Opinião

Por José Antônio da Conceição, em 23/04/2013 às 13:43  

22/04/1500 [Um tributo à inteligência tupiniquin]

Tamanho da fonte: a-a+

 

Por José Antônio da Conceição, em 22/04/2013 às 23:16

Norberto Bobbio (1909-2004) distingue os preconceitos individuais dos coletivos. Fixa sua atenção nestes últimos, porque os primeiros são inócuos, não produzem resultados graves. Ao contrário do que ocorre quando um grupo social apresenta um juízo de valor negativo sobre outro grupo social. Dizer que os homens são diferentes entre si é um juízo de fato, mas, a partir disso, não existem elementos que fundamente juízos de valor que considerem um grupo de homens superior a outro. É precisamente essa diferenciação valorativa que costuma servir de base à discriminação, à exploração, à escravização ou à eliminação de um grupo social por outro.
—————————————————————————————————————————————————-
Exatamente o que se tenta fazer neste post (link abaixo). Apenas tentativa, por que não se conseguirá o intento.

REFERENTE: http://www.observadorpolitico.com.br/grupos/opiniao/forum/topic/o-segredo-observador-politico-como-passar-de-promessa-a-fracasso-em-um-atimo

 

Por Ricardo Froes, em 23/04/2013 às 00:14

@joseantonio400 Pegue Bobbio e a Wikipedia e introduza-os no orifício que lhe der mais prazer.

No dia em que você crescer, deixar de mostrar esse rabo de pavão comprado no brechó e demonstrar conhecimento autêntico talvez alguém lhe dê valor além de você mesmo.

Por enquanto você não passa de um nada que quer ser alguma coisa parecida com um ser pensante, mas não sabe o caminho.

Entre Bobbio e bobo só há duas letras a mais.

Por José Antônio da Conceição, em 23/04/2013 às 13:32

@bobjaniak Estou satisfeito com o caminho que trilhei até aqui! Agradeço a sugestão mas não pretendo trilhar caminhos que tornam o ângulo de visão do mundo tão obtuso que, a realidade dos acontecimentos fica presa a aprendizados anteriores. Perder a capacidade de percepção deve ser parecido com estar morto em vida.  (preso num passado que não existe mais, querendo influir no presente com ferramentas de pedra lascada).

Reconheço seus raros lampejos de inteligência!

http://www.observadorpolitico.com.br/2013/04/ferrovias-ou-burocracias-por-ricardo-froes/




4 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por Ricardo Froes, em 23/04/2013 às 20:18

Um pouco de urbanidade é bom mesmo, principalmente para os que tergiversam por má-educação e por ignorância. Quanto a ser feliz, isso é para os nefelibatas, só que quando as nuvens se rarefazem eles caem lá de cima. E o tombo é brabo... Bobo eu sempre fui, tanto que estou aqui aturando vocês.

Por Elza A. Cardoso, em 23/04/2013 às 19:08

Guaguagua... Disse tudo, José Antonio.. As vezes acho nosso amigo Bob, um tanto "bobo"...Podia ser bem mais "Feliz"....kkkkkk

Por augusto josé sá campello, em 23/04/2013 às 16:23

Não posso concordar com a ausência de urbanidade. Ajscampello

Por Obi Ser Vando, em 23/04/2013 às 14:24

Bob é nosso herói. E está tudo bem que, ele (ou nós) , num átimo, se olvide, que somos todos um.