Opinião

Por José Antônio da Conceição, em 24/02/2013 às 21:09  

Eriksson Patos: liberdade econômica é o mesmo que liberdade do ser humano.

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Por erikssom patos , em 24/02/2013 às 20:36

Vou fazer uma afirmação que praticamente não se houve dizer, mas não deixa de ser verdadeira: a prosperidade é muito maior na presença da liberdade de cooperação espontânea quando na presença de um poder politico moderado. Porque se o poder politico suplantar essa liberdade de praticar a colaboração espontânea teremos neste caso o intervencionismo de estado que tenta por esta via substituir a liberdade econômica pelo controle.

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OK. Fica decretado então: A partir de sexta-feira, 01 de março de 2013, a moeda em circulação perderá todo o seu valor, para que seja possibilitada a equalização das pessoas da nação perante o novo regime de liberdade econômica. Oportunamente, serão distribuidas quantidades iguais de uma nova moeda, a todos os cidadãos Brasileiros, natos ou naturalizados.

Para que exista liberdade verdadeira, aliada com justiça, as condições dos competidores precisam ser equalizadas antes da implantação daquilo que chamaremos de “novos tempos”.

O Estado irá se restringir aos assuntos essenciais, cuidar apenas de:

- Fornecimento universal de Educação de qualidade.
- Fornecimento de Serviços de Saúde ágeis, modernos e disponíveis quando a necessidade se apresentar.
- Transporte seguro e confortável, a preço compatível, inclusive nas metrópoles.
- Alimentação balanceada, sem soda caústica, sem formol e com quantidades ínfimas de sódio.
- Segurança interna que possibilidade aos cidadãos andar pela via pública sem encontrar “balas perdidas” na sua rota
- Segurança do território da Nação contra invasões físicas ou culturais.
- Direito à cultura e ao lazer para todos

As Condições de emprego e renda que garantam moradia digna, alimentação, compra de livros, de roupas, de serviços e de tudo o mais que garanta uma vida boa e feliz a todos os cidadãos sem discriminação de gênero,  raça, etnia, opção sexual, religião ou qualquer outra, ficarão a cargo dos próprios cidadãos, por meio do livre-mercado e da livre-iniciativa.

Quanto à “propriedade privada” será nomeada uma equipe de notáveis que decidirão a respeito dos procedimentos necessários para equiparar toda a sociedade, como numa corrida, onde todos deverão partir de um mesmo local (linha) para que se faça justiça.

Opiniões e ideias para os demais procedimentos necessários, são benvindas!

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AVISO IMPORTANTE:

Se, dentro de 730 (setecentos e trinta) dias, a desigualdade entre os cidadãos da nação voltar a recrudescer, com os mais espertos locupletando-se e gerando novamente uma classe de miseráveis, o governo voltará a regulamentar as atividades, no sentido de conter o individualismo e o egoismo humanos.

Nunca mais serão aceitas reclamações, visto que, terá sido provada e comprovada a necessidade do estado regulador para que o homem seja o lobo do homem com menos ímpeto e aprenda a não ir com tanta sede ao pote (de sangue e suor) do semelhante.

Assim que as opiniões e ideias forem sistematizadas, proceder-se-á à redação do decreto e das Leis necessárias para realização URGENTE do intento.

 




96 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 17:09

Saindo da Home-page... Bondosamente, o Argento chamou isso de "A Metáfora Perfeita" ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Estou lendo ( http://www.apdi.pt/pdf/GLOBSOCI.pdf )! Detive-me nesta frase para pensar => "A globalização não é uma mancha multimodal que se alastra, é também um instrumento nas mãos de quem tem a capacidade de previsão e os meios de a conduzir." Acho que vou perguntar ao timoneiro do barco prá onde o infeliz irá conduzir esta embarcação em que, de repente me sinto dentro dela, sem nunca ter entrado! Como é que fizeram isso comigo? Me trouxeram dormindo?? Me troxeram sedado?? Desmaiado??? Nada disso! EUREKA! "CONSTRUIRAM" a tal embarcação em volta de mim! E o idiota aqui nem percebeu a movimentação! CARACA!” ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Argento arrematou: - Não só Construíram a Embarcação à volta, como fazem-no(s) Acreditar que tens(Temos) o Controle do Timão!!! (Curintchan!!!) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 17:18

@joseantonio400 Poupando tempo aos ouvidos moucos: O documento .pdf indicado no link, NÃO É leitura recomendada para direitistas inveterados!

Por Sergio Zamprogno, em 25/02/2013 às 13:16

Eu sinceramente não entendo a razão da imposição de pre-requisitos para a liberdade das pessoas de praticarem comércio entre elas sem serem punidas. A moeda é somente uma ferramenta mas o comércio é possivel tambem por escambo. No entanto, o governo impõe restrições sobre qualquer forma de comércio. Você fala em igualdade de oportunidades mas impõe critérios sobre igualdade de benefícios. Igualdade de oportunidades estabelece que todos devam ter acesso a uma educação com um certo nivel de qualidade mas não que todos sejam limitados a esse nivel mínimo de qualidade ou que todos consigam tirar o mesmo beneficio dessa educação. Igualdade de oportunidade tambem não determina que um cidadão tenha que pagar pela educação dos outros.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 13:46

@szamp "...a razão da imposição de pre-requisitos para a liberdade das pessoas de praticarem comércio entre elas sem serem punidas", não é imposição por ideologia, mas necessidade, por observação atenta dos efeitos e consequências que a "livre-atividade-dos-humanos-libera-seu-individualismo-egoista-acumulador-sem-preocupação-com-o-outro-ou-com-o-porvir-com-as-consequências" E... regular... não é punir! É estabelecer limites claros, além dos quais a atividade será pedradora de todos os humanos no longo prazo. A questão de que "que um cidadão tenha que pagar pela educação dos outros" está embutida no ato da criação dos impostos! Durante muito tempo o súdito os pagou apenas para sustentar outras classes que não produziam. Chegou-se então ao ponto, em que parte do que é arrecadado DEVE voltar para o contribuinte, em forma de serviços! Educação Pública é um destes serviços! Só que nos dias atuais, a Escola funciona como um braço do poder e, serve aos interesses deste. Precisa mudar e passar a servir aos interesses da coletividade que arca com TODAS as despesas!

Por regina helene de oliveira, em 25/02/2013 às 12:33

Ericksson patos - obrigada pela aula .Adorei.Excelente professor.Continue.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 11:18

***//*** RESPONDENDO ÀS PERGUNTAS DO ERIKSSON PATOS: EDUCAÇÃO = Se os estudantes das particulares procurarem as Escolas Públicas, a vaga deles está garantida por que o Ensino Público está universalizado e é absolutamente fora da Lei negar vaga a quem quer que seja. Seria muito bom se isso acontecesse, pois a presença dos filhos da elite na Escola Pública levaria seus pais a participarem do processo de acompanhamento e cobrança, melhorando o Ensino Público em curto prazo de tempo. Então porque não estão sendo cumpridas as determinações da lei para oferecer estudo de qualidade e para todos sem exceção? Por que faz parte do jogo, manter a estratificação social. Se a Escola Pública melhorar, dentro de duas a três décadas os jovens (pelo menos na qualificação cultural, na detenção do conhecimento e no acesso a posições de destaque no mercado de trabalho, estarão TODOS ELES competidores eficientes) Não basta ter uma lei para que o estado faça a coisa acontecer, ou só isso não é suficiente? O que falta mais? Não basta uma Lei! É preciso toda uma sociedade engajada no processo pois, Educação Escolar é complementação da Educação Familiar e Ensino (o verdadeiro) precisa do apoio da família para ser assimilado corretamente e em profundidade. Em 80 a 90% dos lares brasileiros não existe um "cantinho silencioso" destinado à leitura e à tranquilidade necessária ao ato de estudar, fazer exercícios, fixar o aprendizado. A Educação/Ensino de qualidade depende de políticas corretas e perenes, formação continuada dos professores, participação da família e de toda a sociedade na construção do futuro. SAÚDE = Da mesma forma que na Educação, o serviço público é universalizado e disponível também para o Antônio Ermírio e Eike Batista. Seria muito bom que eles utilizassem os serviços. Como na Educação, o serviço iria ser de excelência em pouco tempo, devido ao fato de as cobranças passarem a ser feitas por pessoas exigentes, cultas e cientes de seus direitos. O que falta? Novamente, falta o raciocínio de que o trabalho a ser executado tem de procurar "aproximar" as classes sociais, exatamente o contrário daquilo que é CONSEQUÊNCIA da maneira como o "mercado" funciona. TRANSPORTE = Infelizmente, o modo de funcionamento do "mercado" ou da "economia", neste item específico é burro e retrógrado. Não existe prioridade para o transporte de massa confortável, rápido e eficiente. Existe incentivo ao transporte individual, em veículos para 5 pessoas que trafegam sempre com apenas uma. E também ainda não inventaram ruas e avenidas elásticas para serem "esticadas" em sua largura e comportar todo o tráfego que por elas transita. ALIMENTOS = A comida do Brasileiro se comparada com a do norte maravilha, ainda é boa e saudável. Porém na medida em que o pratinho com restinhos de agrotóxicos for sendo substituído por comida industrializada, teremos mais obesos, mais doentes por causa da ingestão contínua de conservantes, estabilizantes, corantes artificiais e muito sódio! A fiscalização pela parte do Estado esbarra na capacidade de corromper e de ser corrompido (jeitinho brasileiro) que fatalmente acontecerá entre empresário e fiscaL. Novamente a Educação/Ensino tem responsabilidade, ao não formar um povo ciente daquilo que é exercer a cidadania, agir com ética, entender sua participação individual no processo. SEGURANÇA = É atribuição do Estado sim! Não é realizado nem plenamente, nem satisfatóriamente pelo Estado. Porque? Por causa da ganância novamente. Em Minas, o salário inicial de um policial militar ultrapassa R$ 3.000,00. Mesmo assim ele preteje o traficante fornecendo-lhe "segurança pessoal", vigia as casas noturnas vestindo-se de "segurança", recebe bola do traficantezinho da esquina para ir "fazer ronda" no outro bairro, tudo a título de "complementação do salário". Isso, sem tocar no assunto que indica que o tráfico (na chefia, na logística e na raiz) está ligado a pessoas que ocupam os mais cobiçados cargos, frequentam os melhores salões e hospedam-se nos melhores hotéis. FORÇAS ARMADAS = Meu respeito a elas, e meus pêsames! Deve ser horrível ser comandado por Leis feitas por pessoas antiéticas e ter que dizer sim senhor e não senhor para corruptos! CULTURA E LAZER = São bens de consumo sim! Bens de consumo que só podem ser consumidos por uma pequena parcela da sociedade, e, com isso elitiza-se mais uma sociedade que está lutando desesperadamente por uma elitização menor e por uma distribuição mais equitativa da renda nacional. RESUMINDO, Patos e Papa Tango: A história nos diz que todos os impérios apodreceram após algum tempo de apogeu! No Brasil, está acontecendo ao contrário: estamos apodrecendo enquanto sociedade, antes de virarmos império! Culpa de quem? Eu sei, mas minha voz não consegue adentrar em ouvidos treinados a não escutar!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 09:49

Bem, eu tentei. Quem ler a discussão é testemunha disso! Ficou patente que o Erikssom Patos NÃO ENTENDE quando se usa uma metáfora para facilitar uma explicação de um fenômeno. Ele não entendeu que "Tubarões, sardinhas e lambaris comendo uns aos outros" significa: O mega-empresário (que não será engolido por ninguém, devido ser muito forte econômica e politicamente, portanto, apto a engolir todas as sardinhas e lambaris que lhe "incomodarem" no mercado. Lambaris e sardinhas são, evidentemente os médios, pequenos e micro-empresários que, pela própria natureza (funcionamento do mercado) não chegarão a crescer NUNCA, pois o "mercado" não permite sardinhas e lambaris do tamanho de tubarões! Quanto ao comentário do Papa Tango, que eu trouxe de outra discussão (e ele confirmou tudo), foi com o objetivo único de mostrar uma frase específica para o Eriksson Patos, que confirma TUDO o que eu sempre digo e ele sempre refuta. A frase é esta: ("Alguém tem que se dar mal para que outros se dêem bem...). Porém, mesmo quando dito por outra pessoa, este fato que o Eriksson Patos sempre refuta, continuou "esquecidinho lá num canto qualquer" como se fosse apenas um acessório dispensável, e não o CERNE da discussão. Desta forma então, fica difícil né? Ou talvez MUITO FÁCIL, basta acusar o outro de "fugir" da discussão. Prá que continuar a discutir com alguém que quando o PONTO CENTRAL da discussão é apresentado, finge que não o enxergou? É pura perda de tempo! Ainda bem que eu disse no início da discussão: Burro velho, chucro e trotador, jamais aprenderá a marchar como um elegante cavalo Quarto-de-Milha ou mesmo um cavalo Campolina!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 10:29

@joseantonio400, a nossa discussão é em torno do intervencionismo de estado na economia via as restrições de produção e controles de preços resultando na perda parcial da liberdade econômica e consequentemente numa serie de malefícios para todos na sociedade. Dei exemplos do passado brasileiro como no presente, e da Venezuela com os seus controles de preços e as suas consequências. Você passa por cima de tudo isso, pois imagina que o Brasil ou a Venezuela é um paraíso do livre mercado, só me resta dizer quanta ignorância sobre o que é de fato o livre mercado. Depois para rematar passa por cima da mais elementar noção de concorrência e acha que essa não passa de uma guerra entre quadrilhas de empresários. É incrível a sua falta de noção do que seja a concorrência. Você nunca procurou saber como funciona uma relação baseada na livre e espontânea atividade econômica, não consegue enxergar uma relação de colaboração nisso, não consegue enxergar nisso um processo. Hemos ainda de tratarmos aqui sobre essas questões da concorrência do ponto de vista do livre mercado.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 11:39

@patos Não! nossa discussão é: "liberdade econômica é o mesmo que liberdade do ser humano" ou então... "liberdade econômica é o mesmo que liberdade para uma pequena parcela dos seres humanos" É ISTO, QUE EU ESTOU TENTANDO DEFINIR E MOSTRAR NESTE POST!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 09:57

@joseantonio400 Em outras palavras: Se, um filho do Eriksson Patos aventurar-se no mercado, gastando as economias que juntou muita dificuldade durante quase metade da sua vida produtiva, e seu negócio não prosperar por que um grande empresário resolveu "aniquila-lo" do mercado e, o filho do Eriksson Patos sair da experiência com uma mão na frente e outra atrás (por falta de dinheiro prá comprar cueca e calças)... O Eriksson acusará o próprio filho de "incompetente", por que, na cabeça dele o tal "mercado" é um espaço LIVRE, onde vencem os melhores! Lamentável, mas foi algo muito parecido com essa situação hipotética que o Eriksson demonstrou ao longo de toda a discussão. A visão do Eriksson está TREINADA para enxergar algumas coisas e ABSOLUTAMENTE treinada para perceber INVISIBILIDADE TOTAL em outras!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 10:18

@joseantonio400, a interpretação que você tem da minha visão econômica é equivocada. Eu tenho uma visão sistêmica da economia, e tenho uma teoria econômica que explica o processo econômico, ao passo que você demonstra não ter essa visão sistêmica, a não ser a visão socialista. Faço aqui a seguinte notação: volto a repetir, você se esquiva a admitir que toda a sua analise econômica e e propostas que faz parte do pressuposto de que a economia brasileira é uma economia de livre mercado, você se recusa a admitir que a economia brasileira é sistematicamente intervencionista, ou reguladora como você prefere, por parte do governo. Se é assim e você não reconhece fica fácil para você para você contra argumentar contra as minhas analises, isso está patente no nosso debate até hoje. Inicialmente eu não tinha captado esse aspecto de sua mentalidade econômica, eu já sabia que você pensava uma economia socializada, mas não tinha a noção ainda de que você não sabia identificar o intervencionismo na economia brasileira e via nela uma grande livre mercado. Mas agora estou convencido de que te falta uma teoria econômica solida para ver o que estou te dizendo. Em uma economia de livre mercado é natural alguém se dar mal nos negócios por faltar habilidade ou por outros aspectos, mas numa economia como a nossa que é intervencionista é muito mais fácil o negocio não dar certo devido a intervenção burocrata do estado, do que pela concorrência propriamente dita. Realmente a sua visão sobre concorrência e livre mercado, quanto a questão do intervencionismo é de veras distorcida da realidade dos fatos.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 08:29

- Fornecimento universal de Educação de qualidade. - Fornecimento de Serviços de Saúde ágeis, modernos e disponíveis quando a necessidade se apresentar. - Transporte seguro e confortável, a preço compatível, inclusive nas metrópoles. - Alimentação balanceada, sem soda caustica, sem formol e com quantidades ínfimas de sódio. - Segurança interna que possibilidade aos cidadãos andar pela via pública sem encontrar “balas perdidas” na sua rota - Segurança do território da Nação contra invasões físicas ou culturais. - Direito à cultura e ao lazer para todos ............................................................................................................... - A constituição brasileira já não preconiza o direito a Educação? Por que não é cumprido na integra, já que faz parte de uma lei? Não basta fazer um decreto, uma lei, um regulamento para que a determinação se cumpra? Se isso não é suficiente, então o que mais é necessário? Além do mais, o estado segundo essa mesma constituição oferece universalmente escola para todos que demandam vagas? Se por ventura todos os estudantes das escolas particulares procurassem as escolas publicas teria vagas para eles? Então porque não está sendo cumprido as determinações da lei para oferecer estudo de qualidade e para todos sem exceção? Não basta ter uma lei para que o estado faça a coisa acontecer, ou só isso não é suficiente? O que falta mais? - A constituição brasileira já não preconiza o direito a saúde? Por que não é cumprido na integra, já que faz parte de uma lei? Não basta fazer um decreto, uma lei, um regulamento para que a determinação se cumpra? Se isso não é suficiente, então o que mais é necessário? Além do mais, o estado segundo essa mesma constituição oferece universalmente os serviços de saúde para todos que necessitam de tratamento? Se por ventura todos os cidadãos que tem planos de saúde, sejam por meio de operadoras ou planos corporativos procurassem as unidades publicas de saúde teria vagas para eles? Então porque não está sendo cumprido as determinações da lei para oferecer saúde de qualidade e de graça para todos sem exceção? Não basta ter uma lei para que o estado faça a coisa acontecer, ou só isso não é suficiente? O que falta mais? - A constituição brasileira já não preconiza o direito ao transporte(?), o que eu sei é que essa atividade é regulada por meio do poder publico municipal ou estadual pelo processo de concessão para a prestação do serviço, e os preços são monitorados pelo mesmo poder publico e outros que fiscalizam o seu cumprimento. Por que não é cumprido na integra, já que faz parte de uma lei? Não basta fazer um decreto, uma lei, um regulamento para que a determinação se cumpra? Se isso não é suficiente, então o que mais é necessário? Além do mais, o estado segundo essa mesma constituição cumpre as determinações que lhe é atribuída? Se por ventura todos os cidadãos que tem veículos próprios, procurassem o transporte coletivo que fica sob controle dos órgãos públicos seriam bem servidos e a preços módicos? Então porque não está sendo cumprido as determinações da lei para oferecer um transporte de qualidade e e a preços baixos para todos sem exceção? Não basta ter uma lei para que o estado faça a coisa acontecer, ou só isso não é suficiente? O que falta mais? - Já não existe uma legislação e um conjunto de normas técnicas e regulamentos para fiscalizar a produção de alimentos? Por que isso não é realizado segundo tudo isso já existente? Não é função do estado fiscalizar e fazer cumprir a legislação e as normas técnicas já existentes? Por que não existe uma estrutura suficiente para fazer cumprir tudo isso? É falha das legislações pertinentes ou falta algo mais alem delas? Quais são esses fatores que faltam para que a coisa se cumpra? - Segurança, afinal não é atribuição do estado ofertar e de graça? Isso é realizado plenamente pelo estado? Por que não é? O que está faltando? - As forças armadas não existem? Não estão fazendo o seu papel? O que é invasão cultural? - Cultura e lazer são direitos ou bens de consumo? O estado tem o dever de oferece-los?

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 02:18

Patos: Vou dormir! Divirta-se SOZINHO com este diálogo que trago de outra discussão: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Papa Tango, em 12/02/2013 às 02:31 Não, na minha cidade os bailes de carnaval promovem o nascimento de várias crianças. Os de funk também! Dalí surgem os futuros inquilinos do condominio fechado do governador. Mas é assim que a coisa funciona. Se todo mundo fizesse planejamento familiar e dessem educação de qualidade para seus filhos, quem iria recolher o lixo das ruas? Alguem tem que se dar mal para que outros se dêem bem. O sistema é perfeito: se você se der bem hoje, amanhã você se fode; se você se foder hoje, amanhã (talvez) se de bem. Por José Antônio da Conceição, em 12/02/2013 às 02:38 @papatango Então, na sua opinião, os garis e outras profissões subalternas são necessárias e, para que não desapareçam da face da terra devemos incentivar sempre a desigualdade e promover a inferioridade de grande parte da humanidade. Para fazermos isso, basta nada fazermos não é mesmo? Por Papa Tango, em 12/02/2013 às 02:56 @joseantonio400 Exatamente! Deixe fazer, deixe passar. Por Papa Tango, em 12/02/2013 às 03:18 @joseantonio400 Peraí, promover não! Deixar acontecer! A sub-cultura é necessária para que os desafortunados se conformem com sua situação. Caso contrário, haveria um constante conflito entre pessoas de classes sociais diferentes. Não estou falando do genérico conflito entre ricos e pobres (ou luta de classes) mas sim de disturbios constantes onde até aqueles que nem ricos são seriam alvejados pelos mais pobres, mesmo que nem tão pobres fossem. Uma boa maneira de promover a sub-cultura é colocarmos o alcoolismo como hábito social. Deixem as pessoas beberem para que esqueçam de tudo, para que não se revoltem. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 07:37

@joseantonio400, eu estou até um certo ponto de acordo com o papatango ao dizer que você não sustenta um debate quando se sente derrotado, nestas condições não tente tangenciar para outros assuntos, ou não passe a apresentar outros argumentos que não estão no foco do assunto. Se você não tem domínio e nem compreensão sobre as intervenções e controles de preços, porque os propõe, e se propõe por que não sabe defender em debate os seu pontos, colocando os com logica? Você deveria no minimo saber reconhecer os fracassos do intervencionismo. Eu só posso acreditar que você é leigo no assunto, dai o seu entendimento de que o estado venha a fazer as tais intervenções, ou regulações como diz você, de modo que que a iniciativa privada deva ser rigorosamente controlada. Fica fácil perceber porque que a corrupção dos órgãos controladores não abala a confiança cega na infalibilidade e perfeição do estado em controlar certas atividades econômicas, ou todas elas em conjunto, ao invés disso essas corrupções apenas provoca grande aversão pelos empresários e capitalistas, como você gosta de afirmar como sendo: lobby do poder econômico, e o controle desse do estado. Isso tem nome, captura do estado pelo setor regulado.

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 02:33

@joseantonio400 Assunto de outra discussão. Não retiro nada do que disse. Quem quiser balançar o rabo em bailes funks tem todo o meu apoio. Não temos vagas de engenheiros para todos por isso não descarto a sub-cultura como meio pacificador social. Quem se joga na lama merece lavagem e ponto final. Se não quiser alimentar um debate onde se sinta derrotado, não tente tergiversar ou apresentar argumentos ad hominem. Faz o seguinte, finge que vai cagar e aproveita pra sumir.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:30

@joseantonio400, faziam isso na Russia!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:50

Meu DEUS! (01:36) Agora o homem tá dizendo que falei em tabelamento! Usando tabelamento lá na Venezuela para combater o que eu disse! ô Patos! Acorda!! ô Patos! Acorda!! ô Patos! Acorda!! Tá na hora de reler o texto do Post e entender: NÃO EXISTEM CONDIÇÕES DE ESTABELECER UMA CORRIDA (OU CONCORRÊNCIA) OU O DIABO QUE OS PARTA... ...enquanto os competidores não estiverem em condições IGUAIS ou pelo menos parecidas. Não dá prá colocar um anão, cujo braço é de apenas 40 centímetros, para nadar (concorrendo) com outro nadador cujo braço mede mais de 80 centímetros! É isso! Quer que desenhe? Quer que eu arranje os dois nadadores, faça as medições e MONTE O GRÁFICO?

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 02:03

@joseantonio400 Da mesma forma, não dá para colocar se enfrentando um time de basquete cuja média de altura dos jogadores seja 2,06m (todos muito altos) contra outro time com todos os jogadores de altura normal, por volta de 1,70m. Seria massacre! MASSACRE é o que você está propondo, ao dizer que tem de estabelecer o Estado Mínimo e deixar tubarões, sardinhas e lambaris se digladiando, pois afinal a "concorrência é livre, o mercado é livre, nadar e comer o outro é livre"!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:28

@joseantonio400, vixe que festival de pancadaria é esse?! Até para raciocinar sobre o que é uma concorrência você não deixa de pensar em igualdade, como se isso fosse a condição ideal para ela acontecer. Retire essa ideia idiota da cabeça de que concorrência é uma luta de ringue! Isso é pura estupidez da sua parte para não dizer ignorância. A concorrência é um processo na economia em que os atores econômicos são peças de uma engrenagem que agem espontaneamente para a execução das relações econômicas, e não uma guerra como você pensa.

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 02:18

@joseantonio400 Pior ainda seria agir como Procusto e serrar as pernas dos jogadores mais altos.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:00

JAC essa é a ideia que você tem de estado e livre mercado, pois você acha que sem o estado a livre iniciativa esfola a qualquer um, mas isso é o que você, apenas não sei em que se baseia isso, porque os fatos dizem o contrario o tempo todo. 24/02/2013 - 06h24 Venezuela passa por escassez de produtos da sua cesta básica http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1235859-dilma-pede-calma-em-relacao-a-novo-pacote.shtml

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:19

Tem mais uma, desconfio que você nunca prestou atenção o que se vende numa padaria, porque dizer que um supermercado faliu uma padaria, é demais né! Os motivos devem ter sido outros e você está forçando a barra.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:16

Já eu tenho experiencia própria no local que moro, no bairro, que contradizem os seus exemplos, existem próximas duas padarias e três grandes supermercados, todos concorrem entre si vendendo pão francês. Não sei porque as padarias que você só vendia o pãozinho?! O cara tinha que falir mesmo, pois não sabia fazer outra coisa né. Depois sou que tenho ideologia, você não desconfia não seu Zé!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 02:09

@patos Os fatos dizem o contrário, para você, que só tem olhos para enxergar SUA IDEOLOGIA. Vou ter que contar de novo o caso do dono de supermercado (que conheço) que ELIMINOU todas as padarias próximas, vendendo o pão abaixo do custo por uns três meses? Ficou sozinho na área! Agora o preço do pão no supermercado voltou ao normal e o consumidor perdeu a opção de escolha entre sabores diferenciados!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:15

Papa Tango (1:07) "...Maior prosperidade não significa prosperidade absoluta. " Isso, é jogo de palavras! Igualzinho a tal de "renda per capta"... 100 milhões dividido por 100 abitantes, dá um milhão por habitante! Maravilhoso não é? Mas na realidade, são 10 pessoas com renda de 9 milhões e meio as 90 pessoas restantes dividem entre si (quantidades variadas) os 5 milhões restantes não é mesmo? PAPO FURADO! Conversa prá boi dormir!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:34

@joseantonio400, da mesma forma também é papo furado a tal de proteção ou regulação por meio do estado para garantir algum preço justo para o consumidor, no fim das contas ou o produto some das prateleiras, ou o governo tem que estender a sua regulação e passa a racionar aquilo que ele tabelou como preço justo, pelo contrario ele prossegue na regulação até engessar toda a economia, há para com isso senhor Jose antônio das concepções.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 02:04

O Chaves está tentando equalizar essa igualdade lá na Venezuela, veja a expropriação que o cara promoveu: ................................................................................................ QUINTA-FEIRA, 5 DE MARÇO DE 2009 Presidente Chávez expropria a Cargill venezuelana http://diariogauche.blogspot.com.br/2009/03/presidente-chavez-expropria-cargill.html

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:42

@patos Pára com isso, você senhor Patos estado mínimo, e explique como será esta sua "concorrência verdadeira" se, não existir antes da implantação do tal estado mínimo da sua utopia, uma equalização entre os competidores! Será que você não percebe (sua mente não alcança) que os mais fortes irão ditar as regras, ocupar todos os espaços disponíveis e aproveitar a falta do Estado para estabelecer a "festa de arromba bolso popular" para o resto da vida?

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:36

Quer um exemplo da proteção que você pensa que não deixa o mais pobre ser injustiçado, ou explorado: na Venezuela há alguns preços tabelados, agora veja o que acontece nos supermercados, sempre as prateleiras estão vazias, esses produtos são racionados meu meu amigo, até Nero em Roma sabia dessa bagaça, nós que não vamos saber?!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:58

Eriksson Patos: Se, a simbiose de empresários e estado é prejudicial para o ser humano, elimine-se esta simbiose, LIBERANDO (ou liberalizando) tudo não é mesmo? Tá, sem Estado forte, quem irá evitar que o empressário ganacioso pague salários de... digamos... R$ 450,00 nos dias atuais? Quem irá evitar que os empresários dos ônibus urbanos (proprietários dos veículos e patrões daqueles que trabalham movimentando a frota) aumentem o preço da passagem para R$ 5,00? Respondam por gentileza! ..................................................................................... Eu já citei os exemplos da Alemanha e da Espanha sobre as suas leis trabalhistas, os alemães tem pouco regulamento trabalhista, com algumas exceções, já os espanhóis são super protegidos por leis, no entanto lá há muito mais desemprego e os salários são muito mais baixos do que na Alemanha. Não são as leis e garantias delas que faz o mercado de trabalho ser prospero, mas a liberdade. Quanto aos transportes, eu tenho um exemplo histórico na capital goiana. Aqui tempo atras surgiu um transporte alternativo de vans, que denominaram na época de clandestino, a concorrência com as chamadas empresas regulares permissionárias eram enormes. As lotações deixaram de existir, os preços começaram a baixar. Mas de uma hora para outra a coisa pegou, as empresas concessionarias levaram para a justiça e para o governo local, e o pau comeu feio, houve até morte na época, mas o transporte considerado clandestino foi regulamentado e foram alocados numa sub sistema alimentador de linhas, e o destino dos mesmo foi o fim, pois os preços que eram praticados dentro do sistema inviabilizou a atividade deles, o resultado final é que hoje existe apenas três empresas que funciona numa especie de consorcio, elas já existem há mais de trinta e cinco anos. Enfim um monopólio privado regulado pelo município e pronto: superlotação de gado, alias boi ganha do transporte dessa capital. Ou seja, adianta ser publico? Não, não adianta, só uma anta para não entender uma merda dessa.

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 01:12

@patos Eu citei algo parecido com relação a Sampa. As empresas de ônibus sentiram no bolso os prejuízos causados pelos transportes alternativos e não faltou vereadores usando como desculpa a segurança ou os congestionamentos para criarem um aparelho burocrático que inibisse o interesse dos perueiros.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:30

Poder econômico o cacete, é a SIMBIOSE do poder econômico e o estado que funcionou em conluio para exterminar a concorrência, seja do pobre ou do rico, concorrência não tem barreiras. De qualquer forma fica evidente de que com a interferência do estado, mesmo que essa seja com a boa intenção de proteger ou assegurar o consumidor, nem sempre funciona como se imagina, na maioria dos casos fica pior.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:24

@papatango, aqui a coisa pegou fogo, houve até morte no campus universitário em uma manifestação. A imprensa local começou a fazer reportagens fazendo chamadas de entrevistas relâmpagos nas ruas congestionadas, as perguntas eram direcionados aos proprietários de veículos que começaram a alegar de que as vans estavam entupindo as ruas, pois devido serem veículos pequenos e eram em grande números, isso de fato perturbou um pouco o transito, mas nada que não pudesse ser contornado. O poder publico através da justiça por força de uma liminar foi proibido a circulação desse transporte. Quem saiu perdendo foi a população que ficou refém de um transporte de monopólio privado garantido pelo estado. Acho que mais claro do que isso é impossível para o senhor José Antonio da Conceição que defende a tal regulação entender. Até hoje o transporte coletivo da região metropolitana é um caos, o poder publico nem aparece para nada. Mas na época, i eram defensores dos usuários do transporte, mas depois que desmantelaram a concorrência, sumiram.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:20

@papatango Ou seja: poder econômico de novo, fodendo o pai de familia que possuia uma perua e estava ganhando uma graninha... Aqui em BH, os perueiros foram regulamentados, cada um deles comprou um micro-ônibus (16 lugares no mínimo) e rodam em linhas alternativas, funcionando como "auxiliares do sistema" e cobrando o mesmo preço de passagem, além de se sujeitarem às mesmas normas de manutenção do veículo (segurança do público). Olha a regulamentação aí, resolvendo problemas!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:05

@patos Mas eu não disse que o Transporte TEM de ser público! Eu disse é que apenas a ENTIDADE ESTADO pode restabelecer esta concorrência que foi surripiada aí em Goiania! Eu tenho dito que apenas a ENTIDADE ESTADO pode redigir uma lei que obrigue os empresários a aposentarem os veículos com mais de 4 anos de uso! Eu tenho dito que apenas a ENTIDADE ESTADO pode estabelecer uma planilha de custo/Km e com base nos dados desta planilha, autorizar ou não o aumento do preço da passagem pretendido pelos empresários gananciosos. Em resumo, tenho dito, que SEM ESTADO regulando a ganância, o pobre tá fodido, mal pago e sem pai nem mãe!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 01:32

@patos Você continua insistindo (talvez maldosamente) que não existe diferença entre o que eu defendo e isso que aí está! Só esquece um detalhe: Aquilo que é novo, justamente por ser novo, não pode ter existido ou existir, pela razão única que deixaria então de ser novo! (e não é a primeira vez que digo isso para você). Se é por burrice, que você não assimila ou se é por defesa cega daquilo que você defende, não sei... Talvez, exista em você uma repulsa a tudo que é novo (até ideias), então neste caso você só aceita aquilo já experimentado ou pega a ideia nova e insiste que ela é velha! Pode ser isso... --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por mais de uma vez já utilizei a comparação com uma corrida! Fiz de novo no texto do post! NENHUMA PALAVRA sua sobre a injustiça e o descompasso de estabelecer "lugares diferenciados" para os competidores! Como classificar esta atitude sua? Medo? Incapacidade de imaginar uma "corrida injusta"? Desejo de que os "melhores" tenham o DIREITO de partir primeiro e os "piores" apenas meia hora depois?

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:14

@joseantonio400, você se faz de ingenuo ou de desentendido para não dar o braço a torcer. Não há nada que possa concorrer a própria concorrência. Apenas ela dá cabo a essa paranoia de querer e achar que apenas o estado é o dono da cocada ou da carne seca, não é, basta prestar atenção dos fatos e nos casos existentes. Por isso o papatango diagnosticou sobre a disfunção cognitiva, perdoe, mas a insistência mesmo diante de tantos fatos é teimosia que beira a burrice. Cara parece que você não lê nada, não tem conhecimento dos regulamentos, tudo isso que você está citando que deveria existir já existe caramba, no entanto tudo isso não funciona cara, acorda dessa letargia de pensar que o estado protege o cidadão comum, não protege não. Você acha que protege mas não protege, você acha que deveria existir uma lei assim e assado, pois já existe, e no entanto nem você sabe que existe cacete, o que mais você quer com essa tal de regulação? Veja o exemplo de lá de santa maria do RS, existia uma lei municipal, existia uma estadual, no entanto nada era cumprido, e depois da tragedia ficaram com uma lorota de que tinha que regular isso e aquilo, caramba, serpá que nós brasileiros somos mesmo tão tronchos assim?! Parece que sim.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:47

@joseantonio400 O dia que aparecer um estado intervencionista (ou regulador, na sua concepção) que funcione e leve o bem-estar a sua população, daí nossa maturidade para lídar com a negação de nossas "crenças" será colocada à prova. Até lá, o único portador de dissonância cognitiva neste post, até o momento, é o senhor. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- No dia em que os senhores mostrarem uma naçao (ou até uma grande cidade dentro de uma nação) onde o Estado mínimo funcionou, onde não exsta grande distancia entre as classes, onde a propriedade estiver ao alcance de todos, eu mudo de opinião! Até lá, a dissonância cognitiva (defesa cega daquilo que acredita) será dividida entre nós três, OK?

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 01:07

@joseantonio400 Negativo, pois a afirmação do Patos que você citou neste post diz que a prosperidade é muito MAIOR na presença da liberdade de cooperação espontânea quando na presença de um poder politico moderado. Maior prosperidade não significa prosperidade absoluta. A prosperidade é muito maior, o IDH da ONU é a melhor prova disso. Mesmo assim, caso você sonhe com um estado intervencionista (ou regulador, na sua concepção) dê um pulo na Argentina ou na Venezuela que ficam coladas no Brasil. Nem precisa se preocupar com a passagem de volta, fique em qualquer um desses países. Você vai adorar, se quiser a gente promove uma vaquinha aqui no OP!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 01:05

@joseantonio400, então comece a ver o caso de Hong Kong, ok?

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:39

Papatango, a dissonância cognitiva é o que mais atinge as crenças religiosas de seitas fanáticas, quando são confrontados com dados reais provando que suas crenças não são aquilos que acreditam que são, eles partem para outras explicações e empurram o problema para o futuro, ou para o passado. O presente fica sempre aberto para uma desculpa qualquer, mas nunca admitem que erraram na avaliação.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:28

Qual a função do Lobby? Adaptar leis e normas de forma a favorecer este ou aquele setor econômico não é mesmo? Já ouviram falar em Lobby a favor de uma melhor distribuição da renda nacinal? Já ouviram falar de Lobby para repor para os aposentados tudo o que foi surripiado da previdência? Já ouviram falar em Lobby para melhorar o Sistema Público de Saúde? Entenderam, ou será preciso desenhar?

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:35

@joseantonio400, lobby existe para tudo isso ai que você disse, o que os distingue são a persistência dos mesmos em manter uma permanência junto ao governo. Os sindicatos por exemplo, mantem um lobby permanente junto aos congressistas para atingir os seus fins. Sempre tem membros sindicais vistando os gabinetes, participando de audiências publicas referentes as atividades que eles representam. Os aposentados idem.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:50

@patos Conheço tanto, que enfrentei mais de 10.000 professores municipais em 2001 e, de lá para cá, eles aprenderam a respeitar o sagrado direito do aluno de Escola Pública às aulas! Após 2001, você nunca mais leu na mídia sobre GRANDES GREVES dos professores de Belo Horizonte!

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:47

Então você não conhece o movimento sindical, mas não conhece mesmo!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:39

@patos O que os distingue, não é isso que você disse! O que os distingue é a quantidade de grana disponível para financiar a tenacidade e a constância da atividade!

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:05

Patos, você errou, o JAC não é marxista. Na realidade, ele é socrático-platonista. Ou talvez seja socrático-platonista-marxista, uma nova corrente que acredita que o Estado é formado por reis filósofos preocupados unica e exclusivamente com a prosperidade de seus cidadãos. Ele não enxerga que quanto maior o poder intervencionista do estado (regulador, na concepção dele) maior é a ocorrência de práticas de corrupção como o tráfico de influência e a busca de vantagens de algumas empreiteiras. Qualquer hora, apresente a ele a Camargo Correia, a Queiroz Galvão e as empresas "X" de Eike Batista. Talvez ele entenda que não se deve confiar a segurança do galinheiro às raposas.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:20

@papatango, acho que teremos que ter a paciência de jó. Há momentos que penso que ele é extremamente irônico ao ponto de se passar por ingenuo. Mas, há momentos que enxergo que de fato ele não está de fato familiarizado com as coisas da economia. Quanto a possibilidade de fato ele ser um idealista platonista não fica descartado, para isso basta recorrer a republica dos espíritos. Quanto ao Brasil é praticamente inútil fazer algum paralelo do estado regular que somos, ele sempre vai se recusar a se identificar neste modelo, pois é muito ruim os resultados que ai temos, muita pobreza, exploração, disparidade do mais rico com o mais pobre o que representa uma concentração de riquezas, inclusive ele e o Felipe até tem um gráfico para mostrar isso, então é complicado fazer ele entender que as propostas que propõem redundarão nisso que já temos ai.

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:39

@joseantonio400 O dia que aparecer um estado intervencionista (ou regulador, na sua concepção) que funcione e leve o bem-estar a sua população, daí nossa maturidade para lídar com a negação de nossas "crenças" será colocada à prova. Até lá, o único portador de dissonância cognitiva neste post, até o momento, é o senhor.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:30

@papatango Neste caso, aqui neste post, estão discutindo três pessoas com dissonância cognitiva!

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:26

@patos O nome disso é dissonância cognitiva. Ninguém gosta de ser contrariado em suas próprias crenças a menos que tenha alguma maturidade para lidar com tal situação.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:23

@patos Isso, por que você QUER ENTENDER ASSIM, não é mesmo Patos? Ou será que é porque você QUER que a platéia entenda assim?

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:15

@papatango Hã... hã... Sei! O Estado agora é também CULPADO do lobby... O Estado, ao invés de vítima do poder econômico que paga a maioria das campanhas milionárias dos detentores de mandatos no legislativo ou ocupantes de cargos no Executivo e lhes prende o rabo, tornou-se (foi isso que você disse) culpado do tráfico de influência que tramita (e comanda) todos os poderes da nação! A cabeça de quem, você está tentando confundir? A do leitor?

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:51

@joseantonio400 A maioria dos salários são negociados entre sindicatos operários e sindicatos patronais. Ao governo, só cabe fazer com que a legislação trabalhista seja cumprida. Quanto ao exemplo das tarifas, a própria população exerce pressão sobre estes custos. Se o custo chega a um ponto onde o consumidor não consegue arcar, o patrão ganancioso perde aí boa parte de seus clientes e seu negócio se torna insustentável. Continuando no exemplo das tarifas, imagine se os governos municipais não criassem empecilhos burocráticos para que transportadores autônomos exercessem sua profissão sem cair na ilegalidade, Na época do "boom" das vans, tivemos um exemplo disso. Em Sampa, o preço nas vans chegava até a metade do preço nos coletivos. Daí veio o governo e... acabou a festa!

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:36

Eriksson Patos: Se, a simbiose de empresários e estado é prejudicial para o ser humano, elimine-se esta simbiose, LIBERANDO (ou liberalizando) tudo não é mesmo? Tá, sem Estado forte, quem irá evitar que o empressário ganacioso pague salários de... digamos... R$ 450,00 nos dias atuais? Quem irá evitar que os empresários dos ônibus urbanos (proprietários dos veículos e patrões daqueles que trabalham movimentando a frota) aumentem o preço da passagem para R$ 5,00? Respondam por gentileza!

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:32

@patos Esta simbiose leva o nome de capitalismo de estado. Na maioria das vezes, age como um Robin Hood ao contrário, tira dos pobres para dar aos ricos. O BNDES é um bom exemplo deste falso modelo de capitalismo.

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:25

@joseantonio400, o estado não é vitima, é uma ferramenta. É o modelo de estado que propicia isso. Cria se um estado que pode servir de ferramenta para grupos que se apossar dele possam proteger as suas atividades econômicas sem ter que concorrer ou de esquentar em ser produtivo ou eficiente. Ao passo que em um livre mercado isso não seria possível, pois os empresários não contaria com as garantias do estado nem teriam os seus negócios protegidos da concorrência, o que os levaria a ter que ser produtivos e eficientes para continuarem no negocio. Isso é livre mercado, o resto é simbiose de empresários e estado.

Por José Antônio da Conceição, em 25/02/2013 às 00:19

@papatango LIBERAR GERAL, por que então não será preciso lobby não é mesmo? Estando TUDO LIBERADO prá que gastar dinheiro com Lobby, não é mesmo?

Por José Antônio da Conceição, em 24/02/2013 às 23:57

Por erikssom patos, em 24/02/2013 às 23:48 JAC, você não percebe que ao regular para proteger o mais fraco, na verdade o estado estará intervindo num processo pelo qual, ele o estado, não tem a onisciência completa para evitar os efeitos danosos da regulação? Eu estou exatamente dizendo isso o tempo todo. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 1 - Você está dizendo isso o tempo todo, e infelizmente, parece que mora num Brasil diferente deste que eu moro! Se diz do meio rural, e nunca ouvi você falar uma palavra sequer a respeito do preço do leite in-natura pago ao pequeno e médio pecuarista! 2 - Provavelmente, não leu também sobre as distribuidoras de energia elétrica "cancelando" contratos com ONG's, com times de futebol, com hospitais e os cambau (tudo em áreas diferentes da qual deviam se dedicar), dizendo que a recente atitude do governo provocaria "baixas" na sua arrecadação! Aí eu pergunto: é justo eu pagar uma conta de uma concessionária, financiando um time de futebol? 3 - Quer mais exemplos da necessidade de regulação do governo, ou os dois acima já são suficientes para provocar sua inteligência a respeito daquilo que defendo?

Por Papa Tango, em 25/02/2013 às 00:12

@joseantonio400 Zé, de onde você tirou o item 2 ?

Por erikssom patos, em 25/02/2013 às 00:11

@joseantonio400, quanto a atividade leiteira, o que são barreiras são os impostos. Quanto a energia elétrica, perdoe, mas você sabe que é uma concessão do estado, e os preços são monitorados pelo governo meu caro, por tanto regulado por uma agencia chamada ANEEL. Não só a minha inteligencia estão despertas para essas coisas, como eu estou informado a respeito desses assuntos do ponto de vista econômico. O que você deixou transparecer ai é que não está de fato informado do que é regulação e controle de preços por parte do governo, é o que me pareceu, alias ficou claro que não sabe.

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