Economia

Por José Antônio da Conceição, em 27/03/2013 às 21:56  

Aconteceu primeiro no Chipre! O Governo de lá é PeTista?

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Medidas de controle de capitais vão durar pelo menos sete dias. No fim deste período verão se continuam ou não.

Saques do dinheiro que foi depositado “sem limites” está limitado a saques de 300 Euros por cada cliente do banco.

Gastos com cartão de crédito estão “limitados” a determinada quantia mensal.

Quem possuir mais de 100 mil Euros na conta bancária será “tungado” em 30% daquilo que depositou. E… desta vez o “valor” que será volatizado não estava aplicado em investimento de risco..

O banco central de Chipre já aprovou as medidas de controle de capitais, para evitar a fuga de dinheiro do país. Os levantamentos nos multibancos ficam limitados a 300 euros por dia, por pessoa e por instituição bancária. Os cheques ficam proibidos.

As transferências para o estrangeiro ficam proibidas, exceto em caso de transações comerciais que recaiam no normal funcionamento dos negócios, e mediante a apresentação de documentos comprovativos. Os pagamentos 5 mil euros por dia não sofrem qualquer restrição, mas acima desse valor ficam sujeitos à aprovação do Comitê.

As transferências para o exterior que se destinem a pagamento de salários também escapam às restrições, desde que devidamente comprovadas, tal como despesas de educação de filhos no exterior, até ao limite de 5 mil euros por trimestre.

Transferências e pagamentos com cartões de crédito no exterior de Chipre ficam limitados a 5 mil euros por mês por banco.

É proibido resgatar depósitos a prazo certo antes do termo, a não ser que os fundos sejam usados para liquidar créditos na mesma instituição financeira. Quando vencerem, os depositantes poderão transferir 5 mil euros ou 10% do valor total para uma conta à ordem no mesmo banco. O restante dinheiro ficará retido por mais um mês.

Quem viajar para fora do país apenas pode levar consigo mil euros em cada viagem, salvo autorização prévia do Comitê.

De acordo com o Banco Central de Chipre, os bancos vão reabrir amanhã ao meio-dia e funcionar até às 6 da tarde, hora local. O país está praticamente parado à espera do momento em que isso acontecerá.

As medidas vigorarão por um prazo de quatro dias (em vez dos sete inicialmente previstos), ao fim do qual se reavaliará a necessidade de as manter ou ajustar. Não há limite de tempo para a sua permanência.

O objetivo é impedir saídas de capitais em larga escala que ameaçariam o sistema financeiro e toda a economia.

A mim, parece que o Estado, grande defensor da “propriedade” mudou de rota de repente. Se a moda pega…

Claro, situação semelhante já aconteceu aqui no Brasil mas não foi no Governo do PT. Outra diferença é que aqui no Brasil não haviam instituições financeiras extra-fronteiras e nem outras nações assinando o calote oficial junto com o Governo Brasileiro. Tanto lá como cá, o roubo descarado e acobertado pela Lei foi denominado com algum nome pomposo parecido com “Medidas Emergenciais transitórias”.

As críticas ao acúmulo selvagem do capital, aos efeitos perversos deste caminho por onde a humanidade enveredou são constantes aqui dentro do OP. A cada crítica umas dez porradas de volta, e uma enormidade de comentários em defesa do “melhor sistema econômico que já se inventou”.

Estou aqui sentado, confortavelmente instalado num lugar bem confortável (minha casa – por enquanto -), tomando uma caipirinha e de olho naquilo que os fanáticos idiotas defensores do capitalismo selvagem irão dizer…

Sinceramente? Acho (achismo mesmo) que elles não têem o que dizer…

Hoje, surgiram críticas ao tamanho dos ativos financeiros dos bancos de dois paises que cabem aqui dentro de minas Gerais (se não me engano). Estão dizendo que os ativos são “Grandes demais” em relação ao PIB destes países, que é pequeno. De agora em diante será cobra comendo cobra. Quem viver verá!

JAC (em azul, da cor do céu)

Tag: “Quando o bicho pega, um montão de outros bichos corre prá dentro da toca e fica hibernando de forma compulsória”.




141 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por erikssom patos, em 01/04/2013 às 07:47

Volto a repetir, se você fosse uma autoridade monetária no Brasil de hoje estaria fazendo tudo que ai está sendo feito, e ainda acrescentaria mais alguns ingredientes para apimentar a situação.

Por erikssom patos, em 01/04/2013 às 08:46

É uma longa historia da pratica da tal reserva fracionaria pelos bancos sob autoridade de um banco central de um país, até chegar a esse estagio como chegou na Argentina: http://www.youtube.com/watch?v=tUgiBq27-ps&feature=player_embedded

Por José Antônio da Conceição, em 31/03/2013 às 23:58

JAC, você mais uma vez demonstra que não saca nada do que acontece na economia, principalmente na parte monetária. Você se enrola todo e não responde nada. Bastou falar em papai noel e você já saiu do contexto da ilha e veio com o chavão de que o período natalino é o vilão do aumento inflacionário. Depois se enrolando dizendo que a inflação sobe, desce, em uns produtos, em outros não, e nhenhe, e trololó, mas não explicou nada. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- AGORA SIM! Você viajou na maionese, esquiou na maionese, tomou banho de maionese! O que eu expliquei (desculpe-me não usar os termos técnicos e complicados do seu livro) é EXATAMENTE o que acontece! Se o trigo subir de preço, o pão também sobe! Isto reflete na inflação! Mas para o camarada (e família dele também) que não podem ingerir glùtem, que portanto comem somente frutas no café da manhã, se o preço das frutas continuar estável, para esta família específica NÃO HOUVE INFLAÇÃO. Porém, se o cigarro dobrar de preço, isso irá refletir na INFLAÇÃO. Mas esta inflação (do tabaco) não afetará o orçamento de quem não fuma! FOI ISSO QUE EU DISSE! (E isso não é enrolar coisíssima nenhuma). Inflação é uma "média ponderada" da variação dos preços, calculada conforme índices médios de consumo daquele produto que variou de preço, PELAS FAMÍLIAS. Por exemplo, se a garrafa de vinho subir 50% a influencia disso na inflação será quase despresível! (Brasileiro consome pouquíssimo vinho)... Agora, se a carne de boi subir 50% a pancada no índice de inflação é violenta! (Brasileiro consome muita carne de boi). Explicado agora, senhor guardião da Base Monetária?

Por erikssom patos, em 01/04/2013 às 07:33

JAC, em primeiro lugar você não explica em termos técnicos porque não sabe fazer isso (pouco importa se a sua atitude seja um fingimento de ignorância, quem está na chuva é para molhar meu chapa). Volto REAFIRMAR você não explica nada, apenas fica de trololó pra lá pra cá tentando ver se o trem passa para você embarcar nele sem ser visto - num bom linguajar mineiro, você está mais perdido do que cachorro em dia de mudança(!). Que papo mais sem logica de preço disso e daquilo. sobe desce, não desce, média, etc, o que você tem mesmo de explicar é a sua própria crença "na necessidade de aumento na quantidade da moeda", no entanto bulhufas, você não sabe de nada. Você não sabe explicar as causas da inflação essa é a verdade, essa é a sua ignorância. Sai de detrás desta falsa humildade de iletrado em economia, solta o seu conhecimento na área e vem para o debate...

Por José Antônio da Conceição, em 01/04/2013 às 00:04

Agora, RELEIA o que eu disse: --------------------------------------------- Claro, isso numa conta fictícia, pois na economia real os precos sobrem e descem em produtos diferenciados, em épocas diferenciadas ocasionando ìndices de inflação diferenciados por pessoa de acordo com seus hábitos de consumo! (Ou seja, índice de inflação OFICIAL é uma balela, história pra boi dormir). ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Para Vossa Senhoria, que GOSTA de tudo EXPLICADINHO (mas não explica nada, além da teoria), estou dizendo que o mendigo que se alimenta quando os outros dão comida para ele, que dorme na rua e não no hotel, que não faz compras em lojas ou supermercados, não paga luz, água, telefone fixo, internet, tv a cabo, não possui celular... Prá este mendigo deflação, inflação de 100% ao mês, ou 30% ao dia... TANTO FAZ! Ficou mais claro, Senhor Guardião da Base Monetária?

Por erikssom patos, em 01/04/2013 às 07:44

JAC, mais trololó que é o que você sabe fazer... Não estou interessado em saber se o índice oficial é verdadeiro ou não, pouco importa isso, o papa aqui não é esse. Que papo mais fajuto e sem nexo é esse 'de mendigo', daqui ha pouco você vai estar descrevendo uma vida em comunidade indígena e fazendo passar isso como se fosse o modelo ideal para toda a humanidade!... O nosso papo aqui é se há necessidade de aumentar a quantidade dinheiro em uma economia, ou não. Você acha que precisa de aumentar, eu acho que não precisa. Você não sabe o que provoca inflação, essa é a verdade.

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 22:45

JAC você já deve ter percebido de que a sua crença na tese monetária da necessidade da variação na moeda sempre para mais está aos poucos sendo destruídas em todos os aspectos. Vai chegar um dia em que você irá confessar essa demolição ou desconstrução. O seu pensamento econômico não é diferente do vigente, em absolutamente nada. Se você fosse um governante em Chipre agiria da mesma forma que agiram lá. Se você estivesse nos Estados Unidos, idem, se estivesse na Europa, idem de novo. Se você fosse um governante ou alguma autoridade monetária no Brasil na época do governo militar e do Sarney agiria também do mesmo modo que agiram. Enfim, você é um Keynesiano e não sabe.

Por José Antônio da Conceição, em 01/04/2013 às 00:22

@patos Ou seja: Eu sou um terráqueo NORMAL! Patos, você tem certeza que seu nascimento aconteceu em algum lugar do Planeta Terra? Houve testemunhas? Seu pai e sua mãe eram conhecidos lá na comunidade onde você nasceu, há bastante tempo?

Por erikssom patos, em 01/04/2013 às 07:15

Mestre JAC, com certeza não foi na ilha de sua fantasia!

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 21:54

Bem perto da ilha da fantasia do mestre JAC existe uma outra ilha, "ilha da prosperidade", que também é habitada por poucos ilhotas. Lá diferentemente da ilha da fantasia, os seus habitantes não preocupam em aumentar a quantidade de sua moeda chamada 'liberdade', estão mais preocupados em construir mais bens e serviços para melhorarem o seu bem estar na ilha. Entre os produtos produzidos na ilha da prosperidade há um que está se tornando especialista, a pesca. Para se ter uma ideia, alguns anos atras os ilhotas pescavam peixes na ilha mergulhando diretamente na água. Depois de um certo tempo um ilhota percebeu que se ele construísse uma rede, ele não precisava mais mergulhar para pegar os seus pescados. Depois de pesquisar por toda a ilha ele chegou a conclusão de que necessitava 3 dias para construir essa rede. Dai surgiu um problema, esse pescador pegava apenas 3 peixes por dia em media com os seus mergulhos, e para isso ele levava praticamente o dia todo nessas tentativas. Como tudo era muito difícil na ilha, e praticamente quase todo mundo praticava uma economia de subsistência era praticamente certo que ele não iria achar ninguém disposto a colaborar com ele. Como ele comia os 3 peixes diariamente, ele bolou um plano.

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 19:27

1 - Se for lastreada em ouro, tudo bem. Vou garimpar e depois levar o saquinho com ouro até a CEF ou Banco do Brasil e eles trocam por quantia equivalente em papel pintado e moedas cunhadas prá mim! Então o dinheiro que está comigo e com todas as outras pessoas é VALOR REAL porque tem seu correspondente em ouro depositado nos cofres dos Bancos Oficiais. ............................................................................................................. Respira fundo meu mestre JAC, e vá devagar, no passo a passo... O padrão ouro é uma das alternativas para a questão monetária. A questão do ouro é porque devido ser uma commoditie escassa e por isso ela impõem, limita, limitações a expansão monetária, ou seja, o volume de oferta de moeda baseada no ouro evita a inflação provocada pelos governos. Você meu mestre tem que se esforçar um pouquinho mais sobre a historia da teoria monetária, assim fica dificil né?!

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 19:42

3 Agora já que você insiste tanto em BASE MONETÁRIA FIXA, passou a existir outra PERGUNTA CRUCIAL (2): QUEM na economia dinãmica atual irá "medir" a economia (riquezas existentes) para DETERMINAR qual a quantidade de papel-moeda e de moedas cunhadas a se fabricar, para depois LACRAR as máquinas? ....................................................................................................... A ideia no inicio do debate foi dita com relação a base monetária do Brasil em 1994, mas você não importou com isso. Mais uma vez, existem diversas propostas para essas questões, mas a ideia que se discute aqui, isso não tem importância, uma vez que não importa a quantidade de moeda em uma determinada economia, o que importa é essa quantidade não variar, ou se variar deve ser uma variação pequena, e acima de tudo, o que mais importa nesta questão é quem controla a quantidade da moeda, isso é que tem que ser discutido, e porque isso é importante, meu mestre JAC.

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 19:36

2 Se for lastreada no tamanho da economia, continua sem resposta minha pergunta CRUCIAL (vou insistir até que alguém REVELE o ENGODO) PERGUNTA-SE DE NOVO PELA TERCEIRA VEZ: Depois de "pintar" uma quantidade de papel e cunhar um punhado de moedas, COMO É que (por meio de qual artifício) estes papéis pintados e moedas cunhadas se transformam em PROPRIEDADE DAS FAMÍLIAS QUE ESTÃO COM FORÇA DE TRABALHO E PRODUTOS DISPONÍVEIS PARA TROCAR POR ESTAS COROAS recém-fabricadas? ....................................................................................................... Meu mestre vou lhe propor o dilema do Papai Noel que certa noite resolveu passar pela ilha da fantasia em vista aos doze que você diz morar por lá. Nesta noite de forma invisível ele fez uma continha na sua maquina miraculosa e chegou a conclusão de que cada ilhota tinha que ter em suas carteiras exatamente 125 coroas, e assim a sua vontade foi feita... No outro dia os ilhotas amanheceram mais ricos meu mestre JAC? 1 - Se sim, diz por que; 2 - Se não, diz por que; 3 - Se as duas situações, diz por que; 4 - Se nenhuma das alternativas, diz por que;

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 22:26

JAC, você já sacou que a livre tendencia dos ilhotas seria imediatamente procurarem por aqueles produtos de suas preferencias e existentes na ilha da fantasia, e isso acabaria com o tempo elevando os preços desses produtos, queira sim ou queira não, e no fim os preços gerais estariam mais caros até um ponto de um novo equilíbrio novamente, o que restaria em neutralidade o aumento da quantidade de moeda. O fato ruim é que causaria uma certa pertubação momentânea e um certo desequilíbrio em alguns produtos, que provavelmente fosse mais demandado na ilha.

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 22:20

"Se ficaram "mais pobres" é porque após o Natal (passagem do Papai Noel) os preços (em média) subiram MAIS de 50%." ............................................................................................................... Então, a inflação de 50% foi um efeito papai noel, ou foi um efeito do aumento da quantidade moeda de coroas?! - Ãnh?!

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 22:17

"Se ficaram "mais ricos" é porque apesar da expansão da Base Monetária os preços não se alteraram." ................................................................................................................ Você deveria ser assessor econômico da Zélia e do Sarney! Deve ter sido por algum decreto ou medida de ultima hora... Explica como é possível esses ilhotas com 50% mais dinheiro na ilha de uma hora para outra e os preços não subirem? A quantidade de produtos e serviços não aumentou na mesma proporção, então o que levou os ilhotas a não querer gastar as coroas? Será que eles entesourou?

Por erikssom patos, em 31/03/2013 às 22:10

No lugar do papai noel eu poderia ter dito que foi um gênio da lâmpada que fez a magina de aumentar a quantidade coroas nos bolsos dos ilhotas da fantasia. Para essa estoria pouco importa quem foi que aumentou a quantidade de coroas. O importante é saber que eles amanheceram com dinheiro no bolso. JAC, você mais uma vez demonstra que não saca nada do que acontece na economia, principalmente na parte monetária. Você se enrola todo e não responde nada. Bastou falar em papai noel e você já saiu do contexto da ilha e veio com o chavão de que o período natalino é o vilão do aumento inflacionário. Depois se enrolando dizendo que a inflação sobe, desce, em uns produtos, em outros não, e nhenhe, e trololó, mas não explicou nada.

Por José Antônio da Conceição, em 31/03/2013 às 21:50

@patos 125 x 12 = 1500 Coroas... nas mãos de quem antes tinha (em média) 1000 / 12 = 83,33 Coroas. A base monetária total aumentou 50%. O dinheiro disponível com cada pessoa aumentou também 50%. Se ficaram "mais ricos" é porque apesar da expansão da Base Monetária os preços não se alteraram. Se ficaram "mais pobres" é porque após o Natal (passagem do Papai Noel) os preços (em média) subiram MAIS de 50%. Se os preços subiram EXATAMENTE 50% não ficaram nem mais ricos nem mais pobres. Claro, isso numa conta fictícia, pois na economia real os precos sobrem e descem em produtos diferenciados, em épocas diferenciadas ocasionando ìndices de inflação diferenciados por pessoa de acordo com seus hábitos de consumo! (Ou seja, índice de inflação OFICIAL é uma balela, história pra boi dormir).

Por José Antônio da Conceição, em 31/03/2013 às 09:04

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Se, o Erikssom Patos responder (sem tergiversar e continuar contando contos de fadas -algo que nunca aconteceu em lugar nenhum) as questões que apresentei (31/03/2013 às 08:57) podemos tentar concluir! --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Se o Eriksson ENROLAR de novo... este post irá ficar SEM CONCLUSÂO! Dois burros empacados a dois quilômetros de distãncia um do outro, jamais irão se encontrar se ambos não desempacarem e começarem a trotar na direção em que o outro está! ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 19:03

@patos É preciso MENTE ABERTA para imaginar o mundo (hoje) se estes adventos que troxeram tantos problemas e pouquíssimas soluções não tivessem acontecido ou acontecessem de forma a respeitar o ser humano, sua família, seu trabalho, sua terra e suas opções de vida! Mas aconteceu FOI ASSIM e não temos como mudar, dirão os céticos! Temos sim! Porém seria melhor que promovessemos as mudanças antes do CAOS GERAL que está por vir! Será muito doloroso e difícil a reconstrução de tudo depois do caos! Será uma situação parecida com estar em terreno árido e todo mundo morrendo de sede! Aí alguém mostra um livro muito antigo onde diz que no passado encontrava-se água cavando poços no solo até determinada profundidade! O nome do profissional que fazia isso era CISTERNEIRO! Mas descobriram também que o último cisterneiro havia morrido dois séculos antes e dentre eles ningué dominava a técnica de cavar poços! Este, é o destino desta humanidade super-hiper-evoluida-e-avançada!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 21:17

@JAC, você diz que os outros precisa ter mente aberta, mas e você será que tem mesmo mente aberta? O que me parece é que não tem.

Por José Antônio da Conceição, em 31/03/2013 às 08:57

@patos Tá bom! Você quer que eu acredite que todos os governos do mundo são burros? Emissão de moeda sem Lastro é inflacionária! Eu sei, você sabe, os governos e os economistas sabem! Agora, vamos decidir o LASTRO! Se é lastreada em ouro, em ouro e platina, ou se é lastreada no tamanho da economia (riquezas instaladas, disponíveis, já produzidas e a produzir), como é hoje! 1 - Se for lastreada em ouro, tudo bem. Vou garimpar e depois levar o saquinho com ouro até a CEF ou Banco do Brasil e eles trocam por quantia equivalente em papel pintado e moedas cunhadas prá mim! Então o dinheiro que está comigo e com todas as outras pessoas é VALOR REAL porque tem seu correspondente em ouro depositado nos cofres dos Bancos Oficiais. 2 Se for lastreada no tamanho da economia, continua sem resposta minha pergunta CRUCIAL (vou insistir até que alguém REVELE o ENGODO) PERGUNTA-SE DE NOVO PELA TERCEIRA VEZ: Depois de "pintar" uma quantidade de papel e cunhar um punhado de moedas, COMO É que (por meio de qual artifício) estes papéis pintados e moedas cunhadas se transformam em PROPRIEDADE DAS FAMÍLIAS QUE ESTÃO COM FORÇA DE TRABALHO E PRODUTOS DISPONÍVEIS PARA TROCAR POR ESTAS COROAS recém-fabricadas? 3 Agora já que você insiste tanto em BASE MONETÁRIA FIXA, passou a existir outra PERGUNTA CRUCIAL (2): QUEM na economia dinãmica atual irá "medir" a economia (riquezas existentes) para DETERMINAR qual a quantidade de papel-moeda e de moedas cunhadas a se fabricar, para depois LACRAR as máquinas? Depois que tiverem feito isso em todas as nações do mundo, umas duas ou três delas, errou a mão na quantidade e a moeda ficou VALORIZADA demais em relação às outras (Câmbio). Como corrigir essa anomalia com as máquinas de fabricar dinheiro LACRADAS?

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 21:29

Prova que o aumento da quantidade moeda ao longo do tempo ou em um dado momento não causa inflação? Se você provar que aumentar a quantidade de moeda não provoca inflação e não transfere renda dos mais pobres para os mais ricos ai eu me calo sobre o assunto.

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 21:26

Sabe porque JAC você não tem mente aberta? Se tivesse já teria compreendido racionalmente e historicamente de que a sua ideia de achar que é necessário aumentar a quantidade de moeda em uma dada economia, já é praticado pelos governos ao redor mundo, e que é essa pratica que está causando os efeitos dos quais você tanto repudia e tanto tem falado, que é a miséria e toda sorte de desequilíbrio sócio econômico. Você sabe muito bem que a inflação é causada por esta politica monetária dos governos de aumentar a quantidade de suas moedas. Você sabe muito bem de que é essa pratica que tem levado os governos tentar proteger os seus mercados internos através do controle das taxas de cambio, que por sua vez acaba provocando mais inflação. Você de tudo isso, e no entanto fica ai com esse papo demagogo de esquerda que esta preocupado com a pobreza. Já saquei o seu discurso há muito tempo.

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 17:02

@patos Ué! Mas você não disse que preços e valor da moeda são coisas RELATIVAS? Que problema existe se o produto artesanal custar mais caro? tem que custar mais caro mesmo porque é de alta qualidade, durável, não descartável! Basta que os salários sejam dignos para que todos tenham acesso! .......................................................................................................... Não existe nenhum problema meu caro o produto artesanal custar mais caro, só acontece uma coisa nessas condições, a quantidade de pessoas que poderá possuir esses produtos (CONSUMIDORES) será muito reduzida (MERCADO RESTRITO), e volto a repetir para os OUVIDOS MOUCOS E AS MENTES ESTATISTAS/INTERVENCIONISTAS, esse tipo de mercado só vinga se o governo intervir e impor regras rígidas para proteger esse tipo de produção. Mas, se as condições forem livre, ou seja, houver LIVRE MERCADO, essa forma de produção some do mapa, não vinga, isso é fato.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 18:51

@patos Penso que você está ENGANADO novamente! Se não tivessem "destruido" os artesãos, cada pai repassaria a arte para a prole e para os demais interessados! Continuaríamos tendo escelentes sapateiros, bons fabricantes de cintos, alfaiates, costureiras, ferreiros e até fabricantes de veículos auto-motores duráveis! Todos estariam bem de vida, não tendo que se sujeitar aos salários miseráveis que o mercado paga. Mas sei que é difícil imaginar o mundo de hoje sem o advento da Revolução Industrial! Ele poderia ter acontecido (e aconteceria de qualquer maneira) mas não precisava "abraçar" o mundo com as garras. A combinação da Revolução Industrial com o acúmulo de capital trouxe junto a possibilidade de "eliminação" de todos os pequenos! Criou-se então este DRAGÃO que temos, engolindo tudo e todos e engolindo até aquele que lhe dá comida diariamente no cocho! (Vide situação em Chipre e na Grécia) Não há muito o que discutir! Ou você vai esperar o caos para enxergar TUDO de nefasto que existe neste mundo cruel que você defende com unhas e dentes?

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 21:36

Você parece que tem dificuldade de entender as coisas, só pode. Ninguém destruiu os artesões com a intensão de destruir, esse fato é um processo natural da economia e da sua própria evolução no tempo, até hoje tem certas profissões que estão desaparecendo e surgindo outras, sempre foi assim, só que agora o processo está mais rápido. Esse é o seu problema de entendimento, porque você acha que um governo tem a capacidade de resolver todas as questões do mercado, você acredita nisso, dai que você pensa que o governo tem que interferir no processo econômico de alguma forma, ou criando regras, ou proibindo ou obrigando determinados modos de procedimentos. Você não aceita que as coisas ocorram de forma natural no mercado. Os governos atuais interferem nos mercados, uns mais, outros menos, mas todos interferem, aqui no Brasil mesmo o grau de interferência é muito alto, mas você nega isso, e para negar faz de ouvidos moucos em relação ao alto grau de estatização existente aqui.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 10:07

Eriksson Patos disse: Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 01:04 Essa ideia que você tem sobre o valor das coisas ser ou não objetivou ou subjetivo é um debate antigo, vem da época de Smith e após ele. O que adianta você fazer todos esses cálculos e fazer uma casa que ninguém provavelmente poderá te comprar? Ou no máximo uma parcela minima serão os seus possíveis compradores? Não é você quem determina a precificação em um mercado livre, é o comprador, é o consumidor quem fará isso e validará quem fica e quem sai do mercado. Você deu o exemplo da casa, mas existem milhares de exemplos no processo econômico que é a mesma situação. O industrial vai lá monta a sua planilha e faz o produto, poe no mercado, mas o mercado vai assimilar o produto e o seu preço? Quem vai determinar a compra deles são os desejos dos consumidores, são eles que vão dar valor ou não aquele bem. A sobrevivência daquela industria ou outra atividade econômica vai depender da demanda dos consumidores. Ai entra a concorrência e a produtividade na jogada viu. Estou falando aqui de livre mercado. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- José Antônio: Acontece prezado Eriksson, que no meu mercado regulado por um Governo forte ou no seu "livre-mercado" sem regulação alguma, preço é preço! A costureira TEM que somar o valor do tecido, dos botões, da linha, da manutenção das máquinas, do tempo gasto na confecção! Se tudo isso (para o caso de uma saia e uma blusa) resultar em R$ 80,00 e ela cobrar 60 reais da cliente, dentro de pouco tempo ela (e a família dela também) estarão passando fome! Aí, se la cobrar 110 reias pela saia e pela blusa a cliente vai dizer: "mas lá na loja, com o mesmo tipo de pano, a mesma saia e blusa vindas da China custam apenas 45,00 reias! Nessa altura dos acontecimentos, o Eriksson Patos tem de entrar no meio da conversa, explicar que o Chinês compra tecidos, botões e linhas em grandes quantidades (escala), que ele tem um imenso galpão com muitas costureiras fazendo saias e blusas num processo de linha de montagem (produtividade), que as costureiras chinesas quase passam fome devido ao baixo salário... etc... etc... Mas não vai adiantar aconselhar a costureira FAZER que nem o Chinês! Ela nasceu na periferia, é pobre e não tem CAPITAL para investir num negócio desta envergadura! Além do mais, disseram prá ela, que para este tipo de negócio tem que registrar firma (ter CNPJ) e que os impostos e obrigações PRECISAM ser pagos mesmo que o negócio fique ABSOLUTAMENTE PARADO num período qualquer! A costureira continuará costureira de fundo de quintal pro resto da vida (a filha dela seguirá o mesmo caminho) enquanto o negócio do Chinês irá dobrar... triplicar... quadruplicar...

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 11:14

Outra coisa que o JAC e sua planilha não considera porque lhe é invisível dentro do processo são que na formação rígida da formação dos preços apenas na mecânica dos custos, poderia que aparecesse algum governante estupido e protetor dos pobres e impusesse esse tipo de linha de produção na economia para proteger os artesões e trabalhadores avulsos do sistema, ocorre que isso impediria a inovação e o progresso de produção do mercado consumidor, e com certeza os preços não diminuiriam, e com isso menos pessoas poderiam consumir ficando assim a maioria da massa desprotegida sem condições de usufruir dos bens produzidos. Se um Henri Ford da vida não inovasse na sua então nascente industria de carros em 1903, nunca que os americanos em 1928, 25 anos depois estariam com uma frota de 75 milhões de veículos circulando pelo país. Veja bem, só agora em 2012 é que o Brasil atingiu essa marca, isso não é incrível?! VIVA O LIVRE MERCADO.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 12:04

@patos Ué! Mas você não disse que preços e valor da moeda são coisas RELATIVAS? Que problema existe se o produto artesanal custar mais caro? tem que custar mais caro mesmo porque é de alta qualidade, durável, não descartável! Basta que os salários sejam dignos para que todos tenham acesso! VIVA OS PRODUTOS QUE NÃO TRANFORMAM O PLANETA NUMA IMENSA LIXEIRA!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 11:05

Livre mercado é isso, não adianta você montar a sua planilha e fazer tudo direitinho como mando o figurino do custo de um produto - os burocratas adoram fazer isso, por isso são acomodados(!). Essa é uma ideia mecanicista, rígida e determinista, que não permite nenhuma inovação, e não considera o consumidor como peça chave no processo. Outra peça chave no processo é a inovação e a produtividade, sem ela estaríamos ainda no artesanato e ainda teríamos muitas guildas por ai, outra certeza é que estaríamos vivendo na ilhota da fantasia do JAC. A União Soviética se lascou em parte foi devido as pranchetas, pois os burocratas e planejadores de produção acham que era suficiente montar os planos de fabricação sem a participação do grande mercado consumidor, não levavam em considerado o gosto e necessidades subjetivas do mesmo, dai perderam a referencia da precificação no mercado e ficaram apenas na parte mecânica do processo como se fossem físicos em um laboratório, se lascaram e se fuderam!

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 12:08

@patos Se lascando e se fudendo estamos nós... escravos de um sistema que te obriga a trabalhar para ter determinada quantia de moeda para comprar um produto que daqui a um ano (quando muito e exceto raríssimas excessões estará obsoleto e, o tal de mercado te ZUMBINDO no ouvido prá jogar aquilo no lixo porque VALOR não tem mais e se insitir em ficar com ele vão chamar sua casa de MUSEU! Ai você vai trabalhar de novo... repetir tudo de novo... num círculo vicioso SEM FIM... E as lixeiras só crescendo!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 10:48

Exatamente JAC a profissão dos artesões foram extintas com o tempo dentro do novo processo industrial. Porém você não notou que os preços dos produtos caíram e beneficiaram toda a população. O que eu acho interessante em você é a sua simbiose extremamente dinâmica, de transferir um processo de um lugar para outro, no tempo, sem nenhuma preocupação de contexto. O processo industrial ou industrialização do Brasil ocorreram tardiamente. A criação de favelas em grandes proporções que você cita e outros problemas urbanos ocorreram aqui na segunda metade do seculo XX, enquanto que na Europa, especificamente na Inglaterra ocorreu ainda no seculo XIX, com alguns na primeira metade do seculo XX, e infinitamente em menores proporções do que aqui, e não se aprofundou no tempo como foi no Brasil e em outras partes do Planeta.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 12:20

@patos Quanto ao fato de a industrialização ter se aprofundado lá e não cá, quero lhe lembrar um detalhinho: Houve uma região habitada por um povo estranho, descoberto por volta de 1500 que foi chamada de "O ELDORADO". Saquearam esta região durante alguns séculos e conseguiram riquezas suficientes para financiar o processo lá! É exatamente como eu disse (12:13) Você SABE de tudo isso... só não INCORPORA no seu discurso! Se incorporar, seu discurso vai ficar MEIO TORTO!

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 12:13

@patos Ops... dá licença? No Brasil NÃO HOUVE industrialização! O que aconteceu aqui foi IMPORTAÇÂO de linhas de montagem que já estavam absoletas lá! Depois, elles lá resolveram que a atividade siderúrgica destroi florestas nativas e é altamente prehudicial ao meio ambiente! Resolveram nos incentivar a derreter o minério aqui mesmo e passaram a comprar o gusa já prontinho! Mas aí descobriram que nosso minério tem alta precentagem de ouro! Passaram a comprar OURO do Brasil a preço de minério e estão fazendo a separação lá, com tecnologia guardada a sete chaves!

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 10:19

Não precisa dizer! Eu sei (tenho consciência) que fiz uma comparação do Produto Artenasal com o Produto Industrial! Foi SIM, após o processo acontecido na Revolução Industrial que os artesãos foram massacrados e os industriais continuaram subindo na vida apesar de terem conseguido baixar os preços! Depois de passados mais umas décadas... começou o processo do Êxodo Rural... apareceram as favelas... aconteceu o INCHAÇO desordenado das cidades... o trânsito foi (e continua) ficando caótico e assassino... Bah! Você sabe de tudo isso (Só não incorpora no seu discurso)!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 02:56

Eu espero que nenhum ilhota da ilha imaginada pelo JAC cometa a loucura de aumentar a quantidade de coroas de 1000 para 1500, e que após isso continue a praticar a alteração na quantidade de dinheiro, com a ilusão de que estão fazendo um bem para a sua economia. Se fizerem isso me pouco tempo existirá inflação na ilha, e com certeza o governo de lá irá provavelmente algum tipo de tabelamento ou até mesmo algum tipo de confisco do dinheiro da comunidade.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 01:06

1:05 - Foi bom debater! Não concluimos nada, mas bastante coisa sobre a maneira de pensar de um e de outro ficou esclarecida! Vou ver algumas notícias ali na TV e depois dormir um pouco (ou um tantão). Hoje é sábado! Depois a gente continua... Boa Noite (Não! Bom fim de madrugada) rs...

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 01:04

Por José Antônio da Conceição, em 29/03/2013 às 23:30 @Patos Outra COISA mal explicada: subjetividade e não objetividade na formação dos preços e valoração das coisas! Sou orçamentista! O metro quadrado de parede feita com tijolos furados custa o preço unitário do tijolo vezes a quantidade necessária + 10% de perdas + cimento e areia necessários (preço real das quantidades) mais a mão de obra do pedreiro e do ajudante, acrescidas das leis sociais e impostos incidentes + taxa de lucro do patrão do pedreiro e do ajudante + previsão de férias, 13º, seguro e percentual de material de segurança a ser fornecido + vale transporte + percentual da cesta básica mensal + percentual do café da manhã + energia elétrica + custo da água consumida! Pronto! tá lá o metro (ou muitos metros de parede) precificados! Ah... mas a parede ainda não está chapiscada, nem rebocada nem pintada! (Vamos de novo, porque isso são outros cálculos) Não há nada de SUBJETIVO nisso! ................................................................................................................ Essa ideia que você tem sobre o valor das coisas ser ou não objetivou ou subjetivo é um debate antigo, vem da época de Smith e após ele. O que adianta você fazer todos esses cálculos e fazer uma casa que ninguém provavelmente poderá te comprar? Ou no máximo uma parcela minima serão os seus possíveis compradores? Não é você quem determina a precificação em um mercado livre, é o comprador, é o consumidor quem fará isso e validará quem fica e quem sai do mercado. Você deu o exemplo da casa, mas existem milhares de exemplos no processo econômico que é a mesma situação. O industrial vai lá monta a sua planilha e faz o produto, poe no mercado, mas o mercado vai assimilar o produto e o seu preço? Quem vai determinar a compra deles são os desejos dos consumidores, são eles que vão dar valor ou não aquele bem. A sobrevivência daquela industria ou outra atividade econômica vai depender da demanda dos consumidores. Ai entra a concorrência e a produtividade na jogada viu. Estou falando aqui de livre mercado.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 01:10

@patos Só há uma diferença entre o seu "livre mercado" e o meu "livre mercado": O egoismo, a avareza e o desejo contínuo de acumulação existentes no ser humano, estão dentro do meu "livre mercado" provocando baixos salários, mais miséria, mais fome e mais desgraças! Já dentro do seu "livre mercado" tudo é perfeito e AZUL da cor do céu!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 00:46

Por José Antônio da Conceição, em 29/03/2013 às 23:53 @patos Você continua refutando esta coisa existente na NATUREZA HUMANA: O sentimento de acumular, e principalmente, de RETER a posse daquilo que é escasso! Você RESOLVE a questão dentro do parâmetro apresentado (apenas um rsolveu acumular) mas não ESTENDE o raciocínio para outra situação: "Quando muitos resolverem acumular" ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Se observar no mundo REAL atual aquilo que é escasso ou que será comercializado com prejuizo, o pessoal retém (Lembra do Funaro e Sarney mandando confiscar bois no pasto porque estava faltando carne -de preço tabelado- para a população)? Basta (com raciocínio matematico de novo) inverter este fenômeno! Os Bois existem, o fazendeiro quer vender, mas não existe MOEDA circulando para que os compradores efetivem o negócio! Eis a questão! .................................................................................................................. Não apenas um resolveu acumular, em se tratando de sociedade esse fenômeno reflete uma média dela que pode poupar e provavelmente poupa mesmo, e você sabe disso, abstenha por um instante da sua ilha. É evidente também que essa média de poupadores varia no tempo para mais e para menos, esse fenômeno chama taxa de preferencia temporal. Esclarecendo confusões O nosso foco é a quantidade de moeda e seu entesouramento ou poupança, e não bens de consumo ou outros tipos de bens. Isso tem que ficar claro para não haver esse tipo de comentário ai que você fez, que apesar de ser um fato não há nenhuma relação com o que estamos tratando aqui. Você cometeu uma confusão ao citar o caso de congelamento de preços do governo Sarney, de relacionar isso a questão do prejuízo e a poupança ou entesouramento. O congelamento é uma intervenção do governo que causa prejuízo mesmo ao produtor, e ele tem toda a razão de não querer dispor do seu produto com prejuízo, até você quer vender sua casa abaixo daquilo que gastou nela, ou quer? Agora por que isso é diferente de poupança? Quem tinha produtos estocados e tabelas pelo governo e sabia que ia levar prejuízo não ia mesmo querer vender espontaneamente, só mesmo na marra. Já a poupança é o dinheiro sendo guardado para o uso em determinado momento. Ele não vai ficar ali para sempre, uma hora ele volta.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 00:55

@patos Um dia ele volta! Os correntistas dos dois maiores bancos de Chipre serão TUNGADOS (roubados mesmo) em 30% daquilo que depositaram! Agora voltemos para o Brasil! Dona Maria das Tranças deposita 10% de sua aposentadoria numa poupança! Se o VALOR DE COMPRA real irá voltar para ela, depende de uma infinidade de fatores! Se ela comprasse pequenas quantidades de ouro, o resgate em 10 ou 15 anos poderia ser o Dobro ou até mais que isso! Somos MANIPULADOS Patos! Não temos escapatória! O sistema nos manipula constantemente, dia e noite! O sistema sobrevive do sangue e do suor do ser humano! Não adianta negar!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 00:24

Patos! Não importa se sazonal ou não o fenômeno! Apenas o fenômeno interessa! Porque? Porque ele se repete nos dias atuais! Quando há super-produção e os preços decrescem muito, no próximo ano (fatalmente) o produtor DIMINUI a área plantada com o objetivo de "forçar" a subida dos preços pela via da oferta limitada! Olha a natureza (ou lógica, ou esperteza) humana aí de novo! Agora raciocina com o fenômeno contrário! Veja as implicações na economia e na formação dos preços! ................................................................................................................. JAC foi ótimo você escrever isso, mas muito importante mesmo, e vamos ver se eu consigo colocar o meu ponto de vista sobre essa questão e a intervenção que o governo faz com a criação de dinheiro - a criação de mais 500 coroas por conta da super produção do coronel lá da ilha. Suponhamos que alguém na ilha provocasse e fosse imprenso mais 500 coroas, no próximo ano acontece alguma coisa incontrolável pelo coronel e a mesma super produção não ocorre, e ai o que vai acontecer agora com o excesso de coroas se não tem a quantidade produtos na ilha? Não vai ocorrer a mesma coisa de especulação? Vai, não só vai como vai haver inflação também, e pior, permanente agora, pois ela incorporou na estrutura monetária da ilha, pois a quantidade dinheiro aumentou definitivamente, mas a produção não é garantida, se vai aumentar ou diminuir. Agora o que acontece na atualidade fora da ilha Supondo que os agricultores diminuem a área plantada e com uma safra menor os preços aumentam, pois a demanda continua a mesma, mas a oferta é menor - a oferta menor foi fruto de um conluio de produtos, é meio difícil de ocorrer isso, mas vamos admitir por hipótese - se houver alguma interferência no negocio o governo irá simplesmente tirar a liberdade dos produtores. Mas se deixar livre, no próximo ano terá mais produtores querendo plantar mais áreas pois os preços melhoraram, e é assim que acontece no mundo real e atual.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 00:32

@patos Não sei se você percebeu! Releia o seu comentário bem devagarinho! Você acabou de JUSTIFICAR a existência da Autoridade Monetária! É função do Banco Central "controlar" a quantidade de moeda em circulação! (Não estou dizendo que ele faz isso com competência). Mas que é FUNÇÃO e obrigação dele, É SIM! De que maneira ele faz isso? Aumentando ou diminuindo o percentual do depósito compulsório que os Bancos obrigatóriamente RECOLHEM diáriamente sobre os depósitos à vista! Quanto maior o percentual do depósito compulsório, menor a parcela que permanece em circulação, menor a margem de manobra dos Bancos para praticar a RESERVA FRACIONÁRIA! Você vai dizer que NÃO, mas você justificou sim, a existência da Autoridade Monetária!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 00:52

Eu não justifiquei autoridade governamental nenhuma. Eu apenas estou vendo a autoridade dele no momento assim como você também está vendo e todos que olhar vai ver. Mas isso é uma coisa, concordar com isso eu não concordo.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 00:45

@Patos Outra maneira de a Autoridade Monetária controlar a quantidade de MOEDA em circulação é pela via dos juros! Juros altos fazem com que a moeda (uma mercadoria como qualquer outra) torne-se CARA! Juros baixos ou negativos fazem a MOEDA (mercadoria) tornar-se barata e estimula o consumo! Porém, se os salários continuarem PATINANDO, cria-se o fenômeno de uma população ENDIVIDADA. (Bom para o sistema, péssimo para as pessoas e para as famílias). ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Olha um dos ERROS do sistema aí: Esta possibilidade de "sacar contra o futuro", em outras palavras -Consumir agora e trabalhar depois para ganhar a moeda para pagar a dívida e os famigerados JUROS... Eu, considero isso uma ATITUDE de sobrevivência do sistema (quando foi implantada). IMPLANTOU-SE por NECESSIDADE, como eu disse abaixo! E depois... estamos aí... Todo mundo deve todo mundo... nações devem para outras nações... o bebê que ainda nasceu já DEVE a sua cota na tal de DÍVIDA PÚBLICA!

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 00:30

Quando o mercado é livre, ele é uma gangorra, no caso mesmo citado por você JAC, se os produtores diminuem - alguns diminuem outros aumentam, mas o que importa é que na média a área plantada diminuiu no geral, então os preços é evidente que vai subir, mas esses preços altos não se sustentam pois não há moeda o suficiente para cobrir a alta, e o governo não cede a pressão e não emite moeda, no próximo ano os preços bons atraem mais agricultores querendo plantar mais e a área plantada aumenta novamente e com isso os preços caem novamente, então esse tipo de inflação é diferente da inflação monetária em consequência da elevação da moeda, essa ultima é fatal, não retorna a níveis anteriores, ela só vai para cima rumo a hiperinflação.

Por José Antônio da Conceição, em 30/03/2013 às 00:16

Por erikssom patos, em 30/03/2013 às 00:04 Mas de volta ao entesouramento ou poupança Pode perguntar o que mais as pessoas querem se é ter dinheiro ou se é produtos e serviços disponíveis na economia. O fato das pessoas quererem o mais possível de dinheiro, inclusive guardando os debaixo do colchão é ter a certeza de liquidez, é essa incerteza que leva muitas das vezes muitos a desejarem mais modas para garantir um melhor poder de compra num futuro próximo ou distante. Não é o dinheiro propriamente dito que as pessoas querem, mas o que ele possibilita comprar. Esse fenômeno incrível que pareça é benéfico para a sociedade, pois alguém disposto a fazer isso está poupando e deixando os outros consumir mais, pois tudo aquilo que ele está deixando de consumir no presente está descendo de preços e alguém esta se beneficiando disso. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por José Antônio Muito bonita sua explanação! Ela apenas não EXPLICA por qual razão (se verdadeiras suas afirmações), os agentes econômicos (patrões e proprietários dos meios de produção) não pagam salários suficientemente bons para que as pessoas possam consumir o necessário (sem se privar) e colocar o restante na POUPANÇA, já que isso é BOM PARA TODOS! Então, ao invéz de tentar ENSINAR isso para mim, ensina PARA ELES, que dentro de pouco tempo TUDO SE AJEITOU!

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