Economia

Por José Antônio da Conceição, em 26/01/2013 às 14:53  

Eriksson Patos: exercício mental simples.

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Eriksson Patos: Vamos fazer um esforço mental simples? Esqueçamos Adam Smith, Keynes, Marx e também todos os outros que se atreveram a “ditar” por escrito como devem ser as relações econômicas!

Agora, imaginemos o mundo (o planeta) como sendo uma pequena bacia caseira! (esta diminuição é apenas para facilitar o exercício mental).

Imaginemos a população do mundo, reduzida a 100 pessoas (com o mesmo objetivo)

* – Os carpinteiros e marceneiros quando precisarem de madeira, buscam na bacia!

* – Os donos de fornos capazes de transformar minério em gusa, buscam na bacia!

* – Os alimentos também são buscados na bacia! Água potável também!

* – O petróleo (e os outros tipos de energia) também são buscados na bacia!

Agora imagine todos os “sistemas econômicos” inventados para facilitar as trocas (comércio) entre as 100 pessoas!

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EXERCÍCIO MENTAL FINAL:

Acelere o tempo (mentalmente) e veja estas 100 pessoas tendo filhos, netos, bisnetos! Veja o aumento da população!

SOLUÇÃO:

Encontrar uma maneira de “a bacia” também ter filhos nas mesmas proporções! Senão…. FUDEU ! ! !

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Ou seja: Quando você Eriksson Patos, justifica a miséria da maioria dos seres humanos com a “ESCASSEZ“, eu não acredito! Porque enxergo é uma competição desleal, devido o número de competidores ter crescido (irracionalmente) muito além da quantidade de pessoas que o planeta pode sustentar! Tudo o mais[1]¹… é derivado desta constação simples!

O crescimento contínuo (Todos os PIBs do mundo aumentando) é uma IMPOSSIBILIDADE. Esta falácia não poderá ser mantida indefinidamente, fingindo que um limite para este crescimento não existe! Estamos no limiar do tempo em que este limite se tornará visível para todos! (apesar de tudo o que todos os “experts” em economia disseram) [1 ] {de novo}

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[1]

Archibugi, Daniele; Held, David; Köhler, Martin (Orgs.)Re-imagining Political Community – Stanford University Press, Stanford, 1998, 352 p.

Austin, James E.The collaboration Challenge: how nonprofits and businesses succeed throuigh strategic alliances – Drucker Foundation, Josey-Bass Publishers, San Francisco, 2000, 202 p.

Castells, Manuel The Rise of the Network Society – Backwell, Oxford, 1996, 556 p.

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De Masi, Domenico A Economia do Ócio – (Com Le droit à la paresse, de Paul Lafargue, 1880; e In Praise of Idleness, de Bertrand Russel, 1935), Sextante, Rio de Janeiro, 2001 – www.esextante.com.br

Dezalay, Yves Marchands de droit: la restructuration de l’ordre juridique international para les multinationales du droit – Fayard, Paris, 1990, 293 p.

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Dowbor, Ladislau A Reprodução Social – 3ª edição revista, em III volumes, ed. Vozes, Petrópolis, 2003 www.vozes.com.br

Frey, Bruno S; Alois StutzerHappiness and Economics: how the economy and institutions affect  human well-being – Princeton University Press, Princeton, 2002

Furtado, CelsoEm busca de novo modelo: reflexões sobre a crise contemporânea – Editora Paz e Terra, São paulo, 2002, 101 p.

Furtado, Celso O Capitalismo Global- Paz e Terra, São Paulo, 1998, 81 p.

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Galbraith, John K.The Economics of Innocent Fraud – Houghton Mifflin Company, Boston, 2004, 62 p.

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Gianetti, Eduardo Felicidade – Companhia das Letras, São Paulo, 2005

Gorz, André O imaterial: conhecimento, valor e capital – Ed. Anna Blume – São Paulo, 2005, 106 p.

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Henderson, Hazel Construindo um mundo onde todos ganhem: a vida depois da guerra da economia global – Ed. Cultrix, são Paulo, 1996, 386 p.  www.pensamento-cultrix.com.br

Kasser, Tim The High Price of Materialism – The MIT Press, Cambridge, 2002

Kelly, Marjorie The Divine Right of Capital: Dethroning the Corporate Aristocracy – Berrett-Koehler Publishers, San Francisco, 2001

Keynes, John M.Economic Possibilities for our Grandchildren[1930] – in Essays in Persuasion, W.W. Norton, New York, 1963

Korten, David The Post-Corporate World – Berrett-Koehler, San Francisco, 1999, 316 p. www.bkpub.com ; edição brasileira na Vozes www.vozes.com.br

Lopes, Carlos Cooperação e Desenvolvimento Humano: a agenda emergente para o novo milênio – Unesp, São Paulo, 2005, 210 p. www.editoraunesp.com.br

North, Douglass C.Institutions, Institutional Change and Economic Performance – Cambridge University Press, Cambridge, UK, 1990, 152 p.  http://cambridge.org

Oliveira, Rosiska Darcy de, - Reengenharia do tempo – Rocco, 2003

Pizzigati, Sam The Rich and the Rest – The  Futurist, July-August 2005 – www.toomuchonline.org

Ricupero, RubensO Brasil e o Dilema da Globalização – Ed. Senac, São Paulo, 2001, 127 p. www.sp.senac.br

Rouillé D’Orfeuil, Henri Economia Cidadã: alternativas ao neoliberalismo – Editora Vozes, Petrópolis, 2002, 199 p. www.vozes.com.br

Russell, Bertrand The History of Western Philosophy – Simon & Schuster, New York, 1972

Sachs, Ignacy Inclusão social pelo trabalho – Garamond, Rio de janeiro, 2003, 198 p.

Salamon, Lester M., et al., – Global Civil Society: dimensions of the nonprofit sector – The John Hopkins Center for Civil Society Studies, Baltimore, 1999, 510 p.

Schor, Juliet Do Americans Shop too Much? – Beacon Press, Boston, 2000, 102 p.

Sen, Amartya Development as Freedom – Anchor Books, Random House, 1999, 366 p. www.anchorbooks.com ; edição brasileira editora@companhiadasletras.com.br

Singer, Paulo Introdução à Economia solidária – Editora Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2002, 125 p. www.fpabramo.org.br

South Centre The South and Sustainable Development Conundrum: from Stockholm 1972 to rio 1992 to Johannesburg 2002 and Beyond – South Centre, Geneva, 2002, www.southcentre.org

Suplicy, Eduardo M.Renda Básica de Cidadania – L&PM,  Porto Alegre, 2006, 119 p. www.lpm.com.br

Trigiglia, CarloSviluppo Locale: un progretto per l’Italia – Editori Laterza, Roma 2005, 207 p.

United Nations The Inequality Predicament: Report on the World Social Situation 2005 – United Nations, New York,  2005, 158 p.

Vaz, José Pascoal Desigualdade social e produtividade social no Brasil, 1960-2000 – Tese de doutorado em História Econômica, USP/FFLCH, 2005

Viveret, Patrick Reconsiderando a Riqueza – Brasilia, ed. UNB, 2006

Wilson, Edward O.The Future of Life – Alfred Knopf, New York, 2002, 220 p.

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A bibliografia acima foi retirada de:

Democracia Econômica

Um passeio pelas teorias

Ladislau Dowbor

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Sobre o autor

Ladislau Dowbor, é doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, professor titular da PUC de São Paulo e consultor de diversas agências das Nações Unidas. É autor de “A Reprodução Social”, “O Mosaico Partido”, “Tecnologias do Conhecimento: os Desafios da Educação”, todos pela editora Vozes, além de “O que Acontece com o Trabalho?” (Ed. Senac) e co-organizador da coletânea  “Economia Social no Brasil“ (ed. Senac) Seus  numerosos trabalhos sobre planejamento econômico e social, inclusive uma lista de sites úteis para as propostas acima, estão disponíveis no site http://dowbor.org

 




21 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por José Antônio da Conceição, em 27/01/2013 às 02:06

Minha única tia viva está com 91 anos! Ela nasceu em 1922 e neste fim semana está passeando lá na serra do cipó, juntamente com filha, alguns netos e também bisnetos! Estou tentando explicar para o Eriksson, que durante a vida da minha tia (pouco menos de um século) a população mundial passou de menos de 2 bilhões para 7 bilhões! Mas pelos comentários dele abaixo, isso tem "pouca importância". Importância mesmo (para ele) tem os fenômenos "periféricos" que aconteceram ao redor (principalmente os econômicos) !

Por erikssom patos, em 27/01/2013 às 03:04

Zé, primeiramente dê a sua opinião sobre o gráfico, diga alguma coisa do que você acha que vai acontecer se continuar o crescimento populacional, dê a sua solução para o caso, prepare para as ideias contrarias. Não enrola, não rodeia o toco, vai direto ao assunto. Faça o debate, expõe as suas ideias sobre o que você pensa. Se houver contestação tente argumentar para demonstrar a logica da sua opinião. Eu não sei o que você pensa sobre esse gráfico que já postou não sei quantas vezes aqui, eu já dei a minha opinião a respeito, tentei entender o que você possivelmente pensa a respeito, mas parece que não consegui.

Por erikssom patos, em 27/01/2013 às 14:46

@Zé, não é você que diz que a filosofia serve para esclarecer e achar a verdade? Pois então usa a filosofia, use de argumentos ao invés de tirar o corpo fora do debate e ficar com esse lenga a lenga. Pura conversa mole o que você está dizendo ai embaixo, pois nunca que você interpretou o seu gráfico, apesar de ser fácil de deduzir algumas conclusões, porem não se trata disso, o que está em jogo é a sua reticencia em não debater de fato, e estar sempre saindo do foco. Faça a sua interpretação, eu já fiz a minha em outros posts em que você colou ele, e da mesma forma de agora, não quis fazer a sua interpretação alegando do mesmo jeito de agora, que eu estava tirando o corpo fora. Mais ou menos eu já deduzi o seu pensamento, mas quem deve expressar isso é você mesmo, ou você quer tudo mastigadinho!

Por José Antônio da Conceição, em 27/01/2013 às 03:26

@patos Se o conjunto formado pelo texto do post e a clareza deste gráfico simples de interpretar não lhe dizem NADA, não sou eu quem irá te dizer! Expus um problema! Você não quer discutir o problema exposto, mas sim "captar" opinião ou opiniões com o objetivo de refuta-las. Não era este o meu objetivo! Podemos parar por aqui! Eu fico sem atingir meu objetivo, mas não vou colaborar para que você atinja o seu!

Por José Antônio da Conceição, em 27/01/2013 às 01:10

Tentar, eu tentei! Mas o que este gráfico aí em baixo diz é apenas "determinismo" na opinião do Erijksson Patos! - <img src="https://sites.google.com/site/filosofiapopular/_/rsrc/1357965547293/home/testes-imagens-ii/Graf-02.PNG" style="height:435px; width:538px "> - Contra "DETERMINISMOS" não existe argumentação! ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Mesmo assim, chamo a atenção dos Observadores para que analisem os acontecimentos históricos ocorridos quando a curva do gráfico apontou para cima e também os acontecimentos ocorridos a partir de 1800 (213 anos atrás). - Porém. que fique claro: "determinismos" eu não discusto! Estão completamente fora do meu escopo de conhecimentos!

Por José Antônio da Conceição, em 27/01/2013 às 01:22

@joseantonio400 O "pulo" do crescimento demográfico nos últimos dez anos (1993-2013) também merece análise. Gaste-se um pouuinho de tempo pensando (ou fazendo contas) sobre o crescimento de 5.5 para 7 Bilhões! Descubra, se este tipo de crescimento (pense em mão de obra) interessa a alguém! Descubra, se este crescimento do número de bocas que necessitam alimentos, interessa a alguém! Descubra, se o número de bancos (não de agências) cresceu na mesma proporção! Descubra, (apenas a partir de 1900) se as ruas e estradas foram alargadas para caber os carros desta população! Descubra o que foi feito com a água potável (manutenção da vida) neste mesmo período! Tire suas conclusões!

Por José Antônio da Conceição, em 27/01/2013 às 01:24

@joseantonio400 Não DEZ, mas vinte anos! Desculpem o efeito da caipirinha!

Por erikssom patos, em 26/01/2013 às 19:15

Zé, você contradiz logo no seu primeiro paragrafo ao me sugestionar para não pensar com os autores da economia clássica, mas no final apela para uma coletânea de autores modernos. Afinal, apenas eu devo abandonar os clássicos, ou você também deve desapegar dos modernos?! A contradição vai alem, pois você tenta convencer (eu não disse argumentar) de que os autores indicados não pensam com os clássicos, que estão isentos das ideais deles. Eles não estão isentos, eles pensam com os mesmos paradigmas dos autores antigos, o que muda são apenas a roupagem da linguagem, mas os conceitos são os mesmos. Uma observação: esses autores antigos que você citou, não tentaram impor nada, eles apenas pensaram e escreveram sobre as suas ideias, apenas isso. Alguns deles não eram conhecidos dentro de seus contextos históricos, só se tornaram autoridades naquilo que eles escreveram com o passar do tempo. Da forma que você coloca até parece que eles eram o pontífice e o supra sumo do assunto dentro de seus contextos culturais, apesar de serem pessoas de alto valor intelectual. Eu não justifico miséria nenhuma com o fato da escassez, pelo contrario, ela impõe a cada um a necessidade de estar sempre fazendo escolhas entre uma multidão de bens de consumo e serviços e a necessidade mais prioritária naquele momento. Esse processo de escolha devido a escassez é realizado tanto por pessoas, como também por empresas e governos. Ela faz parte do processo econômico. Eu não tenho culpa se você não entende o conceito a fundo e nem procura entender, talvez por isso você distorce a ideia e interpreta de forma errada o que eu escrevo. Você comete outro erro e distorce ao interpretar o que é crescimento econômico (PIB). Da forma que é colocada por você a ideia fica como se fosse um processo artificial e não real como é na realidade. Na medida que a população crescer o processo econômico também deve crescer no minimo no mesmo ritmo por meio da oferta de bens de consumo e serviços. Se esses bens de consumo e serviços não acompanhar o crescimento da população, a escassez tende a aumentar na mesma proporção, e não precisa nem dizer o que acontece, é intuitivo. Com relação aos bens naturais, ou sem nenhum valor agregado é impossível para qualquer processo econômico, seja ele qual for, evitar o esgotamento dos mesmo com o passar do tempo. O que pode acontecer é surgir algum maluco e proibir a utilização deles com a argumentação de que eles deverão ficar para as gerações futuras, mesmo que a geração atual empobreça ou se extinga por falta dos mesmos, o que significa que um dia esses recursos terão que ser utilizados, e mais hoje ou amanhã eles esgotarão do mesmo jeito.

Por erikssom patos, em 26/01/2013 às 20:06

Agora, se não surgir até lá um maluco com alguma ideia de controle da raça humana, como surgiu na segunda guerra mundial, o progresso cientifico e tecnológico poderá até proporcionar viagens dentro do sistema solar e quem sabe suprir a terra de bens que venham faltar aqui? A inteligencia humana é algo sem limites, o que é diferente dos bens naturais da terra.

Por erikssom patos, em 26/01/2013 às 19:34

A sua ideia de que existe um limite de crescimento está também baseada na ideia monetária isoladamente da economia real. Você pensa na moeda de forma isolada do resto da economia real. O que importa para as pessoas em ultima instancia são os bens de consumo e os serviços. A moeda é apenas um meio de troca, apesar de que em boa parte ela (moeda) também serve como estoque como um ativo financeiro para mais tarde ser utilizado na troca por outros bens de consumo e serviços - poupança. Outro erro seu é de pensar que é o processo econômico que esgota os recursos naturais tornando a vida humana impossível sobre a terra. O que vai esgotar os recursos naturais da terra são os próprios seres humanos que os transforma e consomem e utilizam. A questão do aumento populacional apenas acelera o processo de esgotamento, mas não é a causa principal, pois essa é a própria presença humana sobre a terra. Não há como sair desse determinismo natural do nosso universo, somos limitados e vivemos num mundo físico limitado, e não está em nosso poder de inventar alguma coisa para mudar essa realidade. A não ser que surja algum maluco que imagina ser possível resolver esse determinismo e propõe exterminar a raça humana para preservar os bens naturais! O papa tango está no caminho certo ao te questionar sobre qual seria a sua solução para tal problema, seria o controle da natalidade? Com isso você apenas desaceleraria o processo. Mas qual é mesmo a solução a longo prazo?

Por José Antônio da Conceição, em 26/01/2013 às 18:11

"O que gostaria de entender realmente é seu ponto de vista. Se o problema da miséria no mundo é o aumento dos competidores então é apenas uma maneira diferente de dizer que o problema é da escassez. Mais pessoas e recursos limitados resulta em escassez, ponto final." Lamento discordar! E também peço desculpas por redigir minhas explicações em linguagem popular! Se, o bolo cresceu demais e antes de assar completamente "entornou", com parte dele saindo do receptáculo ou do espaço em que deveria "crescer e assar" há duas possibilidades a considerar: excesso de fermento ou excesso de massa de bolo dentro da forma! Acontece que (no caso específico apresentado no post) não adianta "culpar" a cozinheira. O bolo que estamos discutindo já entornou e não podemos "voltar ao passado" para corrigir a receita ou o tamanho da forma! Temos que discutir é o bolo já entornado! E ponto!

Por José Antônio da Conceição, em 26/01/2013 às 17:58

PERGUNTA: Afinal de contas, você quer incluir as pessoas ou exterminá-las? RESPOSTA: Estou, primeiramente IDENTIFICANDO AS CAUSAS. (premissa indispensável para que a abordagem de um problema não seja feita de maneira TORTA, o que resultaria em RESULTADOS tortos, CONCLUSÕES tortas, sugestões INEFICAZES, devido erros iniciais! Após a identificação do problema, podemos verificar as propostas de correção apresentadas e analisar as consequências da aplicação REAL de cada uma das propostas, para antevermos a necessidade ou não de sua aplicabilidade. No decorrer deste processo, sua pergunta será devidamente respondida. Mas aqui no ambiente do OP, acho muito difícil de que um debate deste nível ocorra. Debates no nível deste que estou propondo, exigem determinado nível dos debatedores. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Mas você não ficará completamente sem resposta! Devido ao tempo que eu e você temos de OP, considero que você já aprendeu a buscar as dicussões antigas! Minha posição é a mesma desde que me cadastrei no OP! Ela não mudou!

Por erikssom patos, em 26/01/2013 às 19:38

@joseantonio400, não enrola Zé, quero ver agora a sua argumentação para justificar a sua ideia.

Por Papa Tango, em 26/01/2013 às 15:56

Pela extensão da bibliografia acredito que cada palavra deste texto foi pinçada de um livro diferente. Deixa pra lá... O que gostaria de entender realmente é seu ponto de vista. Se o problema da miséria no mundo é o aumento dos competidores então é apenas uma maneira diferente de dizer que o problema é da escassez. Mais pessoas e recursos limitados resulta em escassez, ponto final. Agora, levando em consideração outros posts "neo-malthusianos" seus, aparentemente você acredita que o problema da miséria se dá pelo aumento populacional. Concluí-se com isto que você defenda o controle de natalidade ou coisas parecidas para diminuir a população mundial e aumentar a parte no bolo de cada pessoa no mundo. Afinal de contas, você quer incluir as pessoas ou exterminá-las?

Por José Antônio da Conceição, em 26/01/2013 às 17:47

@papatango Na verdade, se você tivesse prestado atenção, veria que o texto é meu, redação minha! A bibliografia apresentada é para JUSTIFICAR a quantidade de pessoas que despejam falácias em cima do ser humano comum, tentando justificar o injusticável (Como muitos fazem aqui no OP). Claro, escolhi uma dissertação (citei o título e o autor) cujo raciocínio é desenvolvido mostrando as mesmas falácias que mostro diuturnamente aqui dentro do OP.

Por Luiz Felipe, em 26/01/2013 às 16:49

@papatango Na verdade, o problema não é de escassez, mas, isto sim, de excessos: de egoismo, de malandragem, de esperteza, de gatunagem, de concentração de renda, de centralização de poder, de alguns sobre quase todos, e de governos de minorias espertas sobre maiorias tolas.

Por Luiz Felipe, em 26/01/2013 às 15:40

Caro JAC, da nossa parte, com o PNBC e a Meritocracia Eleitoral, estamos tentando multiplicar por 7 o número de bacias, e tentando mudar o perfil, a índole e moderar o ímpeto dos guardiões das bacias e daqueles que enchem as bacias, para que o nosso Brasilzão possa segurar o tranco por mais 100 anos, e depois, se necessário, multiplicar-se por novas bacias.

Por roberto argento filho argento, em 26/01/2013 às 19:29

@luisfelipe: Tomando-se o Brasil por UMA e ÚNICA Bacia (a do exercício proposto), está reprovado em Matemática

Por Papa Tango, em 26/01/2013 às 16:01

@luisfelipe A discussão é sobre bacias e não penicos!

Por Luiz Felipe, em 26/01/2013 às 16:42

@papatango Então não faz sentido algum o seu comentário.

Por José Antônio da Conceição, em 26/01/2013 às 14:56

Divirtam-se Observadores! Bom fim de semana! Fui!