 300 toneladas de material primário – tântalo sem nenhum valor agregado – por aproximadamente US$ 2 milhões de dólares! É preciso dizer mais alguma coisa, depois de verificar que o valor agregado a 65 toneladas importadas chegou aproximadamente a 5 vezes mais em relação as 300 toneladas exportadas? É preciso dizer que os 23 milhões de dólares pagos em importações carregaram um valor agregado de aproximadamente 11,5 mais valores do que os 2 milhões de dólares das exportações?! Eu me rendo a burrice brasileira!

Por José Antônio da Conceição, em 01/01/2013 às 16:04

@patos Eriksson Patos: vale citar (pra refrescar a memória) - Pau Brasil (Caesalpinia echinata) camado pelos nativos de ibirapitanga- O Brasil ganhou este nome devido à madeira nobre, de alto valor econômico. Explorado durante 375 anos ininterruptos de forma desordenada e selvagem. O maior produtor mundial de Pau Brasil, atualmente, não é o Brasil. - Chico Mendes, seringueiro assassinado em 1988. O Brasil, principalmente durante a segunda grande guerra exportou látex e comprou pneus e outros produtos de borracha. - O Brasil desde a construção da hidrelétrica de Tucuruí, transformou-se em uma das únicas nações "exportadoras de energia" pela via da venda do alumínio, que demanda altas quantidades de energia até que o minério seja depurado e classificado como alumínio.

Por erikssom patos, em 01/01/2013 às 14:16

Vamos supor que por um decreto o governo a partir de amanhã passe o preço do nióbio a valer 12 vezes o valor de hoje, o que vai acontecer? Será que os importadores que compram do Brasil vão exportar os seus condensadores do mesmo preço para o Brasil. O Brasil tem tecnologia aqui para não ser necessário importar esses insumos desenvolvidos lá fora? Qual seria o melhor caminho para os brasileiros? Trabalhar duro na área de inteligencia e desenvolvimento industrial. Eu vejo todos os dias jovens e mais jovens se preparando para fazer concursos para o serviço publico, ralam em cursinhos preparatórios, existem uma verdadeira maratona pior do que as dos vestibulares para pegar uma vaga no serviço publico. Mas o engraçado é que eu não vejo esse mesmo rala a rala para entrar numa empresa privada de ponta, de tecnologia, numa industria dessas de pontas. Não tem, as que tem são pouquíssimas. Somos um povo burocrata, assistencialista, patrimonialista, acomodado.

Por erikssom patos, em 01/01/2013 às 11:26

Jornal da TV Anhanguera: Bom Dia Goiás - Reportagem sobre a extração de Nióbio em Catalão http://www.youtube.com/watch?v=q3NCIfScsLs Site do WikiLeaks ............................................................................................. A brigas a partes entre o Zé e o Froes é necessário dizer alguma coisa, primeiro sobre a pendenga deles, depois sobre a questão do Nióbio. Que a coisa é seria todo mundo sabe - o Zé sabe, o Froes sabe, a dona maria das traças também sabe - mesmo antes do Site do WikiLeaks ter revelado os documentos secretos contendo informações sobre o interesse de autoridades dos nortes americanos no minério (nióbio) brasileiro e que percorreu a imprensa nacional, principalmente a imprensa local de Minas Gerais e Goias (Veja matéria veiculada pela TV Anhanguera), bem antes, a exatos em 2005 foi ventilado no famoso mensalão(!) por Marcos Valério sobre um possível envolvimento do governo naquela época com contrabando deste mineiro por parte de integrantes do governo ou uma possível conivência pelo ilícito segundo as leis brasileiras. A grande pergunta que se faz é: até quando os brasileiros vão ser exportadores de commodities? Até quando os brasileiros vão continuar a dizer: o petróleo é nosso? O nióbio é nosso? etc? Hoje é o nióbio, e amanhã vai ser o que? O que a dona maria das tranças vai dizer para o seu neto? Será que ela vai dizer que ele é rico e não sabe? Será que ela vai dizer para ele que o nióbio foi roubado dos brasileiros assim como o ouro foi um dia? Será que ela vai dizer que nós brasileiros somos ricos porque temos o pré sal?! Temos o mineiro de ferro? A outra pergunta é: basta ser rico, ter minas e muitas jazidas disso e daquilo, mas não saber como agregar valor a esses produtos naturais? Basta o cara ter um poço de petróleo em seu quintal e dizer que agora ele está rico? É assim que nós brasileiros agimos, somos ricos, mas ricos de quê? Que a natureza é prodiga já sabemos, mas basta ela ser prodiga? O brasileiro não tem vocação para a industria, ele é extrativista por natureza, foi assim desdes nossos avos portugueses, e não é hoje diferente de ontem, até que deu uma melhoradinha(!) O que deveria ser feito com um metal raro desses? Sentar encima com um rifle cheio de balas e ficar vigiando para ninguém se aproximar? Continuar a nossa vidinha como a dona maria das tranças e esquecer, e deixar que a galera extrativista, pois essa é uma atividade econômica mais fácil de ser praticada, é mais antiga do que andar pra frente, continuar a vender o mineiro e ficarem bilionários? Ou, estatizar tudo e entregar a extração para o estado fazer o papel de continuar a comercialização do minério? Ou até mesmo o estado elevar os impostos encima dele até chegar ao ponto da atividade extrativa não ser interessante para o minerador? Ou ainda elevar o preço do minério ao ponto de estimular dos compradores a desenvolver outros produtos substitutos e o nosso perder o valor de mercado? Enfim, porque o brasileiro não agrega valor aos seus produtos naturais? Por que o brasileiro não tem vocação para a industria, inclusive para a industria da inteligencia?

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 13:45

@patos Esse é o ponto. Todos agem como se o Brasil estivesse com uma batata quente nas mãos, quando a situação é exatamente inversa.

Por Capitão Caverna, em 01/01/2013 às 12:05

@patos bem lembrado... Com tantas prioridades, porque não o investimento em pesquisa e Linda's de fomento para exploração e agregar valor ao NIóbio? Alguém sempre ganha dinheiro enquanto o povo brasileiro perde... É uma fórmula realmente conhecida... Boa argumentação

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 11:12

Diga-se de passagem, esse verdadeiro assalto às nossas reservas minerais no norte do país vem de longe. Lembram do projeto Jari, onde o milionário Ludwig se propunha a fabricar celulose? No subsolo das áreas do projeto havia reservas imensas de mica e bauxita, se não me engano, que foram dilapidadas pelo alemão. Também há reservas indígenas de Rondônia, estrategicamente localizadas acima de grandes jazidas de diamantes, igualmente surrupiados ilegalmente. Portanto, o nióbio não é novidade nenhuma. Não que devamos deixar de lado o seu caso, mas no Brasil há miríades outros casos de roubo das nossas reservas sem que se faça nada. É culpa do governo? É claro que sim, mas não só deste como de todos os outros, desde que Henry Ford veio aqui a pretexto de obter borracha. O assunto é sim, gravíssimo, e merece ser tratado com mais cuidado do que simplesmente ficar especulando sobre teorias conspiratórias elaboradas por qualquer um que se leia na internet.

Por erikssom patos, em 01/01/2013 às 11:54

@bobjaniak, para a esquerda tudo é conspiração das zelites(!) Mas o fato é que a nata empresarial brasileira é mesmo acomodada e gosta mesmo de ser extrativista e exportar fácil as commodities. Essa galera tem um lobby junto ao governo para facilitar as coisas nas áreas fiscais e das concessões. Enfim o pessoal são extrativistas natos(!) Se assemelham aos corsários ingleses em relação as riquezas do solo brasileiro (o governo ingleses estimulou a pirataria por meios dos corsários para saquear navios espanhóis e portugueses carregados de mercadorias) com isso ela se tornou a dona dos mares, virou potencia marítima. O mais incrível é que o estado brasileiro apesar de ser um estado interventor ele não tem uma estrategia de governo para com as suas riquezas naturais, ele não tem um rumo politico, o que prevalece é uma pratica de uma atividade de corsários piratas. Não há uma mentalidade industrial e cientifica que gravita em torno dos recursos naturais do território brasileiro. Vendem a commoditie para o exterior por 1 e depois compra de volta em forma de outro insumo desta mesma commoditie no valor de 20, ou até 30 ou mais de valor agregado.

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 12:47

@patos Tanta intervenção na indústria e o descaso total com o setor primário é um paradoxo que fede à incompetência.

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 10:27

Eu não sei se vocês notaram, mas eu NÃO falei em nióbio. Eu apenas me referi à fonte usada pelo Zé. Primeiro, vem de um site chavista, um absurdo em si mesmo, depois Adriano Benayon é mais um esquerdinha daqueles que veem conspiração por todos os lados, com o intuito de derrubar o (des)governo que aí está, como dizer que "a oligarquia financeira e midiática local está promovendo a desestabilização dos atuais ocupantes do Executivo federal" que e "os casos de corrupção têm dossiês prontos", como no artigo que ele escreve hoje no site "Pátria Latina", cujo nome já não indica coisa boa. Leiam uma parte: "21. Do lado político, a oligarquia financeira e midiática local - subordinada à oligarquia financeira mundial – está promovendo a desestabilização dos atuais ocupantes do Executivo federal, como bodes expiatórios “responsáveis” pelo descalabro que se avizinha, com qualquer curso na política econômica. 22. Os casos de corrupção têm dossiês prontos, à espera da hora propícia para virem à tona. Seus personagens pertencem aos mais variados partidos, pois a corrupção é intrínseca ao sistema concentrador. Ainda mais, nos países periféricos, riquíssimos em recursos naturais, e com mercado de razoável dimensão, como o Brasil, presa de colossal saqueio. 23. Tais casos vêm a público, como o do mensalão, punido pelo STF - afora os demais que estão vindo - sempre que o sistema de poder real decide afastar do poder oficial um “governante” – não necessariamente resistente àquele sistema - cuja queda lhe seja de interesse. 24. Serve para desviar o foco das reais causas do desastre econômico e social, e também para podar as asas de “governantes” que alcançaram ou almejam grande popularidade, além de abrir as portas do “governo” para outros agentes não menos corruptos e mais entreguistas. Carreiristas de qualquer partido, desde que aprovados pela oligarquia mundial, podem desempenhar esse papel. 25. Fica fácil concluir que a indispensável transformação da estrutura econômica só é possível juntamente com a substituição das instituições políticas (e vice-versa)." Por aí vocês podem ter uma noção de quem é a "peça". Repito: eu não falei em nióbio e nem tampouco nego que o problema exista, acontece que para que se possa debater assuntos sérios é necessário que as fontes sejam idôneas e não ideologicamente perturbadas, misturando alhos com bugalhos.

Por regina oliveira, em 01/01/2013 às 12:45

@bobjaniak ah agora compreendi o seu espanto! 1-existe uma verdade 2-a forma de se demonstrar esta verdade pode ser uma inverdade?

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 13:48

@reco Não Regina. Inverdade não, mas é uma verdade fantasiada, uma meia verdade, Já dizia Millôr: o perigo das meias verdades é a parte das meias mentiras.

Por José Antônio da Conceição, em 01/01/2013 às 01:29

Esta parte aqui, passou "despercebida" pelo Ricardo Froes (intencionalmente?) Eu disse que este é o QUARTO post sobre o mesmo assunto (pode até ser o quinto). Publicados por pessoas diferentes, que nem se conhecem pessoalmente! Qual o motivo de uma "mentira" (segundo o Ricardo Froes) ser constantemente citada por pessoas diferentes? Só "Froesd" explica! (Caso ele tenha vergonha na cara e coragem para tanto)!

Por Ricardo Froes, em 01/01/2013 às 10:34

@joseantonio400 Vergonha na cara não é o seu forte, meu caro. Você, que não tem critérios para avaliar as coisas por absoluta falta de inteligência e falha de caráter, é a última pessoa que deveria falar em vergonha na cara dos outros. Taí em cima a minha resposta que, se você não fosse um analfabeto funcional, a dispensaria, Quando eu falo sobre alguma coisa, eu vou fundo em cima das fontes e não me limito a apenas repetir textos sem sequer entendê-los, como você o faz. Troca essa coruja por um papagaio...

Por José Antônio da Conceição, em 01/01/2013 às 00:58

INDICADOS PELO ARGENTO: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ni%C3%B3bio http://niobiodobrasil.blogspot.com.br/ http://www.youtube.com/watch?v=a2AEeIpvXwE http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17578 http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/ministerio-publico-estadual-de-olho-no-niobio-de-araxa-1.53465 http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/realidade-e-ficcao-na-novela-do-niobio/ http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/ Mais? … basta procurar na Internet. – Njóbio é, sim, uma Caixa Preta.

Por roberto argento filho argento, em 31/12/2012 às 23:38

Não sei "por quê cargas d'água" não consegui publicar, aqui, meu comentário. Entre outras, recebi, de retorno que o site não estava disponível. Insistindo, retorno "word press" de comentário duplicado ... após, fi-lo como Post. Nióbio parece ser, além da Caixa Preta, TABÚ

Por Ricardo Froes, em 31/12/2012 às 18:58

Senhoras e senhores: Deem uma olhada nos títulos dos posts e em alguns dos seus intróitos do “Midiacrucis's Blog”, de onde o Zé Antônio tirou essa teoria da conspiração da pior qualidade. Antes de começar, a apresentação do blog: “Sobre midiacrucis Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.” É mole? Agora vamos ao besteirol propriamente dito: “Ser Chavista implica una conexión amorosa con un líder político que no nos ha traicionado” (Ser Chavista es saber que el Poder nos pertenece como pueblo y no a los ricachones; es sentirnos respetados en nuestra diversidad cultural y social. Ser Chavista, es ser consciente de que el ingreso nacional es para todos y todas; es tener la solidaridad humana como un valor supremo. Ser Chavista, es sentirnos parte de una fuerza ética para la vida, para la emancipación de los pueblos, para la unión Suramericana, para lo grande, para lo hermoso como no los enseñó nuestro Padre Simón Bolívar. Ser Chavista, es ser irreverente frente al poder de la dominación. Ser Chavista, es pensar y hacer desde la Izquierda.) “Comunicado de Hugo Chávez aos venezuelanos” “Memória: 1996 Lula fala sobre a compra de FHC de deputados e partidos” “As chances que o STF perdeu de se mostrar isento” (Reproduzo do blog do Nassif dica @eduardolm17 As chances que o STF perdeu de se mostrar isento O Escritor Toda crítica baseia-se em parâmetros, critérios e valores que teriam sido desrespeitados por quem as recebe.) “Gurgel e Joaquim uma dupla “esperta” e da pesada” (A verdade é que o Judiciário quer governar o Brasil. E os barões da imprensa também. Porém, as funções de juízes e procuradores não são talhadas para tanto. Eles são funcionários públicos importantes, de alta hierarquia, mas não aptos o suficiente para governarem o País, até porque são nomeados e por isso não podem assumir o papel daqueles que se submeteram ao sufrágio universal.) Fala sério! Há alguma condição de se acreditar em um blog Chavista que reproduz até textos do Nassif? Há alguma condição de se acreditar no Zé Antônio? É uma piada ambulante!

Por Capitão Caverna, em 01/01/2013 às 09:59

@bobjaniak nesse caso, não é teoria da conspiração, não... incluo na discussão a região da "Cabeça do Cachorro" em Roraima, estimada como a maior reserve de Nióbio do planeta, e alvo de movimentos separatistas usando como desculpa a criação de uma nação indígena. Esse movimento e ataque a nossa soberania, com segundas intenções, buscando nosso minério, foi denunciado pelo Gen. Heleno, já alguns anos...

Por regina oliveira, em 01/01/2013 às 01:49

@bobjaniak amanhã conversamos.O niobio é coisa séria.E não compreendi nada do seu post.Quem falou o que?

Por José Antônio da Conceição, em 01/01/2013 às 00:56

@bobjaniak Em um dos posts anteriores sobre o Nióbio, comentei que já prestei serviços dentro da CBMM nos anos 80.Deu prá perceber os critérios diferentes dos critérios empresariais brasileiros e a grana que abunda por lá! Você é acionista? Ganha algum "por fora"? Vale a pena? Deve valer, basta ler a tentativa de DESQUALIFICAR, que você insiste em fazer! Ninguém faria isso gratuitamente!

Por José Antônio da Conceição, em 31/12/2012 às 18:35

Pelas minhas contas, este é o quarto post sobre o Nióbio aqui no OP. Eu, volto ao assunto pela segunda vez. A Elza já insistiu no mesmo assunto por duas vezes, segundo me lembro. Outra Observadora (que não me lembro o nome ou nick - peço desculpas) também já publicou este tema do Nióbio vendido a preço de banana.