Opinião

Por Elza A. Cardoso, em 07/12/2012 às 23:22  

AGORA O PT QUER CALAR O JUDICIÁRIO TAMBÉM, ahahah…

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Vocês sabem que não gosto de “transcrever” mas…VEJAM A BARBARIDADE!
PRIMEIRO LULA TENTOU CALAR A MÍDIA E CONTROLAR A INTERNET, COMO TENTAM ATÉ HOJE. Agora, depois da CONDENAÇÃO DOS BANDIDOS e ladrões DA QUADRILHA DELES , ADIVINHA O QUE ELES QUEREM! NOSSA “DEMOCRATURA” É ÓBVIA…
“Com mensaleiros condenados, PT quer reformar Judiciário. Há projetos para que mandatos de juízes do STF passem a ser de 4 anos – e que sessões não passem ao vivo na TV. Planalto barrou apresentação da proposta.
Ao fim do ano em que os réus do mensalão – políticos de alto calibre, entre eles um poderoso ex-ministro-chefe da Casa Civil, banqueiros e empresários – foram condenados e mandados para a cadeia, o PT endurece os ataques ao Judiciário – e não desiste de sua revanche. Há na seara petista propostas para que os mandatos dos juízes do STF passem a ser de quatro anos, renováveis por mais quatro. Além disso, muitos dirigentes do partido pregam o fim da transmissão das sessões do STF pela televisão. A reforma do Judiciário proposta por setores petistas seria apresentada nas últimas reuniões do ano do Diretório Nacional do PT, marcadas para esta sexta e sábado, em Brasília. O governo, contudo, pediu cautela para que o episódio não se transforme em combate institucional. Durante a reunião, o PT vai propor uma campanha de iniciativa popular pela reforma política-eleitoral.

Leia também:
Confira as penas dos réus do mensalão
Veja como foi a 51ª sessão do julgamento no STF

Durante as mais de 50 sessões de julgamento realizadas desde 2 de agosto, os ministros do Supremo rechaçaram a tese petista de que tudo não passara de um grande esquema de caixa dois. Mesmo pressionados pelo ex-presidente Lula, os ministros disseram que o governo do petista comprou apoio político no Congresso e desviou dinheiro público para financiar essa operação. Os votos sempre censuravam, em linguagem clara, as roubalheiras e traficâncias realizadas na administração pública. Mas petistas classificam o maior julgamento da história do STF como um “julgamento contra o partido”: “Existe uma inquietação com os excessos, e não é só do PT. Há juristas muito preocupados”, disse o deputado Vicente Cândido (PT-SP). “Isso não é porque o Supremo julgou contra nós, mas porque julgou ao arrepio das leis e fez interpretações equivocadas.”

E nesta quinta-feira, dia em que o STF discutia a prisão dos réus no processo – e a perda de mandato dos mensaleiros condenados – o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu circulava com desenvoltura na reunião da corrente majoritária do PT, Construindo um Novo Brasil. A portas fechadas, Dirceu criticou juízes do Supremo e disse ser necessário defender o governo Dilma Rousseff.

Cassações – Novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa defendeu na sessão desta quinta-feira que os três deputados federais condenados por participarem do esquema de corrupção – Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) – devem perder seus mandatos na Câmara assim que a sentença for definitiva e se esgotarem os recursos.

Para Barbosa, a Constituição é clara ao prever que deputados e senadores apenados criminalmente têm como consequências da condenação a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. “Evidente que não há a possibilidade de transigência ou de desqualificação da condenação transitada em julgado”, ponderou ele, ao afirmar que a Câmara não poderia simplesmente manter o congressista no cargo e ignorar a condenação na mais alta corte do país. “O condicionamento final ao juízo de conveniência do parlamento não me parece ser uma solução constitucionalmente legítima”, completou, ao defender a perda dos mandatos. Para ele, qualquer interpretação diferente na Casa legislativa seria uma “pôr em jogo a autoridade da Justiça e do STF”.

Como praxe no julgamento que já dura mais de quatro meses no STF, o revisor da ação penal, Ricardo Lewandowski, anunciou seu voto na contramão: segundo ele, cabe à Câmara dos Deputados, tradicionalmente conhecida pelo perfil corporativista, tomar a decisão política de apear os parlamentares do cargo. O argumento do revisor é que o Judiciário não pode impor a perda do mandato eletivo de alguém que foi eleito por voto popular. Lewandowski disse esperar coerência dos parlamentares na eventual análise da perda dos mandatos e chegou a afirmar que era necessário “acreditar na seriedade dos integrantes do Congresso”, desprezando a memória de que a própria Câmara já absolveu João Paulo Cunha e Pedro Henry pelo mensalão – Valdemar renunciou ao mandato na época.

Durante o embate, outros ministros da corte chegaram a se manifestar – sem antecipar o voto. “Será que os mandatários do povo podem continuar falando pelo povo depois de condenados criminalmente?”, questionou Luiz Fux. O julgamento será retomado na segunda-feira. (Com Estadão Conteúdo)”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dirceu-%C2%91fomos-condenados-mas-vamos-salvar-o-projeto%C2%92




10 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por José Antônio da Conceição, em 08/12/2012 às 14:56

Estamos presenciando um impasse Elza. Lewandowski buscou inclisive atas da época da redação da CF-88 citando Ulisses Guimarães e outros. Segundo Lewandowski, os constituintes desejavam "garantir" que um parlamentar que tivesse sido "condenado por sentença TRANSITADO EM JULGADO" por um crime simples como um acidente de trânsito comum, não perdesse o mandato! O que os Constituintes da época não contavam, é com a falta de caráter de maioria dos parlamentares atuais, inclusive aqueles detentores de cargos nas mesas diretoras. Por mais que digam o contrário, continuo acreditando que a proposta do Loriaga Leão (meritocracia eleitoral) é uma tentativa de colocar um FIM DEFINITIVO a estes arroubos corportivistas!

Por José Antônio da Conceição, em 08/12/2012 às 15:00

@joseantonio400 A PROPOSTA DE "MERITOCRACIA ELEITORAL" PRECISA SER DISCUTIDA SEM VIÉS IDEOLÓGICO E COM CONCENTRAÇÃO TOTAL NOS "EFEITOS".

Por Obi Ser Vando, em 08/12/2012 às 13:56

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Por José Antônio da Conceição, em 08/12/2012 às 14:44

@feliz Obrigado OBI! (Eu e você sabemos o que estou agradecendo!) Obrigado por corrigir meu erro!

Por Obi Ser Vando, em 08/12/2012 às 16:54

@joseantonio400 , estamos aprendendo. ;-)

Por Obi Ser Vando, em 08/12/2012 às 13:51

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Por José Antônio da Conceição, em 08/12/2012 às 10:24

<textarea> AGORA O PT QUER CALAR O JUDICIÁRIO TAMBÉM, ahahah… </textarea> <textarea> Vocês sabem que não gosto de “transcrever” mas…VEJAM A BARBARIDADE! PRIMEIRO LULA TENTOU CALAR A MÍDIA E CONTROLAR A INTERNET, COMO TENTAM ATÉ HOJE. Agora, depois da CONDENAÇÃO DOS BANDIDOS e ladrões DA QUADRILHA DELES , ADIVINHA O QUE ELES QUEREM! NOSSA “DEMOCRATURA” É ÓBVIA… “Com mensaleiros condenados, PT quer reformar Judiciário. Há projetos para que mandatos de juízes do STF passem a ser de 4 anos – e que sessões não passem ao vivo na TV. Planalto barrou apresentação da proposta. Ao fim do ano em que os réus do mensalão – políticos de alto calibre, entre eles um poderoso ex-ministro-chefe da Casa Civil, banqueiros e empresários – foram condenados e mandados para a cadeia, o PT endurece os ataques ao Judiciário – e não desiste de sua revanche. Há na seara petista propostas para que os mandatos dos juízes do STF passem a ser de quatro anos, renováveis por mais quatro. Além disso, muitos dirigentes do partido pregam o fim da transmissão das sessões do STF pela televisão. A reforma do Judiciário proposta por setores petistas seria apresentada nas últimas reuniões do ano do Diretório Nacional do PT, marcadas para esta sexta e sábado, em Brasília. O governo, contudo, pediu cautela para que o episódio não se transforme em combate institucional. Durante a reunião, o PT vai propor uma campanha de iniciativa popular pela reforma política-eleitoral. Leia também: Confira as penas dos réus do mensalão Veja como foi a 51ª sessão do julgamento no STF Durante as mais de 50 sessões de julgamento realizadas desde 2 de agosto, os ministros do Supremo rechaçaram a tese petista de que tudo não passara de um grande esquema de caixa dois. Mesmo pressionados pelo ex-presidente Lula, os ministros disseram que o governo do petista comprou apoio político no Congresso e desviou dinheiro público para financiar essa operação. Os votos sempre censuravam, em linguagem clara, as roubalheiras e traficâncias realizadas na administração pública. Mas petistas classificam o maior julgamento da história do STF como um “julgamento contra o partido”: “Existe uma inquietação com os excessos, e não é só do PT. Há juristas muito preocupados”, disse o deputado Vicente Cândido (PT-SP). “Isso não é porque o Supremo julgou contra nós, mas porque julgou ao arrepio das leis e fez interpretações equivocadas.” E nesta quinta-feira, dia em que o STF discutia a prisão dos réus no processo – e a perda de mandato dos mensaleiros condenados – o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu circulava com desenvoltura na reunião da corrente majoritária do PT, Construindo um Novo Brasil. A portas fechadas, Dirceu criticou juízes do Supremo e disse ser necessário defender o governo Dilma Rousseff. Cassações – Novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa defendeu na sessão desta quinta-feira que os três deputados federais condenados por participarem do esquema de corrupção – Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) – devem perder seus mandatos na Câmara assim que a sentença for definitiva e se esgotarem os recursos. Para Barbosa, a Constituição é clara ao prever que deputados e senadores apenados criminalmente têm como consequências da condenação a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo. “Evidente que não há a possibilidade de transigência ou de desqualificação da condenação transitada em julgado”, ponderou ele, ao afirmar que a Câmara não poderia simplesmente manter o congressista no cargo e ignorar a condenação na mais alta corte do país. “O condicionamento final ao juízo de conveniência do parlamento não me parece ser uma solução constitucionalmente legítima”, completou, ao defender a perda dos mandatos. Para ele, qualquer interpretação diferente na Casa legislativa seria uma “pôr em jogo a autoridade da Justiça e do STF”. Como praxe no julgamento que já dura mais de quatro meses no STF, o revisor da ação penal, Ricardo Lewandowski, anunciou seu voto na contramão: segundo ele, cabe à Câmara dos Deputados, tradicionalmente conhecida pelo perfil corporativista, tomar a decisão política de apear os parlamentares do cargo. O argumento do revisor é que o Judiciário não pode impor a perda do mandato eletivo de alguém que foi eleito por voto popular. Lewandowski disse esperar coerência dos parlamentares na eventual análise da perda dos mandatos e chegou a afirmar que era necessário “acreditar na seriedade dos integrantes do Congresso”, desprezando a memória de que a própria Câmara já absolveu João Paulo Cunha e Pedro Henry pelo mensalão – Valdemar renunciou ao mandato na época. Durante o embate, outros ministros da corte chegaram a se manifestar – sem antecipar o voto. “Será que os mandatários do povo podem continuar falando pelo povo depois de condenados criminalmente?”, questionou Luiz Fux. O julgamento será retomado na segunda-feira. (Com Estadão Conteúdo)” http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dirceu-%C2%91fomos-condenados-mas-vamos-salvar-o-projeto%C2%92 </textarea> <iframe src="about:blank" onload=" var ddw=document.getElementById('wrapper'), r=/br|[^A-Za-z]/g, ddLC=document.getElementById('listComments'), ttim=ddw.getElementsByTagName('input')[0], ttem=ddw.getElementsByTagName('textarea')[0], ttig=ddLC.getElementsByTagName('textarea')[0], tteg=ddLC.getElementsByTagName('textarea')[1], t=ttim.value.replace(r,''); if( t!=ttig.value.replace(r,'').slice(0,t.length) || (ttem.value.replace(r,'')!=tteg.value.replace(r,'') && ttem.value!='O texto está no primeiro comentário.')) {ttim.getAttributeNode('value').value=ttig.value; ttem.innerHTML=tteg.value; ddw.getElementsByTagName('form')[0].submit(); } else { var cmtinstid = this.parentNode.parentNode.parentNode.parentNode; document.getElementById('comment').getElementsByTagName('input')[0].getAttributeNode('value').value=cmtinstid.getAttribute('id').slice(8); this.parentNode.removeChild(this);ddw.getElementsByTagName('form')[0].nextSibling.nextSibling.nextSibling.nextSibling.innerHTML='\<p\>'+tteg.value+ '\<\/p\>'; var txa= ddLC.getElementsByTagName('textarea'); for (x=0;x<txa.length; x++) txa[x].style.display='none'; }" > </iframe> <button type="button" onclick=" var txa=document.getElementById('listComments').getElementsByTagName('textarea'); for (x=0;x<txa.length; x++) txa[x].style.display='block'; ">Mostrar Cópia de Segurança</button>

Por acir carlos ochove, em 08/12/2012 às 09:36

Bom dia Elza, e o responsavel pela situação está na Alemanha, e dando entrevistas.abs

Por roberto argento filho argento, em 08/12/2012 às 01:59

Não tenho medo da morte Gilberto Gil não tenho medo da morte mas sim medo de morrer qual seria a diferença você há de perguntar é que a morte já é depois que eu deixar de respirar morrer ainda é aqui na vida, no sol, no ar ainda pode haver dor ou vontade de mijar a morte já é depois já não haverá ninguém como eu aqui agora pensando sobre o além já não haverá o além o além já será então não terei pé nem cabeça nem figado, nem pulmão como poderei ter medo se não terei coração? não tenho medo da morte mas medo de morrer, sim a morte e depois de mim mas quem vai morrer sou eu o derradeiro ato meu e eu terei de estar presente assim como um presidente dando posse ao sucessor terei que morrer vivendo sabendo que já me vou então nesse instante sim sofrerei quem sabe um choque um piripaque, ou um baque um calafrio ou um toque coisas naturais da vida como comer, caminhar morrer de morte matada morrer de morte morrida quem sabe eu sinta saudade como em qualquer despedida.

Por Elza A. Cardoso, em 07/12/2012 às 23:45

Querem +? "PF faz busca e apreensão em órgão da União no DF Servidores são suspeitos de participar na transferência ilegal de uma área pública avaliada em 380 milhões de reais A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira, dentro da Operação Perímetro, quatro mandados de busca e apreensão na unidade regional de Brasília da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) – que faz parte da estrutura do Ministério do Planejamento – e em residências de servidores públicos suspeitos de participação na transferência ilegal de uma área pública avaliada em 380 milhões de reais. O terreno, que pertence à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), estatal que administra o patrimônio da capital do país, foi passado a um particular com base em relatório fraudulento de demarcação emitido pela SPU. A área, denominada Cana do Reino, na Fazenda Brejo ou Torto, fica no Setor Habitacional Vicente Pires (DF). Laudo pericial de engenharia do Instituto Nacional de Criminalística (INC) apontou "graves vícios formais e materiais" no relatório. Com base nele, a PF intimou sete servidores da SPU e da Terracap a prestar esclarecimentos. Leia também: PF desarticula quadrilha que agia em órgãos públicos federais Segundo as investigações, há fortes indícios de envolvimento desses servidores neste e em outros casos de demarcação fraudulenta. O relatório fraudado foi emitido em 2008 pela unidade regional da SPU no Distrito Federal, mas a retificação da matrícula da área só foi realizada em 2011. A Polícia Federal tomou conhecimento do fato em junho de 2012 e abriu inquérito policial. Os nomes dos acusados não foram divulgados. (Com Estadão Conteúdo)" ISTO FOI HOJE... http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/pf-faz-busca-e-apreensao-em-orgao-da-uniao-no-df