Opinião

Por José Antônio da Conceição, em 14/03/2013 às 22:38  

É mentira Terta?

Tamanho da fonte: a-a+




18 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por lauro esteves, em 15/03/2013 às 14:02

A D Maria foi ao supermercado e os produtos da cesta básica estão mais baratos. A conta de luz diminuiu. A expectativa de vida dela aumentou A filha não vai ser empregada doméstica, mas médica. Como empregada doméstica, ela passou a ganhar mais e vai ter os direitos de todo trabalhador. Ela tem conta em banco, fez um crédito consignado e comprou um computador para o neto. O marido botou na cabeça que quer ir a Campina Grande de avião – de avião ! – visitar a mãe. Ela agora tem remédio de graça na farmácia para cuidar da pressão alta. Aí, por um descuido, chegou em casa – porque ela já não dorme mais na casa da patroa – e a televisão estava ligada no jornal nacional. Ela ouviu dizer que “o Brasil ficou parado no Índice de Desenvolvimento da ONU”. D Maria parou tudo para ouvir a importante notícia. E ficou muito preocupada, porque o Brasil está atrás da Bósnia ! Da Bósnia. De vergonha, D Maria teve insônia. Fonte: (para o Froes não reclamar) Site conversa afiada. Sei que muitos não gostam do que o PHA escreve, mas sobre o que escreveu alguém discorda?

Por Ricardo Froes, em 15/03/2013 às 15:14

@capeto Discordo de tudo, é óbvio! A cesta básica aumentou. A conta de luz, idem - aliás, Dona Maria mora em favela, onde ninguém paga nada, e não serve como parâmetro. A expectativa de vida dela aumentou graças à ciência e à veiculação, pela imprensa (PIG) e demais meios de comunicação (também do PIG), das suas descobertas - algumas bem antigas até - sobre alimentação e higiene básicas. A filha dela não vai ser médica de jeito nenhum, a menos que o patrão da Dona Maria banque seus estudos, mas... Dona Maria perdeu o emprego de empregada doméstica porque seu patrão foi à falência por ter que pagar tantos encargos. Dona Maria comprou o computador, mas agora não sabe como vai pagar as parcelas do crédito consignado e botar comida em casa ao mesmo tempo. O marido botou na cabeça que queria ir a Campina Grande de avião, mas foi de barriga vazia, esperando um lanchinho a bordo porque acabou o dinheiro da comida em casa. E que decepção! A bordo não deram nem água. E chegou na casa da mãe, em Campina Grande e a mãe tinha morrido de desnutrição. Agora ela tem remédio de graça na farmácia para cuidar da pressão alta, mas, no SUS, marcaram sua operação para colocar um stent para 2016. O enterro de Dona Maria é amanhã...

Por José Antônio da Conceição, em 15/03/2013 às 16:01

@bobjaniak Ainda bem, que Dona Maria das Tranças continua viva, lúcida, com saúde. Ainda ontem ela ditou para o seu neto uma carta para o João Sementeiro! Qualquer dia destes o teor da carta será conhecido (assim que Dona Maria das Tranças me autorizar)

Por roberto argento filho argento, em 15/03/2013 às 14:18

@capeto: Desde que os dinossauros foram extintos (o homem apareceu depois) o IDH do planetinha não parou de crescer, independente do que dizem os políticos ou o que fazem na política..

Por José Antônio da Conceição, em 15/03/2013 às 12:53

Muito bom o vídeo! Embora o branquelo diga muitas verdades, algumas outras "verdades sobre a 'maneira made in USA' de salvar os seres humanos" também estão enfatizadas. O Eriksson Patos vai gostar! Ele não gosta de "tom professoral" porém, quando a aula é alinhada com o pensamento dele... aí ele fica caladinho. Quem cala, concorda! Concorda e consente!

Por erikssom patos, em 16/03/2013 às 11:19

Professor, não tive tempo ainda de ver, mas assim que dispuser de algum, eu vejo, ok?!

Por augusto josé sá campello, em 15/03/2013 às 12:31

Infelizmente não é mentira. E agora? Vamos chmar o Chapolim Colorado ou queimar nossos Títulos de Eleitor?. Ajscampello

Por roberto argento filho argento, em 15/03/2013 às 12:08

É mentira Terta? - somos todos Inocentes Úteis? http://www.youtube.com/watch?v=GAPbfjXJNUc vídeo para "entretenimento"!!!

Por roberto argento filho argento, em 15/03/2013 às 13:20

@argento: para assistir sem a conotação "go home". OK?

Por Obi Ser Vando, em 15/03/2013 às 12:18

<iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/GAPbfjXJNUc?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

Por Obi Ser Vando, em 15/03/2013 às 13:48

@argento bem-vindo! :-)

Por roberto argento filho argento, em 15/03/2013 às 12:47

@feliz: Grato! - "somar sempre, nunca diminuir"!!!

Por erikssom patos, em 15/03/2013 às 09:59

Zé, você ficou bobo, já não é aquele cara simples e autentico do inicio, sinto isso, mas desculpe de te dizer. A sua função atualmente é de panfletar? Porque o que você tem feito ultimamente é panfletar, inclusive colando textos enormes que provavelmente ninguém irá ler. Sai dessa professor!

Por José Antônio da Conceição, em 15/03/2013 às 11:16

@patos Talvez Eriksson Patos, eu tenha refletido sobre o que o Capitão Caverna (Antônio Rodrigues) tem afirmado e tenha resolvido preparar uma forma de, deixar de ser "inocente útil, manipulável".

Por Obi Ser Vando, em 15/03/2013 às 11:41

@joseantonio400 apoiadíssimo! :-)

Por José Antônio da Conceição, em 15/03/2013 às 11:33

@patos Se fosse simples assim como você quer insinuar que seja (só questão de opinião) estaria tudo bem... Acontece que uma boa fatia do grupo dos Observadores está colocando as VERDADEIRAS CARTAS na mesa... O Fla-Flu (por enquanto) está dando um tempo... pessoalmente, acho ótimo que determinadas verdades estejam sendo veiculadas com muita coragem, sem nenhum medo... A continuar assim, poderemos (em pouco tempo) apreciar uma radiografia e um refinadíssimo ultra-som da parte submersa do iceberg...

Por erikssom patos, em 15/03/2013 às 11:23

O Capitão tem a opinião dele e age como ele acha que deve agir, porém em minha opinião ele é incoerente com o que diz. Não basta eu perceber que sou inocente útil e de que faço parte de um esquema em que sou utilizado. É exatamente quando eu percebo e tenho certeza daquela minha percepção é que eu reajo e não arredo pé do cenário.

Por José Antônio da Conceição, em 14/03/2013 às 22:51

[ http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=3703 ] 14 Março 2013 do PNUD Noruega, Austrália e Estados Unidos são os primeiros colocados no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), composto por 187 países e territórios. Na outra ponta, a República Democrática do Congo, destruída por conflitos internos, e o Níger, assolado pela seca, registram a menor pontuação na medição do IDH, que avalia os avanços nacionais nas áreas de saúde, educação e renda. Os dados são do novo Relatório de Desenvolvimento Humano 2013, publicado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Entretanto, Níger e República Democrática do Congo, apesar de seus contínuos desafios de desenvolvimento, estão entre os países que registram os maiores avanços na melhoria do IDH desde 2000, como mostra o Relatório. Os novos valores do IDH revelam uma melhoria consistente do desenvolvimento humano na maioria dos países. "Nas últimas décadas, os países de todo o mundo têm convergido para níveis mais altos de desenvolvimento humano, como mostra o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)", diz o Relatório 2013. "Todos os grupos e regiões têm assistido a uma melhoria notável na totalidade dos componentes do IDH, registando-se um progresso mais célere em países com um IDH baixo e médio. Assim sendo, o mundo começa a tornar-se menos desigual." Quatorze países registraram ganhos significativos no IDH, superiores a 2% ao ano desde 2000 – pela ordem dos que mais avançaram, são eles: Afeganistão, Serra Leoa, Etiópia, Ruanda, Angola, Timor-Leste, Myanmar, Tanzânia, Libéria, Burundi, Mali, Moçambique, República Democrática do Congo e Níger. A maioria é composta de países africanos com IDH Baixo, muitos dos quais emergentes de longos períodos de conflito armado. Mesmo assim, os dados mostram que todos registram progressos significativos em frequência escolar, expectativa de vida e aumento de renda per capita. A maioria dos países em grupos de IDH mais elevado também apresentou ganhos estáveis no índice desde 2000. Porém, em ritmo inferior ao dos países do quartil de IDH Baixo. Hong Kong, Letônia, República da Coreia, Singapura e Lituânia mostraram os maiores avanços nos últimos doze anos, entre os países do quartil de IDH Muito Alto; Argélia, Cazaquistão, Irã, Venezuela e Cuba estão entre os cinco que mais avançaram entre os do grupo de IDH Alto; e Timor-Leste, Camboja, Gana, República Democrática Popular do Laos e Mongólia são os líderes de crescimento no agrupamento chamado de Desenvolvimento Humano Médio. No geral, a tendência global aponta para o avanço contínuo do desenvolvimento humano. De fato, nenhum país cujos dados completos estavam disponíveis registra IDH mais baixo do que tinha em 2000. Quando o IDH é ajustado para as desigualdades internas em saúde, educação e renda, algumas das nações mais ricas apresentam forte queda no IDH. Os Estados Unidos, por exemplo, caem de 3º para 16º no IDH Ajustado à Desigualdade; a Coreia do Sul de 12º para 28º; já a Suécia, por outro lado, sobe de 7º para 4º, quando as desigualdades no IDH doméstico são levadas em consideração. "As médias nacionais escondem grandes variações na experiência humana, e diferenças significativas persistem dentro dos países, tanto do Norte como do Sul", observa o Relatório, citando o caso dos Estados Unidos, com um valor de IDH em 0,94 no geral, porém com uma média de 0,75 para os residentes latinos e 0,70 para afro-americanos. "Disparidades étnicas similares no desempenho do IDH em países do grupo de IDH Muito Alto podem ser vistas entre as populações ciganas do sul da Europa", diz o Relatório. Os novos rankings do IDH introduzem o conceito de empate estatístico pela primeira vez desde que o IDH foi lançado no primeiro Relatório de Desenvolvimento Humano, em 1990, para países em que os valores do IDH são idênticos em até três casas decimais. Irlanda e Suécia, cada uma com IDH de valor 0,916, estão ambas na posição número 7 no novo IDH, por exemplo, embora o IDH dos dois países divirja quando calculado para quatro ou mais casas decimais. “Após a realização de consultas com vários especialistas em mensuração de desenvolvimento, concluímos que as diferenças menores que um milésimo são estatisticamente insignificantes. Quando dois países estão tão próximos em seus valores de IDH, compartilhar a mesma posição no ranking é mais justo e preciso.” O Relatório de Desenvolvimento Humano 2013 – A ascensão do Sul: o progresso humano em um mundo diversificado – foi lançado na Cidade do México hoje pela Administradora do PNUD, Helen Clark, e o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto. O Relatório analisa mais de 40 países em desenvolvimento que alcançaram rápidos ganhos em desenvolvimento humano em anos recentes, através de investimento contínuo em educação, saúde e outros serviços sociais, bem como de uma participação estratégica na economia mundial. O Anexo Estatístico do Relatório de 2013 também inclui dois índices experimentais, o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) e o Índice de Desigualdade de Gênero (IDG). O IDG é projetado para medir as desigualdades de gênero, de acordo com os valores nacionais relativos à saúde reprodutiva, empoderamento e capacitação das mulheres no mercado de trabalho. Holanda, Suécia e Dinamarca estão no topo do IDG, com menor desigualdade de gênero. As regiões com maior IDG são África subsaariana, Sul da Ásia e os Países Árabes. O Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) analisa fatores no âmbito doméstico - como alfabetização adulta, matrículas de crianças na escola, mortalidade infantil, acesso à água potável, energia elétrica e saneamento, além de bens de consumo básicos e construção de moradias - que, juntos, fornecem um retrato mais completo da pobreza do que a avaliação isolada de renda. O IPM não pretende ser utilizado para comparações de ranking entre nações, devido a diferenças significativas nas pesquisas de domicílio disponíveis. Nos 104 países abrangidos pelo IPM, estima-se que cerca de 1,56 bilhão de pessoas - ou mais de 30% de suas populações combinadas - vivam em situação de pobreza multidimensional. Os países com os maiores percentuais de pessoas “multidimensionalmente pobres” estão no continente africano: Etiópia (87%), Libéria (84%), Moçambique (79%) e Serra Leoa (77%). No entanto, os números mais elevados, em termos absolutos, dos indivíduos em situação de pobreza multidimensional estão no Sul da Ásia, incluindo 612 milhões só na Índia. O Anexo Estatístico também apresenta informações específicas pertinentes ao Relatório 2013, incluindo a expansão das relações comerciais entre países em desenvolvimento, as tendências de imigração, aumento de conectividade global com a Internet, satisfação com os serviços públicos do governo, bem como a qualidade de vida das pessoas nos diferentes países. O relatório também analisa as principais tendências de desenvolvimento regional, como mostrado nos dados do IDH e de outras fontes: => Estados Árabes: com valor médio do IDH da região de 0,652, ocupa a quarta posição entre as seis regiões analisadas no Relatório de Desenvolvimento Humano, com o Iêmen atingindo o mais rápido crescimento desde 2000 (1,66%). A região possui a menor taxa de emprego em termos do total da população (52,6%), bem abaixo da média mundial de 65,8%. => Ásia Oriental e Pacífico: A região apresenta um valor médio de 0,683 no IDH e registrou um índice anual de crescimento, entre 2000 e 2012, de 1,31%, com Timor-Leste liderando, com 2,71%, seguido por Myanmar, com 2,23%. A Ásia Oriental e Pacífico possui a maior taxa de emprego em termos do total da população - (74,5%) em todo o mundo em desenvolvimento. => Europa Central e Ásia Oriental: O valor médio do IDH da região, situado em 0,771, é o mais elevado das seis regiões de países em desenvolvimento. A pobreza multidimensional é mínima, porém, regista a segunda mais baixa taxa de emprego–população (58,4%) das seis regiões. => América Latina e Caribe: O valor médio do IDH de 0,741 é o segundo maior das seis regiões, superado apenas pela média da Europa Oriental e Ásia Central. A pobreza multidimensional é relativamente baixa, e a satisfação geral com a vida, de acordo com a pesquisa Gallup World Poll, é de 6,5 numa escala de 0 a 10, o mais elevado de qualquer região. => Sul da Ásia: O valor médio do IDH por região é de 0,558, considerado o segundo mais baixo do mundo. Entre 2000 e 2012, a região registou um crescimento anual de 1,43% no valor do IDH, a mais alto entre todas as regiões. O Afeganistão alcançou o maior crescimento (3,9%), seguido pelo Paquistão (1,7%) e Índia (1,5%). => África Subsaariana: O valor médio do IDH de 0,475 é o mais baixo de todas as regiões, mas o ritmo de evolução está aumentando. Entre 2000 e 2012, a região registrou um crescimento médio anual de 1,34% no valor do IDH, ficando em segundo lugar, abaixo apenas do Sul da Ásia, com Serra Leoa (3,4%) e Etiópia (3,1%) atingindo os mais rápidos avanços do IDH.