Educação

Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 13:06  

Educação/Ensino de qualidade social como ferramenta de destruição da lavagem cerebral ditada pela mídia.

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Na excelente ideia implementada pelo Obi, para que os próprios Observadores decidam sobre os destaques, este tópico (aí do título) está agora, em segundo lugar, com 75 votos.
Agora = 18/02/2013-12:22 h
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Então, vamos lá!

Uma das principais defensoras da reforma educacional americana – baseada em metas, testes padronizados, responsabilização do professor pelo desempenho do aluno e fechamento de escolas mal avaliadas – mudou de ideia. Após 20 anos defendendo um modelo que serviu de inspiração para outros países, entre eles o Brasil, Diane Ravitch diz que, em vez de melhorar a educação, o sistema em vigor nos Estados Unidos está formando apenas alunos treinados para fazer uma avaliação.

Secretária-adjunta de Educação e conselheira do secretário de Educação na administração de George Bush, Diane foi indicada pelo ex-presidente Bill Clinton para assumir o National Assessment Governing Board, instituto responsável pelos testes federais. Ajudou a implementar os programas No Child Left Behind e Accountability, que tinham como proposta usar práticas corporativas, baseadas em medição e mérito, para melhorar a educação.

Suas revisão de conceitos foi apresentada no livro The Death and Life of the Great American School System (a morte e a vida do grande sistema escolar americano), lançado no mês passado nos EUA. O livro, sem previsão de edição no Brasil, tem provocado intensos debates entre especialistas e gestores americanos.

Na opinião de Diane Ravitch, nos EUA as melhores escolas têm alunos que nasceram em famílias que apóiam e estimulam a educação. Isso já ajuda muito a escola e o estudante. Toda escola precisa de um currículo muito sólido, bastante definido, em todas as disciplinas ensinadas, leitura, matemática, ciências, história, artes. Sem essa ênfase em um currículo básico e bem estruturado, todo o resto vai se resumir a desenvolver habilidades para realizar testes. Qualquer ênfase exagerada em processos de responsabilização é danosa para a educação. Isso leva apenas a um esforço grande em ensinar a responder testes, a diminuir as exigências e outras maneiras de melhorar a nota dos estudantes sem, necessariamente, melhorar a educação.

Artigo completo:
http://sites.google.com/site/filosofiapopular/home/menu-educacao/simone-iwasso-entrevista

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Infelizmente, no Brasil, maioria das famílias (os de baixa renda que passam o dia inteiro na luta pelo comer-beber-dormir-sem-direito-ao-lazer-e-cultura) não apóiam nem estimulam a Educação como lá, sendo que já existe um jargão muito utilizado pelos professores daqui: “Escola não é estacionamento de crianças e jovens”.

Enquanto estas questões fundamentais continuam sendo discutidas em ambiente restrito, apenas pelo pessoal responsável pela área, convido você a brincar de pesquisador! Compre um veículo de comunicação escrita qualquer (jornal ou revista dos mais vendidos), leia todas as matérias, e selecione dentre elas as que sejam educativas, que falem de valores, que ensinem algo de útil! Anote os resultados!

Depois, faça a mesma experiência com uma rádio AM ou FM. Ouça-a durante pelo menos 10 horas e selecione tudo aquilo que você considerou educativo dentro da programação! Anote o tempo total e o tempo que você considerou como sendo programação educativa. (selecione também o tempo das músicas, verificando a letra da música, se é educativa ou não).

Por último, repita a experiência com dois ou três canais de TV que sejam abertas e estejam ao alcance de todo o povo da nação, ou pelo menos do povo da região onde você mora! Anote os tempos da mesma maneira que você fez com a programação das rádios.

Pronto! Feche sua pesquisa tabulando os números e informações encontradas e, escreva um pequeno relatório com suas conclusões!

Se você conhece algum universitário que esteja na faculdade há mais de 2 anos, peça a ajuda e a opinião dele(a) quanto aos métodos a utilizar na sua pesquisa. O(a) estudante universitário auxiliará bastante na análise dos resultados e na forma de coletar os dados.

Terminado! Ao invés de ler a minha opinião sobre o assunto, você terá formado a sua opinião com critérios “quase” científicos.

Vale a pena!

Tags: Educação, Educação na família, Educação pela via da mídia

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Obi: Os tópicos de onde retirei as informações citadas lá em cima, foram apagados enquanto eu redigia… Espero que você os restitua… OK?




15 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por Ricardo Froes, em 20/03/2013 às 19:42

A desfaçatez com que o JAC se contradiz é enternecedora. Basicamente ele afirma que o Estado tem que cuidar da educação formal. Até aí eu vou e até certo ponto concordo. O problema é que, sem mais nem menos, de repente ele resolve que os veículos particulares de comunicação, cuja única proposta é o entretenimento, têm a obrigação de ser "educativos", isto é, que abram mão das suas receitas obtidas com propaganda, para se transformarem em empresas falimentares, mas com um grande apelo social, apelo esse que não iria dar traço de audiência. No caso, ele citou a TV aberta e as rádios, mas eu sugiro, para que o caos fique completo, estender essa boçalidade aos teatros, cinemas e demais salas de espetáculos. Quem sabe aos transportes coletivos, onde a cada parada teríamos uma aula de filosofia? Ou aos botequins: a cada cerveja uma frase relevante de um sociólogo marxista? E sabem do que ele se esquece? Que o governo tem a TV Brasil, aquela famosa pelo governo do PT ter investido uma baba preta para nunca ter dado mais que traço no Ibope. Ela é "aberta" e serviria perfeitamente aos propósitos do JAC, não fosse um detalhe: não há gente competente e, ao mesmo tempo, compromissada com o petismo para geri-la. Se alguém já perdeu seu tempo dando uma olhada que seja nessa bosta que me contradiga. De mais a mais o que o JAC chama de "educação/ensino de qualidade social", vindo dessa cabeça desprovida da mais vaga autenticidade e caráter, não passa de uma tentativa de doutrinação da imbecilidade coletiva e de uma vingança de quem, como ele não tem pensamento e nem amor próprio, limitando-se a seguir manuais vermelhos e ensebados.

Por Luiz Felipe, em 24/02/2013 às 14:52

Enquanto a Escola não for encarada com o máximo de seriedade, enquanto Forja de Cidadãos à vida em Democracia plena, com o ensino adequado voltado ao respeito máximo aos direitos alheios, principalmente, tanto quanto o respeito aos direitos e garantias individuais, nenhum país conseguirá atingir o ideal de convivência social, no bailão existencial que é a vida humana.

Por augusto josé sá campello, em 19/02/2013 às 17:03

Boa tarde. Víxe! José Antonio, você postou às 07:56 ! Cê num dorme não? Pois é, a educação está passando por uma etapa de grandes debates...infelizmente, lá fora e centrado o debate e mesmo a instituiçao de novas práticas, modelos e processos, lá no norte maravilha. Penso que não se deve demonizar a mídia. Seja ele pequena, média, grande, companheira ou opositora. Mídia é mídia. Coisa muito diferente de um complexo e adequado sistema de educação. No Brasil, ainda há uma legislação caolha (talvez tenha mudado, não sei) que impunha à radidodifusão de sons e imagens um papel educativo. As emissoras de rádio e de tv deveriam ter programação de cunho educativo. Funcionou? Parcialmente e depois foi , me parece, esquecido. Li o livro da nossa boa norte americana. É interessante. Mas está prematuramente velho. Já se diagnosticou e tratou de se de tentar adequar sistemas de ensino de alcance nacionais utilizando aquelas premissas. E, está ainda mais envelhecido à luz da neurociência aplicada à cognição e outras especialidades. Especialidades que não param de surgir. E com elas novos conhecimentos e ratificações de teorizações antigas. Agora, se me permitem vou dizer-lhes de meus medos. O primeiro é que afirmo ser, na sua maior parte, DESCONHECIDA a realidade de nossas carências e falhas educacionais. O segundo é que há, aqui e ali, até mesmo em Estados, boas coisas, que funcionaram e funcionam. Mas, AS REALIDADES de nosso país são diversas. Meu último e grande medo é que estamos sob a égide de um governo estatista, e centralizador. Que tende naturalmente para soluções de cunho macro. Já vi o pavoroso filme de soluções macro para a educação em nosso pais. Fracassaram e resultaram em atraso e mesmo em involução. Por uma outra vertente associada a esta mesma tendência estatista e centralizadora, há uma outra, também nefasta : a tendência a resolver problemas complexos e multifacetados na base do tiro de festim ou da bala de prata. Tudo ou nada. Oito ou oitenta. Ajscampello

Por José Antônio da Conceição, em 19/02/2013 às 07:56

TÍTULO: Aprender a ler e escrever altera a forma de funcionamento do cérebro SUBTÍTULO: Pesquisa mapeou, por meio de ressonância magnética, atividade cerebral de analfabetos e de alfabetizados na infância e na idade adulta e descobriu que área dedicada ao reconhecimento facial se torna ”especialista” no reconhecimento de palavras. Lígia Formenti e Alexandre Gonçalves – O Estado de S.Paulo ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- As mudanças provocadas pelo aprendizado da leitura não se limitam à melhora na qualidade de vida. Estudo conduzido pelo Centro Internacional de Neurociências da Rede Sarah, com a colaboração de cientistas de Portugal, França e Bélgica, demonstra que aprender a ler e escrever altera a forma de funcionamento do cérebro. “Há uma mudança nas redes neuronais da visão e da linguagem”, afirma Lúcia Braga, presidente da Rede Sarah e coordenadora do trabalho. Os resultados indicam que o cérebro faz um rearranjo de suas funções ao iniciar o aprendizado da leitura. Uma área inicialmente dedicada ao reconhecimento facial se torna “especialista” no reconhecimento de palavras. Isso, no entanto, não significa que alfabetizados percam a capacidade de identificar rostos. Muito embora, nos testes, os analfabetos apresentaram um desempenho superior aos alfabetizados no reconhecimento de faces. “Outras pesquisas precisam ser realizadas. Mas a nossa suspeita é de que, em pessoas alfabetizadas, o reconhecimento de rostos em parte seja transferido para outra região cerebral”, disse Lúcia Braga. Estímulos. A pesquisa analisou exames de ressonância magnética feitos em 63 voluntários. O grupo, formado por brasileiros e portugueses, teve a atividade cerebral mapeada enquanto era submetido a estímulos, como ouvir frases, ver palavras, rostos e outras imagens. Dos voluntários, 10 eram analfabetos, 22 haviam sido alfabetizados na idade adulta e outros 31 aprenderam a ler e escrever ainda na infância. Os exames mostraram que o grupo de pessoas alfabetizadas apresentou uma atividade mais acentuada nas áreas do córtex associadas à visão. Além disso, pesquisadores notaram que houve também um aumento das respostas do cérebro relacionadas à identificação de fonemas. “Isso de certa forma explica por que analfabetos não conseguem fazer a supressão do som de uma palavra: como anana de banana”, contou Lúcia. As mudanças nas redes neurais foram identificadas nas pessoas escolarizadas desde a infância e naquelas que aprenderam a ler na fase adulta. “Os ganhos foram evidenciados nos dois grupos”, explicou a coordenadora da pesquisa. Essa “adaptação” do cérebro é explicada por Lúcia. “A escrita é algo relativamente novo na história da humanidade para ter influenciado uma mudança genética”, disse. A saída encontrada pelo cérebro foi reciclar áreas anteriormente reservadas a outras funções para atender às novas demandas. “Quanto mais estudamos, mais conexões cerebrais nós temos”, completa. Para Lúcia, os resultados do trabalho reforçam a importância da leitura, uma espécie de “musculação”, para o cérebro. “Vemos isso diariamente no trabalho de reabilitação feito no Sarah. Os resultados do trabalho são muito mais rápidos em pessoas que têm cérebro exercitado do que as que não têm.” A Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação é especializada em tratamento e pesquisa sobre paralisia cerebral, espinha bífida, traumatismo craniano, acidente vascular cerebral, doenças neuromusculares e problemas ortopédicos. Ao todo, nove unidades integram a rede – um hospital e um Centro Internacional de Neurociências e Reabilitação, em Brasília, e unidades hospitalares em mais sete capitais. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Maravilhoso não é mesmo Eriksson Patos? Quero destacar este parágrafo: [ Para Lúcia, os resultados do trabalho reforçam a importância da leitura, uma espécie de “musculação”, para o cérebro. “Vemos isso diariamente no trabalho de reabilitação feito no Sarah. Os resultados do trabalho são muito mais rápidos em pessoas que têm cérebro exercitado do que as que não têm.” ] Se, exercícios físicos ajudam a manter o corpo sadio e em perfeito funcionamento, baseado no que a Lúcia informa neste parágrafo, será que podemos inferir que se a mídia escrevesse melhor, situasse sua atuação na atividade fim (informar) sem nenhuma tendenciosidade, cultuasse junto com o resto da humanidade a manutenção dos valore e instigasse o abandono dos vícios (valores e vícios conf. a filosofia), teríamos seres humanos melhores?

Por erikssom patos, em 19/02/2013 às 07:33

O titulo do tópico no que diz respeito a 'educação' é muito sugestivo não tenho nenhuma duvida, porque sempre é muito importante falar sobre EDUCAÇÃO. Mas, eu tenho duvida se esse titulo quis mesmo se referir a ela, ou se foi malhar sutilmente a mídia e responsabilizá-la pelas mazelas existentes na sociedade. As falhas existentes na educação não justifica as criticas à mídia e nem cabe estabelecer tais vínculos, mesmo que uma "educação/ensino de qualidade social(?)" ajude um individuo a ser mais seletivo e critico com relação ao papel da mesma.

Por erikssom patos, em 19/02/2013 às 07:42

A critica que eu tenho sobre a mídia, seja, de radio, TV, jornais escritos, etc, são meios de comunicação e não a educação propriamente dita, são apenas veículos ou meios comunicação para transmitir em primeiro lugar informações e noticias, como também servem a outros fins. Um livro por exemplo é um meio de comunicação pelo qual se transmite uma mensagem qualquer, que pode ser considerado educação ou não. Neste caso o problema não são os meios, mas os fins que se querem atingir. E muitas das vezes nem exitem esses fins de forma global, mas de forma particular.

Por Samuel Vidal, em 18/02/2013 às 20:51

José Antônio sempre estudei história com professores de viés marxista. Tese, antítese, síntese, mais-valia, marcha irrefreável da história, luta de classes, crise cíclicas de superprodução do capitalismo e por aí vai. Em nome da tal educação "social, democrática, libertadora" contra a tal mídia conservadora, muitas coisas ficaram pelo caminho: 1- Nunca citaram em uma aula a palavra Gulag; 2- Nunca citaram que quase 200 mil cubanos fugiram num curto período de tempo no fim dos anos 70 só porque o ex-presidente americano Carter liberou o ingresso nos Estados Unidos; 3- Nunca falaram que Cuba só sobrevivia com ajuda financeira brutal da União Soviética; 4- Nunca falaram da repressão do regime soviético; 5- Nunca falaram que milhões morreram de fome na China quando o camarada Mao buscou alcançar a produção de aço dos EUA nos anos 60; 6- Nunca falaram das atrocidades do regime cambojano; 7- Nunca falaram que era proibido um cidadão cubano viajar para fora do país; Nessa coisa de buscar substituir "a grande mídia" pela "educação consciente" se omitiu muita coisa.

Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 21:33

@samba O "viés marxista" dos seus professores, provavelmente não tinha a função de revelar tudo aquilo que o capitalismo de Estado carrega em si de ruim, devido à falha humana de obcessão pelo poder! Se, fizessem isso, estariam trabalhando para os inimigos. A informação omitida pelos seus professores é uma "artimanha", que também é utilizada pelo sistema "não marxista"! Trago, de outra discussão, dois exemplos disso que eu disse: -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por erikssom patos, em 18/02/2013 às 09:48 A ideologia marxista estraga a liberdade. Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 12:00 @patos E a "liberdade" restringida por um lado pela força do Estado e por outro, pelos Trustes, Monopólios, Oligopólios, Empresários egoistas, gêmeos univitelinos do Estado, quem vai estragar? Quem vai botar ordem na casa para restabelecer a liberdade verdadeira? -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por José Antônio da Conceição, em 17/02/2013 às 23:11 Eriksson Patos perguntou (23:03) A pergunta que fica é: a artimanha é fruto da ideologia ou do homem como a Regina colocou? -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Ambos utilizam a "artimanha" Patos: Você conhece algum comercial de automóvel que explique que aquele veículo expele chumbo pelo escapamento? Isso é só omitir algo? Omitir algo é artimanha? Em nome de qual ideologia o comercial omitiu isso? Você tem visto os comerciais dos bancos? "negócios só são bons se ambas as partes ficarem satisfeitas" - Você conhece alguém (exceto acionistas) que está satisfeito com seu relacionamento com os bancos? É a ideologia ou são os homens da agência publicitária contratada pelo banco? --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Por regina helene de oliveira, em 18/02/2013 às 18:46

Concordo com você JAC ,mas isentando os jornalistas desta responsabilidade.Quem tem responsabilidade optativa em colaborar com o desenvolvimento cultural dos brasileiros são os concessionários e proprietários . Papatango por que colocar a educação (mensagens que agregam valores positivos) como oposta ao entretenimento?

Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 19:06

@reco Os "editores" são os "censuradores oficiais" daquilo que os jornalistas sabem e desejam ardentemente contar para o público! Os "editores" são os defensores dos interesses dos mantenedores (normalmente o Governo, Instituições e Empresas não alinhadas com o progresso geral mas sim, e apenas, com o próprio progresso)!

Por Obi Ser Vando, em 18/02/2013 às 14:05

A chamada "Destaque dos Observadores" foi banida duas vezes da pagina principal do OP hoje. E está a postagem http://www.observadorpolitico.org.br/grupos/comunicacao/forum/topic/adicione-sua-ideia-ou-vote-nos-destaques-dos-observadores/ até este momento, foi banida 1 vez. Assim, acessem aqui [ http://www.observadorpolitico.org.br/grupos/tecnologia/forum/topic/opsimple ] a lista de discussões sem robo e a caixa de votação dos destaques. Link curto http://goo.gl/tM6Pu

Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 14:46

@feliz Obrigado Obi! Grato pela informação sobre a censura [ou será que "banir" não é censurar?] e, também pelo endereço de acesso! Eu, havia pensado que você havia deletado os posts!

Por Obi Ser Vando, em 18/02/2013 às 16:21

@joseantonio400 , bem-vindo ! :-)

Por Papa Tango, em 18/02/2013 às 13:19

A função da televisão é proporcionar entretenimento e não educação. Mesmo canais com documentários como o History Channel ou o Discovery Channel, proporcionam pouca informação se comparados a leitura de um livro com menos de 100 páginas. O historiador Marcos Villa disse em um podcast que os brasileiros sempre acham que é possível resolver as coisas da maneira mais fácil. Quem acredita aprender alguma coisa vendo canais educativos acaba cometendo este erro, pois recebe informações superficiais. Você acha possível aprender mecânica quântica ou teoria das cordas vendo televisão? Eu também não! Por isso, até os canais educativos são apenas uma forma diferente de entretenimento. Não agregam quase nada a educação.

Por José Antônio da Conceição, em 18/02/2013 às 13:25

@papatango Não estou falando do ENSINO separadamente da EDUCAÇÂO. Estou tentando alertar que a mídia, se quizesse colaborar com a manutenção dos bons valores, bastaria dar menos destaque aos valores invertidos, que estão completamente na contra-mão da formação de um povo sadio mentalmente! Dizem os autores das novelas, que eles apenas "retratam" na telinha, o que está acontecendo na sociedade. Então eu questiono: Isso não é uma maneira de incentivar e MULTIPLICAR estes acontecimentos?