Opinião

Por José Antônio da Conceição, em 23/01/2013 às 21:46  

“Capitalismo” entre aspas, pode, né Froes?

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CRÍTICA AO “CAPITALISMO”

Ricardo Froes disse, em outro post, que “capitalismo” (entre aspas) pode!

Então:

MINHA FACA QUEBROU!

Em 32 passos, documentei COMO me recusei a comprar outra!

 




36 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por augusto josé sá campello, em 01/02/2013 às 16:11

Boa tarde. Poderia ir um tanto longe nesta discussão. Por exemplo, citando que o material com o qual foi fabricado o bendito cabo da bendita faca, tem, quase certamente algo a liga-lo ao complexo petroquímico, umbilicalmente ligado à nossa querida petrossauro. Mas, o cerne da discussão são as mazelas e virtudes do asqueroso capitalismo. Bem quanto a isto, minha opinião não mudou : o capitalismo pestilento morreu. Num passado distante, o capitalista fabricava algo que se quebrava e ...babau. O preju era do "consumidor". Faz tempo que não é mais assim. Ate´mesmo aqui na terra brasilis. O conceito vigente tem algo de saintexupiriano : você é eternamente responsável pelo que ....fabrica. Outro conceito basilar que mudou foi o de capital. No tempo do selvagem, capital era grana. Própria ou do banco ou do governo, e as indefectíveis misturebas disto. Hoje, não mais. Capitalista que se preza lida com diversos tipos de capital/grana e diversos outros. Como capital humano. E outros quase intangíveis como imagem interna e externa. Bem, a lista, que deve ser bem articulada internamente, para que se possa definir o que é capitalismo de hoje, é extensa. Minha tendência é a de concordar com alguém aí em baixo que disse que aqui no nosso País capitalismo é algo meio fora do esquadro. No momento, há mesmo uma esquisita recaída na mais pura administração direta e indireta de preços. Se o sistema VIGENTE ( E PASSADO) FOSSE CAPITALISTA, ISTO - ADMINISTRAÇÃO DE ´DE PREÇOS, seria impensável. O tal do mercado reagiria com fúria animal e quem tentou administrar preços, escancaradamente, seria empurrado porta a fora. Mas...figuras do mais arcaico modelo coronelista são eleitas para mandar no nosso congresso. Coronelista : faço o que quero e f...-se o resto. Ajscampello

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 14:11

Eriksson Patos disse: (vide o contexto - 11:40 o Zamprogno, 12:13 eu, 13:21 o Eriksson) "Zé, mais claro do que o Sergio Zamprogno foi na opinião dele é impossível, mas mesmo assim você conseguiu enveredar por um labirinto e amaranhado de situações sem nenhuma causa de nexo com o capitalismo." ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Equivaleria então a dizer que os EFEITOS e CONSEQUÊNCIAS que apontei, não são EFEITOS e CONSEQUÊNCIAS do sistema econômico que chamamos de capitalismo? ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- São EFEITOS e CONSEQUÊNCIAS de que então Patos? Não é um "labirinto e amaranhado de situações sem nenhuma causa de nexo com o capitalismo", são efeitos e consequências! Só isso: EFEITOS e CONSEQUÊNCIAS!

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 14:13

@joseantonio400 Diga DE ONDE SE ORIGINAM estes efeitos e consequências, por favor! (Sem tergiversar e sem complicar mais ainda a questão)!

Por erikssom patos, em 24/01/2013 às 12:51

Jose Antonio, até que eu te entendo, mas você já parou para pensar (deixa no canto a tal de ideologia!) que esvazes o seu alvo de critica à economia capitalista está totalmente despropositado, fora de foco? Afinal de contas o que tem haver o capitalismo com o cabo da sua faca?! Veja que eu NÃO disse: OS CABOS DAS FACAS, mas "O CABO DA FACA" no singular. Você tem de decidir o quer criticar para ver se o objeto da critica procede. Eu tenho em meu domicilio, por exemplo, duas facas de cozinha para corte de carne, verduras em geral, etc, da marca Tramontina. Essas duas peças já tem mais 10 anos de uso, e nunca deram problemas, nem no que se refere ao aço de que suas laminas são feitas, nem quanto ao cabo. Como consumidor as classifico como de ótima qualidade e acho que valeu o que paguei nelas (estão cumprindo a função plenamente e com grande durabilidade - custo beneficio ótimo), se o capitalismo dependesse dessas duas facas que tenho em minha cozinha já está aprovado! Você nem se quer mencionou a marca das facas, talvez você comprou no mercado paralelo vai lá saber! Mai uma, lembre se que existe normas técnicas no país para tudo ok? Para o fabrico de facas também tem normas técnicas nos mínimos detalhes, não se esqueça disso. A coisa não é feita na oreia não! Também lembre se que existe um órgão de certificação de qualidade, ok? Não esqueça disso. Mais, não esqueça que a concorrência, o consumidor é a alma do negocio, ele é que manda no mercado, só sobrevive nele quem de fato quer servir o consumidor. Te dou razão nós brasileiros como consumidores somos mesmo pisados e maltratados. Por isso foi criado os órgãos de arbitragem do estado, que apesar de funcionar mal ainda nos serve até certo ponto com eficiência. Mais um detalhe, os tribunais de pequenas causas surgiram no governo do João Batista Figueiredo o qual montou um programa de desburocratização, cujo ministro foi Helio Beltrão. A criação desse serviço foi muito positivo, pena que o processo de desburocratização foi sepultado pelo estado.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 13:03

@patos Os "cartórios" foram o principal foco do Hélio Beltrão. "firma reconhecida" em cartório para "validar" a assinatura de um ser humano não existiria mais... se Hélio Beltrão tivesse conseguido a desburocratização pretendida! Fico Feliz, em ver que você começa a reconhecer a necessidade das normas e das regulações por parte do Estado! (Nem todas o Estado regulador está CONTRA o ser humano comum. pertencente ao povão). Vide meu comentário de (9:56). Não é só de "cabo de faca" que estou falando! Ciente de que estou parlamentando com pessoas inteligentes... sei que todos vocês SABEM que o "cabo da minha faca" é meu EXEMPLO para chamar a atenção para uma MONTANHA de assuntos maior e mais alta que o monte Everest!

Por erikssom patos, em 24/01/2013 às 13:27

@joseantonio400, mais tarde volto a comentar aqui neste post porque no memento não posso permanecer na net. Sobre a questão da arbitragem de conflitos comercial, e de certificados de qualidade, ok? Em resumo é necessário haver mesmo algum tipo de arbitragem, o que não dá para engolir são o monopólio de estado sobre isso.

Por Papa Tango, em 24/01/2013 às 12:41

Se o tempo empregado remendando a faca for convertido em moeda de acordo com o seu salário por hora resultar em um valor maior que o da faca no mercado então, a menos que você faça por hobby, você perdeu tempo e dinheiro. Uma faca destas deve custar no máximo R$ 20,00. Se você recebe R$ 10,00 por hora de trabalho, apenas como exemplo, uma faca nova custa 2 horas do seu trabalho. Provavelmente, você gastou muito mais que 2 horas remendando a faca, portanto, correu o risco de cortar um dedo, sujou o chão do barracão da marcenaria, cegou uma ou mais lâminas e ainda vai ter que desembolsar para comprar uma lata de verniz inteira que só vai ser usada no cabo da faca e depois perderá a validade antes que tenha uma nova serventia. Tudo isto para econominzar vinte reais. Eu fico imaginando se todos fizessem o mesmo que você e recuperassem coisas que poderiam ser descartadas. Imagine o presidente da Gilette reunindo todos seus funcionários e dizendo: - Pessoal, nossas atividades serão encerradas. Todos os homens do mundo já possuem um Prestobarba! Se você puder comprar uma faca nova, então compre a droga da faca. Lá na frente tem um pai de família trabalhando na linha de produção de facas que precisa muito de seu emprego. Não nos venha com esta mentalidade anti-consumista, pois é o consumo que move a máquina. Não é por outro motivo que os EUA, o maior país consumista do mundo, é também o país mais rico e desenvolvido do mundo. Eles não ficam remendando facas.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 12:54

@papatango Suas contas estão corretas! Porém, desejo lembrar-lhe que "mudanças de paradigmas" exigem sacrifícios! Seu relato é impecável! Especialmente a parte que afirma que "o consumo é que move a máquina"! Esta frase é o "xis" da questão! Somos uns quatro bilhões de seres humanos consumindo! Vamos incluir os outros 3 bilhões (que estão passando fome e morrendo de doenças curáveis) neste MARAVILHOSO mercado de consumo? Após a inclusão deles... TE JURO! ! ! Eu calo a minha boca... (inclusão verdadeira! moradia digna para todos! distribuição -equitativa- da renda para todos! saúde para todos! educação/ensino de qualidade para todos! direito ao lazer para todos! cultura para todos! e mais algumas coisainhas...)

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 13:33

@joseantonio400 Não Papa Tango! O que eu quero é inclui-los por meio de uma distribuição mais equitativa da renda e riquezas (renda e riquezas estas, que eles ajudam a produzir). Ou seja: INVERTER o sistema. (Colocar um sistema concentrador de renda na condição de DISTRIBUIDOR de renda). Alacançado isso, calo a minha boca!

Por Papa Tango, em 24/01/2013 às 13:27

@joseantonio400 Você quer incluir os tais 3 bilhões de desafortunados remendando facas? Se você criar barreiras às cadeias de consumo, no final acabará excluíndo mais pessoas tornando-as ociosas.

Por Ricardo Froes, em 24/01/2013 às 12:04

Faça como um amigo meu: compre facas artesanais dos gaúchos Sandro Boeck e Rodrigo Sfreddo, por mais de 2 mil reais cada...

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 12:23

@bobjaniak Será a opção... no dia em que os "fabricantes de facas descartáveis" forem colocados na cadeia, onde é o lugar dos desonestos e também daqueles que atentam contra a economia popular! Mas fique tranquilo! Quando estes falsários irem para a cadeia, dentro de pouco tempo existirão no mercado as facas mineiras marca JAC, feitas com engenharia verdadeira, com o mesmo metal das facas atuais e muito mais duráveis. Ao um preço entre R$ 30,00 e R$ 50,00 um jogo de três elegantes e duráveis facas! ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- A propósito... Você é acionista de algum fabricante de facas (ou outro produto qualquer) completamente descartável?

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 13:19

@patos Amigo Ériksson Patos... Não se esqueça que sou desenhista-projetista. Trabalhei na primeira empresa de engenharia ainda com 17 anos! Sou um dos maiores leitores de NORMAS TÉCNICAS! Aliás, nos anos 70, tínhamos outra definição para a sigla ABNT. Chamávamos os livrinhos de ABNC (Associação Brasileira de Normas Copiadas), devido ao tanto de aberrações que existiam lá dentro. (Os copiadores se esqueciam de que detrminadas normas criadas para países frios -com inverno super rigoroso- não seriam aplicáveis em país parte equatorial e parte tropical! Felizmente, já estamos caminhando melhor (paramos de engatinhar) nesta questão de normatização técnica! Saiba que as facas JAC além de atenderem às normas técnicas, ainda incluirão outras novidades (características de quem sabe que "engenheiro" é aquele que "pensa - engenha" coisas novas destinadas a melhorar a vida dos seres humanos!

Por erikssom patos, em 24/01/2013 às 13:06

Zé, você é daqueles fiscais do Sarney?! Meu caro, logo você que critica tanto as ideologias, critica tanto o capitalismo e não sabe certificar se tem uma ideologia por trás de uma simples expressão ou alocução verbal? Você sabe quando surgiu essa ideia de "economia popular"? Quando foi criado a lei delegada? Eu só vou comprar as facas JAC, se tiverem o selo de certificação do Inmetro e de acordo com as normas técnicas brasileiras! http://www.inmetro.gov.br/

Por Sergio Zamprogno, em 24/01/2013 às 11:40

Pelo jeito você ainda não compreende o que é capitalismo. Se desejasse entede-lo, você poderia aproveitar essa oportunidade para competir com esse fabricante que não é capaz de produzir coisas de qualidade. Se vivesse num pais capitalista, não encontraria resistência do governo e seria muito bem recompensado por oferecer um produto de qualidade para a população. No entanto essa não é a realidade por aqui, e se você tentar comercializar a algo, será punido com milhões de impostos e regulamentações criadas para dificultar a competição de pequenos inovadores. Num sistema capitalista tambem existem os que não conseguem produzir com qualidade. No entanto, como os grandes não são protegidos pelo governo da competição dos menores, sempre existem mais opções de fornecedores e os que não conseguem oferecer produtos de qualidade não conseguem sobreviver por muito tempo.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 12:13

@szamp Eu, CONSIGO compreender o que é capitalismo sim! Exatamente da maneira que você explicou! Porém, diferentemente de você, procuro também exergar TODOS os efeitos (consequências) deste sistema econômico na vida dos seres humanos. Quando analiso TODAS as consequências, é inevitável enchergar que quando as vendas decaem um pouquinho o primeiro "corte de custos" é providenciado diminuindo o número de funcionários. Pouco tempo depois pode-se perceber no social, as consequências do desemprego! Outra consequência (efeito) que salta aos olhos é a necessidade de CRESCIMENTO CONTÍNUO e a cada dia mais acelerado, levado a cabo como se não existissem limites! Principalmente limites na transformação de matérias em produtos, que irão gerar as montanhas de lixo que já conhecemos! Levado a cabo como se não existissem limites na geração de energia! Como se já tivéssemos solucionado a questão de como nos livrar do lixo atômico altamente radioativo! Eu, enxergo os efeitos e as consequências deste sistema suicida, analisando seu lado maléfico no longo prazo! Pocuro antever o futuro da humanidade, caso nós, os humanos não encontremos maneiras de corrigir a rota para preservar nossa espécie e nosso planeta para as futuras gerações!

Por Sergio Zamprogno, em 24/01/2013 às 19:29

@joseantonio400 Você realmente acredita que um sistema socialista reduz o lixo gerado pela população ou a poluição gerada pela industria? Eu penso que num sistema capitalista existem maiores incentivos para a reciclagem comercial do lixo.Existem mais incentivos para quem resolver os problemas relacionados a poluição. Num sistema socialista, isso passa a ser obrigação dos outros e todo mundo passa a jogar lixo no chão ou poluir, contando que depois venha algum funcionario do governo limpar tudo. Novas tecnologias para a proteção do meio ambiente são criadas porque alguem quer ganhar dinheiro com elas. Se ficar-mos esperando que algum governo comande alguem para resolver o problema, isso levará muito mais tempo e custará muito mais para o povo.

Por erikssom patos, em 24/01/2013 às 13:21

Zé, mais claro do que o Sergio Zamprogno foi na opinião dele é impossível, mas mesmo assim você conseguiu enveredar por um labirinto e amaranhado de situações sem nenhuma causa de nexo com o capitalismo. O que você esta dizendo ai não tem nada haver com o processo econômico, ou a economia de uma forma em geral. Essa situação que você descreve é algo inerente às próprias limitações do mundo material em que vivemos. São essas limitações materiais da natureza de nosso mundo que se traduzem nesses limites naturais e que dificultam a sobrevivência do ser humano neste planeta azul. Seja lá qual for a forma e o tipo do processo econômico, comunista, socialista, coluna do meio, capitalista, etc, vão contar com essas limitações e escassezes. Suponhamos que o capitalismo acelere esse processo em relação aos demais processos, mas no final tudo dá no mesmo, terá um fim, independente de quantos anos mais tarde ou mais cedo, tudo terá um fim! Você está demonstrando que possui uma ideologia bem mais camuflada do que eu imaginava!

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 12:42

@joseantonio400 Xiii... Olha o "enxergar" escrito com grafia errada aí de novo! Culpa do Froes! (mas ainda não deparei com a discussão onde ele (O Froes) me induziu a este erro). Quando encontrar, vou publicar aqui!

Por fernando f., em 24/01/2013 às 11:32

a criatividade ainda vai salvar o mundo.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 11:57

@fuc123 Os "homeless" estão levando a vida desta forma, com muita criatividade. Recorte de texto de Cládio Versiani: "Aqui em Nova York tenho uns homeless. Tenho é modo de dizer. Existem uns homeless que ficam aqui por perto de casa. Dormem ali ou acolá e vão levando a vida. São conhecidos da vizinhança. Desaparecem de um dia para outro e reaparecem num dia qualquer. Voltam de banho tomado, cabelo cortado e roupa nova. A prefeitura recolhe os sem-tetos de tempos em tempos. Passam uma temporada nos abrigos, mas não podem ficar lá para sempre. Retornam então para a rua, que é a casa deles. É uma vida triste, são desajustados. Mas os homeless fazem parte da paisagem novaiorquina e são uma face da cultura norte-americana (leia mais na nota de rodapé)." TÍTULO DO TEXTO: Os homeless de São Francisco, Vancouver e Nova York.

Por milton valdameri, em 24/01/2013 às 11:02

O Brasil nunca adotou um modelo específico, por isso faz parte do "terceiro mundo". Embora a expressão "terceiro mundo" esteja fora de moda, ela surgiu por que os países que adotaram o modelo capitalista são considerados como "primeiro mundo", os que adotaram o modelo soviético são considerados "segundo mundo" por ter surgido depois, enquanto que os demais países, que não são nenhuma coisa nem outra, foram classificados como "terceiro mundo". Para analisar a economia brasileira, é necessário analisar o comportamento do governo, que está constantemente fazendo intervenções sem seguir qualquer modelo pré determinado. Se você deseja fazer uma definição do sistema brasileiro, basta elencar as características da economia brasileira e ATRIBUIR um nome para o sistema que você identificou, o nome pode ser INVENTADO, mas não pode ser um nome já utilizado para identificar outros sistemas.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 11:40

@miltonv A "teoria dos mundos" criou realmente estes conceitos de primeiro, segundo e terceiro mundo referindo-se (nos tempos da guerra fria) aos alinhados com os EUA, com antiga URSS e um terceiro termo para aquelas nações não alinhadas com nenhum dos dois. Em tempos mais recentemente, estes termos foram trocados por "desenvolvidos", "em desenvolvimento" e "sub-desenvolvidos" e, a geografia dos envolvidos, mudou. Mais recentemente, surgiu a classe dos "emergentes", para definir aqueles que já não eram sub-desenvolvidos e nem tinham alcançado o patamar que os classificasse como desenvolvidos. Os parâmetros para se dizer que uma nação é desenvolvida (na minha opinião - e acho que na opinião da Dilma também) estão errados! Não basta o crescimento do PIB, um maravilhoso parque industrial instalado, a capaidade de criar e lidar com tecnologias de ponta! O IDH também precisa ser incluido como parâmetro, e na equação final o IDH deve ter peso considerável, se possível peso superior aos outros quesitos! De que vale liderar o mundo (caso dos EUA) e nas esquinas das grandes cidades (dos EUA) você encontrar mendingos portadores de diploma de curso superior e outros tantos, que, no país mais democrático, mais liberal e mais capitalista do mundo, não possuem uma residência (lar) para voltar no final do dia e nem o dinheiro para pagar um aluguel? É neste sentido, que faço minhas críticas ao sistema CAPITALISTA!

Por milton valdameri, em 24/01/2013 às 13:19

@joseantonio400 As expressões "sub-desenvolvidos" e "em desenvolvimento" já existiam durante a guerra fria, a expressão "em desenvolvimento" foi substituida cotidinamente por "emergente". Sua crítica ao capitalismo não passa de um delírio de alguém que não faz a menor ideia do que seja capitalismo, é tão delirante que chama o Brasil de capitalista ao mesmo tempo de defende o governo Lula/Dilma/PT por não ser capitalista.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 09:56

Ricardo Froes, todos sabem que ele é inteligente! Ele sabe perfeitamente que não estou falando só de facas ou de empresários fabricantes de facas descartáveis destinadas a terem vida útil curta, para que sejam substituidas e, DESTA FORMA, completar o ciclo vicioso que é vital para sobrvivência do "capitalismo" (ou seria "consumismo")? Ricardo Froes SABE que não estou falando só de facas!

Por milton valdameri, em 24/01/2013 às 09:32

Como sempre, a crítica ao capitalismo é feita através de falácias e delírios, prática que começou com a mediocridade (e insanidade) de Karl Marx. A qualidade de um produto é responsabilidade do frabricante, não do modelo econômico, se um fabricante produz uma faca com cabo de baixa qualidade, não significa que todas as facas sejam produzidas assim. Se há um fabricante que produz facas com cabo de qualidade superior ele não deixaria de fazer parte do capitalismo, da mesma forma como o fabricante que produz uma faca com cabo de baixa qualidade pode fabricar outra faca com cabo de qualidade superior, então, segundo a falácia apresentada, o fabricante seria capitalista em uma das facas e NÃO capitalista na outra. Para completar, a faca em questão é brasileira e o Brasil nunca chegou a ser capitalista, o capitalismo no Brasil só existe na cabeça dos medíocres que criticam o capitalismo, mas não fazem a menor ideia do que seja o capitalismo. PS: o feijão já é commodity há muitas décadas.

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 10:13

@miltonv Se, o Brasil "NUNCA CHEGOU A SER CAPITALISTA", precisamos "voltar no tempo". Definir "qual" o sistema vigente no Brasil, nomea-lo, especifica-lo. Depois então, passemos às discussões! Quando nos referirmos a capitalismo estaremos nos referindo a capitalismo, quando estivermos nos referindo ao sistema econômico brasileiro, utilizaremos o nome que "inventamos"! Aí sim, ficará mais fácil discutir e as discussões ficarão fáceis de serem compreendidas e analisadas (intelegíveis)!

Por Ricardo Froes, em 24/01/2013 às 08:32

Acordei e não mudei de opinião. E agora?

Por José Antônio da Conceição, em 24/01/2013 às 08:46

@bobjaniak As facas também não mudaram! Continuam descartáveis! Os empresários fabricantes de facas descartáveis, idem!

Por José Antônio da Conceição, em 23/01/2013 às 22:54

Michael Santos: Mesmo que seja "um pouquinho" mais caro, vale a pena pelo divertimento, pelo prazer em enfrentar o empresário desonesto (fabricar produtos descartáveis é desonestidade contra o povo e contra o planeta (o fornecedor de matérias primas).. Você viu o post do Xico Graziano? Feijão ERA subsistência, hoje é produto "capitalista", não demora muito, vão transformar o feijão em commoditie!

Por Ricardo Froes, em 23/01/2013 às 22:50

Você, além de burro, não perde uma chance de querer aparecer na minha sombra, né? Por que você não se limitou a me responder na discussão que eu comentei? Você é uma criança, cara! Um bobo alegre. Quer aparecer? Manda cromar a bunda e pendura uma melancia no pescoço, mas me esquece!

Por José Antônio da Conceição, em 23/01/2013 às 22:56

@bobjaniak Vixe! Às quartas você sempre esquece de tomar seus remedinhos no horário correto! Perde o senso de humor, perde as estribeiras!

Por Ricardo Froes, em 23/01/2013 às 22:55

@bobjaniak P.S,: Já aprendeu a fazer sabão caseiro com o Jonathan (fórmula cubana)? Ou quem sabe você prefira fazer um curso com os sioux de como enviar sinais de fumaça, em vez de usar esse lixo capitalista chamado telefone da Oi, que você tanto reclama? Talvez se comunicar por tambores, como os pigmeus de Bandar, amigos do Fantasma, também seja uma solução...

Por José Antônio da Conceição, em 23/01/2013 às 22:58

@bobjaniak Vá dormir Froes (você está precisando)! Amanhã (mais calmo) você pensa em um argumento plausível para DEFENDER os empresários "capitalistas" fabricantes de facas descartáveis!

Por José Antônio da Conceição, em 23/01/2013 às 21:59

Ferramentas que utilizei: Furadeira e brocas, Arco de serra, Lápis e papel, Martelo, Alicate, Grosa para madeira, Estilete e habilidade! É uma pena, mas dona Maria das Tranças não sabe manusear maioria destas ferramentas! Ela me contou que durante a sua vida, já comprou MUITAS facas e, acrescentou que as "modernas" são uma verdadeira merda! A cada capado que ela mata, é uma ou duas facas que vão para o lixo!

Por Michael Santos, em 23/01/2013 às 22:13

@joseantonio400 Belo "capitalismo" que nós temos. De repente, compensa mesmo é comprar ferramentas, estocar parafusos, madeira, e se preparar pra consertar a faca de vez em quando. Deve sair mais barato que comprar outras.