Brasil

Por , em 03/04/2013 às 23:26  

A arrogância do professorado deriva de sua ignorância e ilogicidade

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Quanto à conversa de que os professores não seguem as ideias da geocrítica e usam os livros didáticos só como material de apoio, digo apenas que já rebati tais alegações no post Sim, a escola varre as milhões de vítimas do socialismo para debaixo do tapete! E minhas refutações estavam baseadas numa pesquisa que realizei com os alunos de ensino médio de Curitiba para aferir a influência da geocrítica nos conteúdos ensinados. Ao contrário do autor do comentário, eu não faço afirmações gratuitas baseadas numa experiência profissional supostamente incomunicável e incompreensível para quem está de fora..

Tomatadas: Arrogância dos professores: Se um professor do ensino fundamental e médio ler a minha tese e argumentar contra as conclusões que estão ali, eu jamais vou responder: &q…

 

Veja só… Faz alguns meses encontrei um velho amigo de adolescência que, por acaso também cursou a faculdade de geografia comigo lá na UFRGS. Na época, eu me definia como ‘anarquista’, tinha simpatia pela social-democracia como algo “menos ruim” e já rejeitava o marxismo, embora achasse que “sabia entender a realidade dialeticamente” e essas bobagens. Esse meu camarada era um típico “alienado” para estas questões. Ou, melhor, ainda não corrompido pelo esquerdismo. Cerca de duas décadas se passaram e, bem… Ele virou um petista e professor de ensino público com todos aqueles vícios e clichês que conhecemos. Discutindo, quer dizer, conversando com o sujeito, ele me dizia que “o socialismo de verdade ainda não foi aplicado e blá-blá-blá”, aquela ladainha que bem conhecemos. Daí retruquei “… se tu acredita mesmo nisto, então o ‘capitalismo de verdade’ também não foi aplicado, basta ler os estudos liberais clássicos e, qualquer crítica que se faça ao capitalismo também não vale da mesma forma que tu diz que qualquer crítica que se faça ao socialismo não vale porque o ‘verdadeiro ainda não foi aplicado’”. E, claro, ele redargüiu com veemência “Não! Não é a mesma coisa, não!” Ou seja, o sujeito não foi capaz de exercer um mínimo raciocínio minimamente lógico. Por que diabos eles acham que a lógica do argumento que serve para criticar uma das posições ideológicas não deve servir para a outra?!?!?! Este passionalismo infantil, burro e sem o mínimo de logicidade é que embasa muitos de nossos professores. Se ao menos se dessem o trabalho de ler o que defendem, como é o caso de Marx saberiam que este filósofo tinha uma visão evolucionista pró desenvolvimento capitalista como pré-condição para a revolução e não, o protecionismo econômico, intervencionismo estatal e corporativismo profissional que, na prática, é o que defendem.

 

Querem melhores professores? Aprofundem os testes de raciocínio lógico e reduzam as aulas de pedagogia freireana que já teremos um bom começo.

 

 




22 opiniões publicadas

O que você tem a dizer?

Por Anselmo Heidrich, em 05/04/2013 às 09:31

Ainda vejo analfabetos funcionais como professores que quando criticados claramente por outros não entendem e ainda corroboram seus críticos como se estivessem falando de outros e não de si próprios.

Por Anselmo Heidrich, em 05/04/2013 às 09:32

@anselmoheidrich Endossam, melhor que corroboram.

Por Anselmo Heidrich, em 04/04/2013 às 23:08

Eu sou professor de geografia e leciono regularmente desde o início dos anos 90. O que mais me impressiona nesta minha categoria profissional é a ojeriza que muitos de meus colegas têm ao discutir nosso papel e propor avaliações periódicas que, no meu entender, qualquer profissão deveria ter.

Por José Antônio da Conceição, em 05/04/2013 às 00:59

@anselmoheidrich Deveriam ter, mas infelizmente o corporativismo não permite que tenham! Aqui mesmo no OP, no seu período inicial, quando as discussões temáticas eram mais sérias e menos individualizadas no sentido da simples opinião do Observador, aprensentei um rol de propostas para a Educação/Ensino. Dentre elas, a criação de Conselhos para a gategoria dos professores/educadores nos mesmos moldes do Conselho Reional de Medicina, CREA ou OAB. A falta de um Conselho profissional deixa a categoria à mercê de Governadores, Prefeitos e Proprietários de Escolas sem que exista um órgão que proteja a profissão e ao mesmo tempo tenha a atribuição de zelar pela profissão, cassando o registro profissional daqueles que não dignificam a profissão e, às vezes utilizam-na no setor público apenas como cabide de emprego. Conheci um professor de química que carregava um caderninho de anotações surrado. Quando os alunos roubaram seu caderninho o homem enlouqueceu, pois sem ele não sabia dar aulas!

Por José Antônio da Conceição, em 05/04/2013 às 01:06

Corrigindo: gategoria = categoria ** Reional = Regional **

Por José Antônio da Conceição, em 04/04/2013 às 21:23

PORTARIA Nº 4.004 DE 09 DE MAIO DE 2002* O Prefeito de Belo Horizonte, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que determina o art. 5º, da Lei nº 7.543, de 30 de junho de 1998, RESOLVE: Art. 1º - Ficam designados os seguintes Conselheiros Titulares e Suplentes para comporem o Conselho Municipal de Educação: I - Eleitos durante a II Conferência Municipal de Educação: a) representantes dos Trabalhadores em Educação das Escolas Públicas Municipais: Titulares: 1- Analise de Jesus da Silva; 2- Júlio César Matos Pereira; 3- Maria Clemência de Fátima Silva; 4- Rosália Estelita Diogo; Suplentes: 1- Geraldo Afonso de Paula Correia; 2- Klauss Athayde; 3- Maria das Mercês Vieira da Cunha; 4- Eliane Cristina Cabral Turra; b) representantes dos professores de Escolas Particulares de Educação Infantil: Titulares: 1- Lavínia Rosa Rodrigues; 2- Marilda Silva; Suplentes: 1- George Rafael de L. S. Maia; 2- Maria Alba Guedes Torres; c) representantes dos Trabalhadores das Instituições Filantrópicas, Comunitárias ou Confessionais de Educação Infantil, Isabel Cristina Neto, como Titular e Cheila Abras Rajão, Suplente; d) representantes dos pais de alunos das Escolas Municipais: Titulares: 1- Iolanda de Fátima Inácio; 2- Robson de Oliveira Costa; 3- José Antônio da Conceição; Suplentes: 1- Orlando Paudilha; 2- Máguida Miranda Staropoli; 3- Darci Ferreira Bedetti; e) representantes dos estudantes das Escolas Públicas Municipais: Titulares: 1- Joaquim Calixto Filho; 2- Daniel Martins da Silva; 3- Leonardo da Silva; Suplentes: 1- Katia Regina da Silva; 2- Terezinha Alves Pego; 3- Flávio Roberto Evangelista Fonseca; II - Indicados: a) pelo Prefeito: Titulares: 1- Afonso Celso Renan Barbosa; 2- Deborah Akerman; 3- Isabel Cristina de Lima Lisboa; 4- Rita de Cássia Freitas Coelho; Suplentes: 1- Vanusa Barbosa Melo; 2- José Wilson Ricardo; 3- Mariza Brandão Stefânio; 4- Isabel Cordélia Rodrigues Cunha; b) pelo CEFET/MG, Aluísio Rodrigues Coelho, Titular e Regina Rita de Cássia de Oliveira, Suplente; c) representantes das instituições privadas de Educação Infantil, Leide Carneiro de Castro, Titular e Leo Soares de Oliveira, Suplente; d) pelo Movimento de Luta Pró-Creches - representantes de Instituições Filantrópicas, Comunitárias, Confessionais de Educação Infantil, Ely César Ávila, Titular e Marta Maria Reis, Suplente; e) pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria Natália Caldeira, Titular e Alzira Maria Vieira, Suplente. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor em 06 de maio de 2002. Belo Horizonte, 09 de maio de 2002 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte, em exercício * (Republicada por haver saído com incorreção no DOM de 10/05/2002) ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=896086 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Provavelmente Anselmo, você deve ser professor de Escola privada. Meu comentário refere-se a acontecimentos na área do Ensino Público. Minha Nomeação como Conselheiro Municipal de Educação em Belo Horizonte, está copiada acima. Informo também que sou casado com Vera Lúcia, formada em Letras pela UFMG (1989 e 1991), capacitada a dar aulas de Língua Portuguesa e suas Literaturas e Língua Francesa e suas Literaturas, professora da Rede Municpal de Belo Horizonte desde 1990. Portanto, falei daquilo que conheço não porque me disseram, mas porque li e até redigi em Documentos Oficiais do Poder público de Belo Horizonte, responsável pela política educacional de mais de 200 Escolas. Educação/Ensino e ideologias não deveriam se misturar! O sistema vigente criou as condições de que elas se interpenetrassem e é neste contexto minhas sugestões de complementação do seu post e minha crítica ao que você escreveu!

Por Anselmo Heidrich, em 04/04/2013 às 23:04

@joseantonio400 Isto não significa absolutamente nada para mim. Trabalhei em escolas privadas e públicas. Na verdade, cargos burocráticos só "têm mais valor" em países subdesenvolvidos onde, na realidade, o trabalho de quem ensina de verdade é subvalorizado.

Por José Antônio da Conceição, em 04/04/2013 às 21:34

Informo também, que dentre os Conselheiros citados na Portaria 4004, Rita de Cássia Freitas Coelho era à época a presidente da UNCME (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação) e, Afonso Celso Renan Barbosa é o atual Secretário Municipal de Educação de Belo Horizonte.

Por Anselmo Heidrich, em 04/04/2013 às 23:05

@joseantonio400 Qual o sentido dessa gente ser citada aqui? Nenhum! Agora, por que tu não menciona tua experiência de ensino? Isto sim é que deve estar em pauta e não um currículo. Papel não prova absolutamente nada.

Por Ricardo Froes, em 04/04/2013 às 15:51

"@joseantonio400 Este post se destina exatamente a gente como tu, que se acha intocável, inatingível e tem medo de questionamentos. Antes de falar besteira, te informe, pois tenho mais de 20 anos de sala de aula e teu argumento ridículo não serve nem para mim, nem mesmo para quem quer que seja que gente como tu quer tolher de se expressar. Sim, o problema educacional também se deve, e muito, à qualidade ruim de nosso professorado." Toma, babaca! Ponha-se no seu lugar de idiota, de onde nunca deveria ter saído! Nunca vi um sujeito dar tanta mancada e levar tanto fora por causa delas como você. Desculpe, Anselmo, mas eu tinha que repetir seu comentário que, assim como o artigo, é perfeito.

Por regina helene de oliveira, em 05/04/2013 às 19:18

@bobjaniak tão pequenas...as aspas.Não vai colocar ordem na casa?Para cantar de galo tem que ter gabarito.

Por regina helene de oliveira, em 04/04/2013 às 22:40

@bobjaniak froes é você mesmo? o Bob que conhecemos não escreve errado o português.

Por Ricardo Froes, em 05/04/2013 às 08:58

@reco Se eu usei aspas, é porque o texto não é meu...

Por roberto argento filho argento, em 04/04/2013 às 09:40

https://docs.google.com/document/d/1GSqObLT93BzpJzJtRKut_6TYrA7osr7PYBDq3CpZ2jI/edit?pli=1 (mostre -me um "doutrinador", lhe mostro um Filho da Puta)

Por José Antônio da Conceição, em 04/04/2013 às 21:26

@argento Pois é Argento! Excelente oportunidade para se complementar o conhecimento de como funcionam as cabeças de alguns Observadores e a que vieram!

Por milton valdameri, em 03/04/2013 às 23:45

Escrevi um livro e um ensaio onde abordo o marxismo, ambos esperam pela publicação. Sua discussão vai ao encontro do estudo que fiz e tenho certeza que, lendo meu livro e meu ensaio, você apronfundaria seus conhecimentos e sua compreensão sobre o marxismo, que mostram-se corretos, mas podem ser aprofundados. Aprofundar o desenvolvimento do raciocínio lógico nas escolas é sem dúvida o caminho para recuperar o ensino no Brasil, mas a pedagogia feireana não de ser reduzida, deve ser ELIMINADA.

Por mario jota, em 03/04/2013 às 23:45

O pior de tudo é que estes professores que se acham os iluminados, falando de esquerdismo, são os que menos trabalham e colaboram muito pouco com o ensino. Na verdade, uma grande verdade, é que o país virou uma baderna sem controle. E essa baderna tende a aumentar.

Por José Antônio da Conceição, em 03/04/2013 às 23:40

Solicitação de complementação do post: "Querem melhores professores? Aprofundem os testes de raciocínio lógico e reduzam as aulas de pedagogia freireana que já teremos um bom começo." COMPLEMENTAÇÕES SOLICITADAS: 1- Estes "melhores professores" servirão a qual causa? 2 - Estes "melhores professores" formarão estudantes tonando-os mais ou menos humanos? 3 - Estes "melhores professores" direcionarão seus alunos a serem mais ou menos alienados? 4 - O mundo, quando comandado pelos alunos destes "melhores professores" ainda admitirá a fome e a miséria como "externalidades" do necessário desenvolvimento?

Por Anselmo Heidrich, em 04/04/2013 às 15:11

@joseantonio400 Não deveriam servir a nenhuma causa humanitária, política ou qualquer outra, mas sim ao ensino com melhor qualidade. Isto sim contribuiria para o desenvolvimento social e não o blá-blá-blá de sempre que só serve para lançar futuros candidatos e carreiristas de sindicato no mercado da política.

Por José Antônio da Conceição, em 03/04/2013 às 23:49

Atitude simplista e ignorante a sua, Anselmo. O primeiro erro cometido foi generalizar sobre a classe mais numerosa do Brasil! O segundo, criticar algo "do lado de fora" sem apresentar conhecimento verdadeiro do que seja a profissão daqueles que passam maior parte de seu dia dentro de uma sala de aula, não conseguindo aplicar os conhecimentos adquiridos por ter deparado com situações inusitadas, para as quais a academia não lhes preparou nem lhes avisou que existiam! http://www.observadorpolitico.org.br/2012/04/sobre-as-causas-dos-rendimentos-academicos-insatisfatorios/

Por José Antônio da Conceição, em 04/04/2013 às 21:21

PORTARIA Nº 4.004 DE 09 DE MAIO DE 2002* O Prefeito de Belo Horizonte, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que determina o art. 5º, da Lei nº 7.543, de 30 de junho de 1998, RESOLVE: Art. 1º - Ficam designados os seguintes Conselheiros Titulares e Suplentes para comporem o Conselho Municipal de Educação: I - Eleitos durante a II Conferência Municipal de Educação: a) representantes dos Trabalhadores em Educação das Escolas Públicas Municipais: Titulares: 1- Analise de Jesus da Silva; 2- Júlio César Matos Pereira; 3- Maria Clemência de Fátima Silva; 4- Rosália Estelita Diogo; Suplentes: 1- Geraldo Afonso de Paula Correia; 2- Klauss Athayde; 3- Maria das Mercês Vieira da Cunha; 4- Eliane Cristina Cabral Turra; b) representantes dos professores de Escolas Particulares de Educação Infantil: Titulares: 1- Lavínia Rosa Rodrigues; 2- Marilda Silva; Suplentes: 1- George Rafael de L. S. Maia; 2- Maria Alba Guedes Torres; c) representantes dos Trabalhadores das Instituições Filantrópicas, Comunitárias ou Confessionais de Educação Infantil, Isabel Cristina Neto, como Titular e Cheila Abras Rajão, Suplente; d) representantes dos pais de alunos das Escolas Municipais: Titulares: 1- Iolanda de Fátima Inácio; 2- Robson de Oliveira Costa; 3- José Antônio da Conceição; Suplentes: 1- Orlando Paudilha; 2- Máguida Miranda Staropoli; 3- Darci Ferreira Bedetti; e) representantes dos estudantes das Escolas Públicas Municipais: Titulares: 1- Joaquim Calixto Filho; 2- Daniel Martins da Silva; 3- Leonardo da Silva; Suplentes: 1- Katia Regina da Silva; 2- Terezinha Alves Pego; 3- Flávio Roberto Evangelista Fonseca; II - Indicados: a) pelo Prefeito: Titulares: 1- Afonso Celso Renan Barbosa; 2- Deborah Akerman; 3- Isabel Cristina de Lima Lisboa; 4- Rita de Cássia Freitas Coelho; Suplentes: 1- Vanusa Barbosa Melo; 2- José Wilson Ricardo; 3- Mariza Brandão Stefânio; 4- Isabel Cordélia Rodrigues Cunha; b) pelo CEFET/MG, Aluísio Rodrigues Coelho, Titular e Regina Rita de Cássia de Oliveira, Suplente; c) representantes das instituições privadas de Educação Infantil, Leide Carneiro de Castro, Titular e Leo Soares de Oliveira, Suplente; d) pelo Movimento de Luta Pró-Creches - representantes de Instituições Filantrópicas, Comunitárias, Confessionais de Educação Infantil, Ely César Ávila, Titular e Marta Maria Reis, Suplente; e) pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria Natália Caldeira, Titular e Alzira Maria Vieira, Suplente. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor em 06 de maio de 2002. Belo Horizonte, 09 de maio de 2002 Fernando Damata Pimentel Prefeito de Belo Horizonte, em exercício * (Republicada por haver saído com incorreção no DOM de 10/05/2002) ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=896086 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Provavelmente Anselmo, você deve ser professor de Escola privada. Meu comentário refere-se a acontecimentos na área do Ensino Público. Minha Nomeação como Conselheiro Municipal de Educação em Belo Horizonte, está copiada acima. Informo também que sou casado com Vera Lúcia, formada em Letras pela UFMG (1989 e 1991), capacitada a dar aulas de Língua Portuguesa e suas Literaturas e Língua Francesa e suas Literaturas, professora da Rede Municpal de Belo Horizonte desde 1990. Portanto, falei daquilo que conheço não porque me disseram, mas porque li e até redigi em Documentos Oficiais do Poder público de Belo Horizonte, responsável pela política educacional de mais de 200 Escolas. Educação/Ensino e ideologias não deveriam se misturar! O sistema vigente criou as condições de que elas se interpenetrassem e é neste contexto minhas sugestões de complementação do seu post e minha crítica ao que você escreveu!

Por Anselmo Heidrich, em 04/04/2013 às 15:09

@joseantonio400 Este post se destina exatamente a gente como tu, que se acha intocável, inatingível e tem medo de questionamentos. Antes de falar besteira, te informe, pois tenho mais de 20 anos de sala de aula e teu argumento ridículo não serve nem para mim, nem mesmo para quem quer que seja que gente como tu quer tolher de se expressar. Sim, o problema educacional também se deve, e muito, à qualidade ruim de nosso professorado.